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Maconha: o experimento uruguaio

O jornalista uruguaio Guillermo Draper discute os resultados já visíveis da legalização da maconha

No dia 11 de maio de 2012, um jovem entrou em uma pizzaria de Montevidéu para roubar a arrecadação daquele dia e, sem um motivo aparente, atirou no peito de um dos funcionários. O empregado, que tinha 34 anos e cinco filhos, morreu instantaneamente. Em seguida, o assassino foi para um shopping com seus cúmplices para comprar roupas esportivas.

O crime teve um efeito muito forte na sociedade uruguaia. Manifestantes foram às ruas exigir mais segurança do governo do presidente José Mujica, que decidiu criar um grupo de trabalho com seus principais ministros para elaborar medidas e reverter a situação.

Para a surpresa da opinião pública e de muitos membros do governo, a lista de quinze medidas incluía a legalização da produção e da venda de maconha.

Nesta edição de VEJA, o jornalista uruguaio Guillermo Draper, do semanário Búsqueda, faz uma avaliação na sessão Página Aberta sobre a legalização da Cannabis no Uruguai. Mujica, que inicialmente não dava muito importância ao tema, ganhou fama internacional com a iniciativa, mas nenhuma pesquisa de opinião pública até agora demonstrou apoio majoritário para a legalização da maconha.

Draper analisa estatísticas sobre os crimes relacionados ao narcotráfico, sobre as apreensões e avalia o surgimento de um mercado negro.

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Comentários

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  1. Demetrius Assucena

    A Revista Super Interessante, sabe tudo de ciência, merecia até o Premio Nobel.

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  2. É Veja, sempre censurando os comentários. mas se dizendo ‘liberal’.

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  3. Maconha é a arma mais eficiente para dizimar uma nação em desconstrução.

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  4. Os traficantes e produtores criaram as bases teóricas para impor a liberalização das drogas no Brasil.

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