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Uber: a alternativa de um carioca que foi morar em Portugal

Bruno Gonçalves, de 28 anos, vive no país europeu com a renda do serviço

Em reportagem especial de VEJA desta semana, brasileiros que foram morar em Portugal contam suas experiências. O carioca Bruno Baldissara Gonçalves, 28 anos, foi um dos entrevistados. Ele atua como motorista de Uber.

No país ibérico, o aplicativo também é alvo de discussões entre taxistas e prefeituras. Assim como no Brasil, é uma tábua de salvação comum para quem está sem emprego — o faturamento equivale a algo entre 2 000 e 6 000 reais mensais, a depender das horas trabalhadas e da categoria escolhida. Até pouco tempo atrás, era uma atividade comum entre os ilegais no país.

Hoje, é preciso comprovar a situação regular para se inscrever — o que não impede indocumentados de sublocar o veículo, mas põe alguma ordem no mercado. Bom para Gonçalves, que chegou a Lisboa há pouco mais de um ano com a mulher, Liliane Souza, 27. Atuando na app desde então, ele está comprando o quarto automóvel — aluga os demais a motoristas sem veículo. “Não sou milionário, mas não tenho mais as preocupações financeiras que tinha no Brasil.”

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