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Doria se reúne com Haddad e fala em ‘transição histórica’

Petista e prefeito eleito começaram a acertar pontos da passagem de governo. Ações começarão por quatro secretarias

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e o prefeito eleito João Doria (PSDB) se reuniram nesta sexta-feira por pouco mais de duas horas na sede da prefeitura de São Paulo para acertar a transição de governos. O petista prometeu transparência em todas as informações para a futura gestão e disse que a partir desta sexta-feira todos os setores vão ser devidamente detalhados para que Doria e sua equipe assumam o governo com todas as informações relevantes em mãos.

Assim como o tucano, Haddad não revelou nenhum detalhe sobre ações específicas da prefeitura discutidas no encontro. Ele explicou que a transição vai acontecer em duas etapas. A primeira, durante as próximas três semanas, envolve quatro secretarias: Governo, Gestão, Finanças e Desenvolvimento Econômico e Negócios Jurídicos. “Temos três semanas pela frente para atuar no nível macro, com o núcleo duro do governo para a equipe de transição”, comentou.

Doria afirmou que o bom sentimento das duas equipes permitirá uma transição de governo tranquila e republicana. O tucano destacou que o processo começa efetivamente nesta sexta-feira e está distribuído em grupos de trabalho coordenados por Julio Semeghini, ex-deputado federal e ex-secretário do governador Geraldo Alckmin (PSDB).

“O encontro foi muito positivo, o prefeito Fernando Haddad foi muito gentil e está de portas abertas para todas as áreas da prefeitura. Discutimos saúde, educação, habitação, transporte público, funcionalismo, temas que são importantes para que todos possam ter tranquilidade”, disse Doria, após descer da sala de reuniões e falar a jornalistas no 3º andar da sede da prefeitura. Conforme acordado com Haddad, ele não respondeu a perguntas de jornalistas e disse que na semana que vem terá a oportunidade de dar entrevistas.

Segundo Doria, o fato de ter sido eleito logo no primeiro turno permite que haja mais tempo para a transição e o processo ocorra de forma mais eficiente. “Eu diria que faremos uma transição até histórica pelo bom sentimento do prefeito Fernando Haddad e pelo nosso também”, falou. O tucano esteve no encontro acompanhado de Semeghini e de seu vice, Bruno Covas, além de assessores.

(Com Estadão Conteúdo)

Comentários

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  1. Isidorio Araujo da Silva

    A Democracia é isto mesmo, uns perdem e outros ganham, mas na hora de passar o Comando todos se entendem.

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  2. Alex Cardozo

    Politico e tudo e a mesma coisa, “passar” o governo, o governo e outro e outro partido…nao sao prefeitos do mesmo partido a questao e psdb e esquerda caviar e que as vezes entende a esquerda bolivariana petista. Triste.

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  3. Malachias Nonato

    Pizza a vista! Se fosse averiguar alguma coisa, começaria por transportes e seus R$1.600.000.000.00 só em subsidio de ônibus. São mais de 400 milhões de passagens de ônibus em um ano. Aehhhhhhhhhhhh Ministério Público, não vai dá uma olhadinha nestes números?

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  4. HADAD vc é tucano e sabe disso. Lula de colocou numa furada, assuma logo!

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  5. Robson Santos

    Vejo esse Haddad como um bom político. Foi criticado por algumas atitudes, mas elogiado por outras como todo político que tem que tomar decisões. O problema dele foi o PT e sua imagem evidenciada nos últimos anos. Creio que se ele quiser continuar sendo um político deveria sair do PT e ir para um partido de centro-direita, que realmente parece mais a cara dele.

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  6. Fábio Luís Inaimo

    Não! Haddad Malddad continua como sempre foi um “petralha bolivariano”, agora a transição tem que ser feita não é mesmo! seja por bem ou por mal , me pareceu justa e eficiente a abordagem de Dória, melhor que a transição seja democrática e civilizada .

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