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Atirador que matou 26 em igreja foi professor de estudos bíblicos

Devin Kelley serviu na força aérea, da qual foi desligado em 2014; em rede profissional, disse que objetivo era ajudar 'mentes a crescer e prosperar'

Devin Patrick Kelley, o atirador que abriu fogo em uma igreja em Sutherland Springs, cidade americana do estado do Texas, e deixou 26 mortos e dezenas de feridos, cometeu suicídio pouco após o atentado. De acordo com o chefe de polícia do distrito de Wilson, Joe Tackitt, o responsável pelo ataque se matou após uma troca de tiros ao final de uma perseguição de carros em alta velocidade. Kelley foi professor de estudos bíblicos, segundo um perfil associado ao seu nome na rede profissional LinkedIn. Ele descreveu a experiência como “ensinando crianças entre as idades de quatro a seis anos nas escolas vocacionais da Bíblia ajudando suas mentes a crescer e prosperar”.

Segundo a rede de TV CBS, a porta-voz do órgão militar, Ann Stefanek, ele serviu na área de logística do estado do Novo México até ter sido desligado em 2014. Kelley foi julgado em 2012 por duas acusações de agressão contra esposa e filho, ficando preso por um ano. A emissora informa que ele vivia no subúrbio da San Antonio, cidade a 45 km de Sutherland Springs, e não aparentava estar ligado a grupos terroristas.

Investigadores recolheram equipamentos eletrônicos, como celular e computador, e irão investigar em busca de compreender as razões para o crime. Nas redes sociais, publicações de Kelley sobre armas, incluindo fotos, serão analisadas. O atirador morreu após breve perseguição policial de carro.

De acordo com o governador do Texas, Greg Abbott, esse é o maior ataque com armas da história do estado. Em visita oficial ao Japão, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse se tratar de “um problema de saúde mental”.

Horas mais tarde, durante palavras dirigidas a líderes empresariais na embaixada dos EUA em Tóquio, o presidente americano qualificou o pior massacre da história do Texas como um “ato de maldade” que ocorreu em “um lugar de culto sagrado”.

Veja foto de arma que atirador compartilhou em rede social:

Atirador compartilhou foto de arma nas redes sociais. (Devin P. Kelley/Facebook)

Comentários

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  1. Carlos Ebert

    Queria manda-los para o céu mais rápido?

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  2. Profesor de estudos biblicos, mais um demente ligado a religião! Vejam: sunitas versus chiitas, judeus versus árabes, católicos versus protestantes, ortodoxos versus tradicionalistas, islamistas versus todos os outros, pentecostais versus testemunhas de jehova e a lista segue, o homem não aprende, a RELIGIÂO MATA!.

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  3. placido alves

    Carlos Ebert, seu comentário é simplesmente IMBECILIZADO

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  4. Vagner Rodrigues

    Aos fatos sobre o atirador:
    1) Ex-integrante da força aérea americana. Dispensado por má conduta fora do quartel (agrediu sua ex-mulher e filho);
    2) A mulher agredida, pediu o divórcio. Casou novamente e vivia isolado;
    3) Se “tornou” ateu. Vivia arrumando brigas com seus vizinhos, nas redes sociais, por causa da fé deles.
    4) No dia 06/11/2017, entrou em uma igreja, como uma AR-556, atirando nas pessoas.

    Agora leia a reportagem acima e tire suas conclusões.

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  5. VEJA, por favor, faça um trabalho jornalístico! O atirador era ateu professo, o fato de ter mencionado numa rede social algo, a menos que provem qual Igreja, ou onde ele deu esses supostos estudos bíblicos, não tem qualquer valor! Mostra verdadeira maldade de quem escreveu, pois além das vítimas serem cristãos bíblicos, associa-se a chacina “um dentre eles” o que não é verdade!!!

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  6. Qualquer Aluno Universitário
    Do 1° Semestre Em Psiquiatria
    Vendo Essa Foto Atestaria
    Distúrbio Mental Grave…

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  7. Marcos Daltro Silva

    O cara ATEU, várias queixas nas costas… de repente Veja coloca em letras garrafais que ele era “professor de estudos bíblicos ” baseado no linked in de um homônimo… Ah veja… vc já teve mais credibilidade.

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  8. Antônio de Oliveira Marques

    Se a arma na mão do atirador é a causa de mais esse acontecimento, a falta de arma na mão das vítimas é a causa de o atirador ter conseguido alvejá-las. A prova disso é a arma na mão do policial, sem a qual o atirador continuaria atirando.

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