10/06/2011 - 11:32
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Ensino superior

MEC fecha mais 281 vagas em cursos de direito

Universidades apresentavam desempenho insatisfatório em avaliações

Após anunciar a suspensão de 11.000 vagas em cursos de direito de todo o país, a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) do Ministério da Educação (MEC) determinou nesta sexta-feira a redução de mais 281 vagas em seis cursos de direito em instituições que tiveram resultado insatisfatório nas avaliações da pasta. O anúncio foi publicado no Diário Oficial da União.

A medida atinge cursos de graduação que obtiveram Conceito Preliminar de Curso (CPC) 1 ou 2 em 2009. O índice considera, além do desempenho dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), o corpo docente, a infraestrutura e os recursos didático-pedagógicos, entre outros itens. Os resultados 1 e 2 são considerados insatisfatórios, o 3 razoável e o 4 e o 5 bons.

Segundo os despachos, a Faculdade Anhanguera de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, terá diminuir 16 vagas. A Faculdade Anhanguera de Campinas, antiga Faculdade Comunitária de Campinas, 57 vagas na unidade 1, 12 vagas na unidade 3. A Universidade Bandeirante de São Paulo (Uniban) terá de diminuir 44 vagas na unidade de Osasco, 40 na unidade Maria Cândida e 112 vagas em São Bernardo do Campo.

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luiz

A Versia - Não pode haver repetencia, alunos têm que ser aprovados, o custo do ensino é alto. A Controversia - Fecha-se vagas em cursos de direito. Ora sô - A escola é competente, os alunos é que receberam má formação escolar. Até

19.06.2011

guilherme travassos

Pedi, meses atrás, na OAB/SP uma certidão informando a quantidade de alunos de determinada faculdade do interior que, prestando o Exame da Ordem, conseguiram passar. Negaram-se peremptoriamente.Reclamei na Federal da OAB, de onde, disseram, viera a orientação e voltei a eles quando a Federal disse que nada tinha a ver com is(..)

13.06.2011

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leonardo

É uma vergonha a indústria da educação, uma ploriferação de cusrsos sem a mínima estrutura. Onde são formados médicos, advogados, engenheiros sem a mínima capacidade de exercer a profissão.

11.06.2011

Ricardo Barreto

Isso ai não representa nem 0,001% da quantidade de fábrica de diplomas em funcionamento nesse país!!

10.06.2011

 

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