O dia em que Gabrielli chorou

Como se lê no post A moral profunda da delicadeza (21h46), um chilique em público da ministra Dilma Rousseff acabou resultando no pedido de demissão do secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional, Luiz Antonio Eira. Essa rigidez,  especulei no post, pode ter origem no ânimo da antiga dirigente da VAR-Palmares. Vocês sabem: um grupo como […]

Como se lê no post A moral profunda da delicadeza (21h46), um chilique em público da ministra Dilma Rousseff acabou resultando no pedido de demissão do secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional, Luiz Antonio Eira. Essa rigidez,  especulei no post, pode ter origem no ânimo da antiga dirigente da VAR-Palmares. Vocês sabem: um grupo como aquele sabia endurecer — e como! Inocentes morreram em suas ações —, sem achar a ternura… Consta que Dilma só não grita com Lula, José Alencar e o senador Gim Argello (PTB-DF), seu mais recente conselheiro. Agora leiam o que informam Isabel Braga e Luiza Damé no Globo Online:

O pedido de demissão do secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional, Luiz Antonio Eira, após um desentendimento com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), preocupa peemedebistas. Para os que defendem o apoio do partido à candidatura de Dilma em 2010, episódios como esse, em que ela foi grosseira em público com o funcionário, reforçam o argumento dos que querem a aliança com o PSDB de José Serra e os que têm um pé atrás com Dilma devido a seu gênio forte.
(…)
O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, já foi visto chorando, após ser humilhado por Dilma, certa vez, numa conversa telefônica. Os embates entre os dois são freqüentes. Dilma se comporta como “chefa” do presidente da maior empresa da América Latina, já que preside o Conselho de Administração da Petrobras.
Ministros têm episódios de enfrentamento com Dilma, de maior ou menor gravidade, e reagem de maneira diferente. A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (PT-AC) tirava Dilma do sério por causa das exigências ambientais para liberação de obras. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, amigo de Dilma, costuma responder com bom humor às cobranças mais incisivas e aos gritos dela. Recentemente, numa reunião do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, Dilma deixou atônitos os governadores tucanos José Serra (SP) e Aécio Neves (MG) ao dar uma bronca em Bernardo.
Dilma não poupa adjetivos quando o trabalho realizado não lhe satisfaz. Imbecil é uma das palavras mais usadas por ela ao ver ordens não cumpridas.

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