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Operação Acrônimo: STJ autoriza Polícia Federal a indiciar Pimentel

Se indiciado, o governador petista passa à condição de investigado pela PF, não testemunha. Investigadores suspeitam de corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro

- Atualizado em

Candidato ao governo de Minas pelo PT, Fernando Pimentel, no bairro Venda Nova, região norte de Belo Horizonte (MG)
PF investiga a suspeita de recebimento de vantagens indevidas pelo governador quando o petista comandava o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior(Douglas Magno/VEJA)

O ministro Herman Benjamin, relator da Operação Acrônimo no Superior Tribunal de Justiça (STJ), autorizou a Polícia Federal a indiciar o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel. A PF havia solicitado o indiciamento do petista por corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro, mas o Ministério Público Federal havia dado parecer contrário à medida.

Leia também:

PF pede indiciamento de Pimentel ao STJ; MPF dá parecer contrário

Fernando Pimentel, o governador caixa dois

Em despacho de fevereiro, o ministro autorizou que o governador seja interrogado. Caso Pimentel não compareça ao interrogatório ou caso a PF entenda necessário, ele poderá ser indiciado, pela decisão do STJ, segundo fontes com acesso à investigação. O despacho do ministro Herman Benjamin e toda a investigação são mantidos sob sigilo.

Na prática, se indiciado, o governador passa à condição de investigado, não mais testemunha. A medida, no entanto, não vincula a avaliação do Ministério Público, que depende de seu próprio convencimento para eventualmente denunciar o petista.

A Acrônimo investiga a suspeita de recebimento de vantagens indevidas pelo governador quando o petista comandava o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A suspeita é de que Pimentel recebeu valores de empresas que mantinham contratos com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), instituição subordinada à pasta.

A operação também apura a venda de portarias que beneficiaram o setor automotivo durante a gestão do petista no Ministério, além de financiamento irregular da campanha ao governo de Minas. Responsável pela defesa de Pimentel, o criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, disse que o governador está à disposição desde o início para contribuir com o andamento das investigações.

(Com Estadão Conteúdo)

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