A marcha mundial dos cientistas

É espantoso, mas as redes sociais e a parlapatice de Trump fizeram com que pesquisadores de setenta países saíssem às ruas para defender a ciência

É incrível que, em pleno século XXI, a comunidade científica de setenta países tenha saído às ruas em 22 de abril, um sábado, para dizer ao mundo que a ciência é relevante e insubstituível. Lá se vão séculos da era do obscurantismo, da magia, da religião esmagadora e da crença se sobrepondo às evidências científicas. Mas a poluição da verdade é tamanha no mundo contemporâneo que os cientistas resolveram promover a Marcha pela Ciência e difundir a ideia de que fatos científicos são mais críveis do que lorotas que circulam pela internet e bravatas de governantes. As manifestações atacavam primordialmente dois pontos: a leva de mentiras distribuídas pelo Facebook e afins e a forma como políticos, sobretudo o presidente americano Donald Trump, têm desprestigiado a ciência e menosprezado a verdade. Reportagem de VEJA analisa o significado dos protestos, que destacaram cartazes com dizeres como: “Tempo de reagir” (destaque em Londres); “Testamos hipóteses alternativas, não fatos alternativos” (Sidney); e “Não há planeta B” (Nova York).

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Comentários

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  1. A doutrinação religiosa infantil é insuperável. Pais adoecidos sentem prazer em emburrecer seus filhos.

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