Do primeiro impulso à bolsa de valores, a história de quatro startups brasileiras

Conheça a trajetória de empresas de inovação em diferentes estágios de desenvolvimento

Impulsionar uma empresa de inovação nascente não é fácil no Brasil. Depois de um curto período de otimismo e recursos fartos, as startups – e os investidores que apostam nelas – descobriram o custo Brasil. E não estão contentes com isso. Mas isso não significa que o mercado de internet no Brasil tenha se tornado um ambiente completamente inóspito. O site de VEJA reuniu histórias de quatro empresas de inovação que, em estágios diferentes de desenvolvimento, enfretam os desafios do segmento e caminham para a maturidade.

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No primeiro caso, o negócio nascente recebe recursos do chamado investidor-anjo (geralmente uma pessoa física, não uma empresa, que aposta na ideia original). Nessa fase também pode aparecer o chamado investidor-semente, que garante fôlego adicional. Se o negócio progredir, surgem aportes de fundos de venture capital, os investidores de risco, que ajudam a empresa a se profissionalizar. Quem superar essa barreira pode ser alvo de nova injeção de recursos, feita pelos fundos conhecidos como private equity, que só dedicam suas energias a empresas maduras, mas que ainda não abriram capital na bolsa de valores. Esse dinheiro ajuda a startup a comprar outras companhias, por exemplo, garantindo musculatura à empreitada. O último passo, finalmente, é a abertura de capital propriamente, ou oferta inição de ações (IPO). Confira as histórias a seguir: