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Chinesa BYD negocia compra de fábrica da Ford em São Bernardo

Em fevereiro, a Ford anunciou o encerramento das atividades da indústria; montadora quer investir na produção de veículos elétricos

Por Machado da Costa Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Victor Irajá Atualizado em 4 jun 2024, 14h55 - Publicado em 12 dez 2019, 16h04

A montadora de caminhões chinesa BYD, com vertente de seus negócios voltada principalmente para a produção de veículos elétricos, negocia a compra da fábrica da Ford, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. O objetivo da empresa é investir na produção de caminhões movidos a energia limpa. As conversas ainda estão em estágio inicial. A informação foi publicada pelo jornal Folha de São Paulo e confirmada por VEJA.

A empresa já mantém uma linha de montagem no Brasil, localizada em Campinas, também em São Paulo, mas a possível aquisição do terreno da Ford envolve um plano de expansão da produção da chinesa em território brasileiro. A intenção da empresa é de comercializar os veículos no país e para nações vizinhas. A estratégia da BYD envolve acompanhar os concorrentes, que passaram a investir na produção de veículos elétricos no país.

Em fevereiro, a Ford anunciou o encerramento das atividades da fábrica em São Bernardo depois 52 anos de operação. Cerca de 600 trabalhadores que atuavam na linha de montagem foram dispensados. “Em nome da Ford Motor Company, quero agradecer aos funcionários de São Bernardo pelo seu profissionalismo e dedicação durante vários anos”, disse Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul. “Mesmo após o anúncio feito em fevereiro, eles nunca deixaram de cumprir com suas obrigações, produzindo produtos de altíssima qualidade e cuidando da segurança.”

Em setembro, o governador do estado de São Paulo, João Doria, chegou a anunciar a manifestação de interesse público da Caoa pela planta da Ford. O fundador da Caoa, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, afirmou que a fábrica deveria ser utilizada para a produção de caminhões. Entretanto, as negociações entre as empresas esfriaram. Governos estadual e federal, com a prefeitura de São Bernardo do Campo, negociam a venda da fábrica para outra empresa automotiva, a fim de manter os empregos na região.

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