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Relação com camareira foi 'estúpida', diz DSK em livro

Publicação traz versão do ex-chefe do FMI para escândalo sexual em Nova York

- Atualizado em

DSK e a camareira Nafissatou Diallo
DSK e a camareira Nafissatou Diallo(Francois Guillot Stan Honda/AFP/VEJA)

O ex-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, confirma que houve relação sexual entre ele e a camareira de um hotel em Nova York, mas diz que foi "consensual, porém estúpida". A declaração está no livro Affaires DSK: Contre-Enquête (Casos DSK: Contra-Investigação), lançado nesta quinta-feira na França.

Entenda o caso

  1. • Em 14 de maio, o francês Dominique Strauss-Kahn foi preso, acusado de abuso sexual pela camareira de um hotel de luxo de Nova York. Uma semana depois, foi colocado em prisão domiciliar.
  2. • Como consequência do escândalo, foi obrigado a renunciar à chefia do FMI e à candidatura à Presidência da França em 2012 - para a qual era um dos favoritos.
  3. • Um mês depois, porém, o caso sofre uma reviravolta: promotores passam a duvidar da credibilidade da vítima, que mentiu nos depoimentos, e DSK ganha liberdade condicional.
  4. • No dia 23 de agosto de 2011, um juiz em Nova York decide retirar todas as acusações contra ele, encerrando o caso.
Leia mais no Tema 'Strauss-Kahn na Justiça'

Escrito pelo jornalista Michel Taubmann, biógrafo de DSK, o livro traz a versão de Strauss-Kahn sobre o escândalo sexual ocorrido em maio, que o levou à prisão acusado de estupro. Alegando falta de credibilidade da camareira Nafissatou Diallo - ela teria mentido durante as investigações -, a acusação depois foi retirada pela promotoria de Nova York.

No livro, Strauss-Kahn diz que a camareira mostrou-lhe um "olhar sugestivo" ao vê-lo sair nu do chuveiro, o que ele considerou "um convite". Mas o ex-chefe do FMI confessa ter se arrependido, porque o escândalo forçou sua renúncia do FMI e acabou com sua esperança de concorrer à Presidência da França em 2012.

Swing - Nos últimos meses, a imprensa francesa revelou conexões de Dominique Strauss-Kahn com uma rede de prostituição. Ele teria também participado de orgias, mas nega a acusação no livro. No entanto, admite que participou de algumas "noites de swing", nas quais há troca de casais. Para escrever o relato, o jornalista Michel Taubmann diz que entrevistou DSK seis vezes, além de ter conversado com investigadores do escândalo em Nova York.

Michel Taubmann escreveu 'Affaires DSK: Contre-Enquête' (Casos DSK: Contra-Investigação)
Michel Taubmann escreveu 'Affaires DSK: Contre-Enquête' (Casos DSK: Contra-Investigação)(Franck Fife/AFP/VEJA)
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