São Paulo

Dois jovens são mortos a tiros em Guarulhos

Uma terceira vítima dos ataques está internada em estado grave no Hospital Geral de Guarulhos. A perícia encontrou cinco cápsulas de pistolas no local do crime

Três homens foram baleados em Guarulhos na noite de sábado; dois morreram no local

Três homens foram baleados em Guarulhos na noite de sábado; dois morreram no local (Helio Torchi/Estadão Conteúdo)

Dois jovens foram mortos a tiros na noite de sábado, no Parque Santos Dumont, em Guarulhos, na região leste da Grande São Paulo. Uma terceira vítima sobreviveu ao ataque. Robert Fernandes da Silva, de 18 anos, Rony Pereira Barros, de 17, e Joilson de Oliveira, de idade ainda não informada pela polícia, foram baleados quando caminhavam pela Rua Madre de Deus de Minas.

De acordo com o pai de Robert, o filho saiu de casa dizendo que iria com alguns amigos para um forró, mas, logo na primeira esquina, foi atacado juntamente com os outros dois jovens. Segundo testemunhas, os atiradores estavam em uma moto.

Robert e Rony morreram no local. Joilson foi encaminhado para o Hospital Geral de Guarulhos (HGG), onde, até o início da manhã deste domingo, permanecia internado em estado grave após passar por cirurgia. A perícia encontrou pelo menos cinco cápsulas de pistolas no local do crime.

Segurança baleado - O segurança Magno Roberto de Souza foi ferido a tiros, também na noite de sábado, na região do Capão Redondo, zona sul de São Paulo, possivelmente ao ser confundido com um policial militar. Ele dirigia um Celta preto que havia sido emprestado por um agente

O ataque ocorreu na rua Póvoa de Varzim, no Jardim Macedônia. Segundo testemunhas, dois homens numa moto se aproximaram do Celta e, sem dizer nada, atiraram pelo menos dez vezes contra o veículo.

De acordo com informações de policiais militares do 37º Batalhão da PM, Magno foi encaminhado em estado grave para o Hospital Geral de Pirajuçara. O caso foi registrado no 47º Distrito Policial, de Capão Redondo.

Preso - A Polícia Militar prendeu em Taboão da Serra um dos suspeitos de assassinar um soldado da PM no dia 8 de outubro na cidade da Grande São Paulo. Dedé, como é conhecido, teria sido reconhecido pelos policiais em patrulhamento dentro de um bar, por ter características semelhantes às descritas pelas testemunhas do crime. O suspeito foi encaminhado ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa.

Dedé é acusado de participar da execução de Hélio Miguel Gomes de Barros, que estava à paisana na noite do assassinato, em um posto de gasolina em Taboão da Serra, onde morava com a família. Segundo a PM, quatro pessoas participaram do crime. De acordo com testemunhas, o policial foi abordado por bandidos em uma moto e não reagiu.

(Com Estadão Conteúdo)

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