01/10/2011 - 11:17
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Redes sociais

Os planos de Mark Zuckerberg para o Facebook

Zuckerberg, ao apresentar mudanças no Facebook: rede dentro da rede

Zuckerberg, ao apresentar mudanças no Facebook: rede dentro da rede (Kimihiro Hoshino/AFP)

Se fossem reunidos em uma só pátria, os 800 milhões de usuários do Facebook formariam o terceiro mais populoso país do planeta. Nessa nação, as regras são determinadas por Mark Zuckerberg, de apenas 27 anos, criador e CEO da maior rede social do planeta. Há poucos dias, ele veio a público para anunciar mudanças que vão tocar a vida de todas as pessoas que utilizam o site – o que inclui 28 milhões brasileiros, entusiastas de redes.

Para Zuckerberg e seu time, que comandam a rede a partir de Palo Alto, na Califórnia, as mudanças representam a tentativa de atingir um objetivo audacioso: transformar o Facebook em uma espécie de internet dentro da internet, um ambiente onde usuários podem realizar quase todas as suas atividades. É algo sem precedentes, como mostra reportagem de VEJA desta semana.

Do lado do usuário, o plano do Facebook permitirá assistir a filmes, ouvir músicas e ler notícias provenientes de serviços como Netflix e Spotify, que oferecem conteúdos por demanda. Além disso, haverá espaço ilimitado para que cada usuário construa, em uma Linha do Tempo, uma biografia virtual. Entender as mudanças é algo fundamental para a vida on-line – e também off-line – dos cadastrados.

Confira a seguir histórias de pessoas que estão dando à redes novos significados. Há gente utilizando o serviço com fins educativos, religiosos, comerciais, sociais, profissionais e também para mobilização social ou caridade. Grandes companhias e famosos também estão lá.

Nove casos de sucesso no Facebook

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Música - O ídolo curtiu

Em julho, o publicitário Rafael Ziggy, de 26 anos, decidiu lançar no Facebook uma campanha para trazer ao Brasil a banda americana Foo Fighters, que há dez anos não se apresenta no país. A estratégia: reunir em uma página da rede fãs dispostos a desembolsar 50 reais para o cachê dos músicos. Cerca de 75.000 pessoas aderiram ao financiamento coletivo, ou crowdfunding, o que daria 3,75 milhões de reais. Mas ninguém teve que desembolsar nada - ainda. Em contato com empresários da banda, Ziggy soube que a repercussão da campanha alcançou Dave Grohl e companhia e os convenceu a negociar um show no Brasil em abril de 2012. As negociações avançaram: o show está 99% garantido.

Comentários


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Débora Agostini

Ah, não acredito que Rafael Ziggy conseguiu fazer com o que Foo Fighters venha no Brasil o ano que vem. Que máximo!!! Eu também acho que o Facebook é uma ferramenta muito importante nos dias de hoje. E que continue melhorando sempre.

02.10.2011

jonas

minha mulher vadora mau eu larguei o facebook. so deixei pra contatos, troço xarope alguem quere monitorar minha vida. em breve o face virara a maior rede de fofocas da web com tablets em saloes de beleza querendo saber o que os outros fizeram..vou curtir meu futebolzinho e meu radio mas conectado no twitter, tchau pra ti f(..)

01.10.2011

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