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Amy bate Osama bin Laden no Twitter

Morte da cantora inglesa causou uma enxurrada de mensagens na rede social

Amy Winehouse durante o South Bank Show Awards em Londres, 2007

Amy Winehouse durante o South Bank Show Awards em Londres, 2007 ( Gareth Cattermole/Getty Images/VEJA)

A morte da cantora inglesa Amy Winehouse causou uma enxurrada de mensagens no Twitter. De acordo com levantamento divulgado nesta segunda feira pelo BuzzMetrics, serviço do IBOPE Nielsen Online que monitora redes sociais. No Brasil, foram mais de 430.000 mensagens no fim de semana, sendo 320 mil apenas no sábado, dia em que a morte foi anunciada.

A quantidade de tuítes que mencionam a cantora no fim de semana é maior até que o número de mensagens citando o terrorista Osama bin Laden na época de sua morte. O mentor dos atendados de 11 de setembro de 2001 foi citado pelos brasileiros cerca de 375.000 vezes em seis dias. A aposentadoria do jogador de futebol Ronaldo fenômeno também ficou aquém da notícia de Amy. A decisão de pendurar as chuteiras rendeu, em quatro dias, 204.000 comentários na rede social.

Apesar da fama da cantora, cerca de 1.800 tuítes que referiam-se à diva usavam uma grafia incorreta: “Emy”. Essa ortografia chegou a figurar por algumas horas entre os trending topics. O fato foi percebido por uma parte dos internautas que comentou o erro: no sábado, pouco mais de mil comentários foram identificados mencionando os dois termos, “Amy” e “Emy”.

A partir de uma análise qualitativa, o BuzzMetrics identificou um grande número de pessoas queixando-se da forma como pessoas que antes falavam mal da cantora, após sua morte, passaram a declarar o seu amor a ela. Como muitos artistas com vidas conturbadas – como Kurt Cobain, Janis Joplin, Jimmy Hendrix e Jim Morrison – também morreram aos 27 anos, internautas passaram a falar em uma suposta maldição dessa idade.

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