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Justiça proíbe ‘barras bravas’ do Boca de entrarem nos estádios

Buenos Aires, 3 nov (EFE).- A Justiça da Argentina proibiu nesta quinta-feira que dois torcedores do Boca Juniors considerados violentos de entrarem nos estádio de futebol do país.

Em primeira instância, a juíza Carla Cavaliere tomou a decisão contra o atual chefe da torcida organizada ‘La Doze’, Mauro Martín, que depôs nesta quinta depois de ter sido visto no domingo fazendo um gesto obsceno em direção ao setor das arquibancadas onde se encontrava Rafael Di Zeo, que esteve à frente da facção há alguns anos.

Algumas horas depois, Cavaliere tomou a mesma decisão contra Di Zeo, que, junto a outros homens, quebrou roletas e câmeras de segurança no domingo, quando entraram a força no estádio La Bombonera.

As medidas foram adotadas pelo ocorrido antes da vitória do Boca sobre o Atlético de Rafaela, pela 13ª rodada do Torneio Apertura, que terminou com o placar 3 a 2 a favor dos donos da casa.

Di Zeo, antigo chefe de Martín, entrou no estádio pela primeira vez após pegar uma condenação de quatro anos de prisão.

Por conta dos distúrbios, o Comitê de Segurança Esportiva analisa a possibilidade de fechar La Bombonera, questão que o presidente do Boca, Jorge Ameal, considerou injusta, argumentando que a segurança nos estádios é responsabilidade do Estado. EFE