Relembre, em três vídeos, o clássico erótico ‘Emmanuelle’

Com a morte da holandesa Sylvia Kristel, que interpretou a personagem por nove filmes, Emmanuelle voltou à cabeça de muita gente. Confira cenas

Os filmes de Emmanuelle e a atriz que interpretava a personagem sexualmente liberada, Sylvia Kristel, vão ficar na memória de muita gente. Morta nesta quinta-feira de câncer no esôfago, Sylvia deu vida à sensual Emmanuelle, conhecida por viver um relacionamento aberto com seu marido nos longas que levavam no título o nome de sua protagonista.

Os primeiros filmes foram lançados na década de 1970 — o primeiro longa é de 1974 — e marcaram uma geração que queria a libertação sexual. E Emmanuelle conseguiu se inserir direitinho nesse momento histórico, com suas histórias de amor e sexo livre vividas em lugares exóticos.

O sucesso de Emmanuelle foi tão grande que, mesmo quando ela abandona o marido, no filme Adeus, Emanuelle (1977), a saga não termina e dá origem a outros seis longa-metragens, produzidos para a televisão em 1993: Para Sempre Emmanuelle, A Vingança de Emmanuelle, Veneza com Emmanuelle e A Magia de Emmanuelle. Relembre essa e outras histórias na lista abaixo:

Emmanuelle (1974)

No primeiro filme, a personagem Emmanuelle, de Sylvia Kristel, é apresentada como uma modelo que mora com seu marido Jean (Daniel Sarky) em Bangcoc, na Tailândia. Os dois vivem um relacionamento aberto e toleram romances fora do casamento, como o que se insinua entre Marie-Ange (Christine Boisson) e Emmanuelle. No primeiro episódio da saga, Emmanuelle também se interessa por Bee (Marika Green), uma arqueóloga, e depois por Mario (Alain Cuny), que já tinha se envolvido com Marie-Ange. 

Emmanuelle, a Anti-Virgem (1975)

Na sequência, ‘Emmanuelle, a Anti-Virgem’ (1975), a protagonista vai para Hong Kong para encontrar o marido – desta vez vivido pelo ator Umberto Orsini – e, lá, continua a viver diversas relações extraconjugais. 

Adeus, Emmanuelle (1977)

No terceiro filme, Emmanuelle e o marido continuam suas aventuras amorosas nas ilhas Seychelles. Mas as coisas fogem do controle e Jean (Umberto Orsini) demostra que não está tão feliz com o casamento aberto quando o relacionamento entre sua esposa e um cineasta, Grégory (Jean-Pierre Bouvier), começa a ficar sério. Pelo jeito, Emmanuelle também está cansada do casamento, pois, ao final do filme, ela abandona o marido e vai viver com o diretor de cinema em Paris.