Bando de marginais, eventualmente estudantes da USP, desafia a lei, fere policiais, ataca cinegrafista e ainda pede a renúncia de reitor. É a minoria bandida de sempre tentando impor sua vontade a 80 mil estudantes

Abaixo, escrevi um primeiro post sobre um tumulto na USP protagonizado por maconheiros. Leiam relato da VEJA Online. Na madrugada, ocupo-me de novo desses meliantes morais, que usam o dinheiro do povo, que sustenta a faculdade que fazem, para financiar o narcotráfico que vitima… o povo!!! Ah, sim: quem quiser defender o consumo de maconha […]

Abaixo, escrevi um primeiro post sobre um tumulto na USP protagonizado por maconheiros. Leiam relato da VEJA Online. Na madrugada, ocupo-me de novo desses meliantes morais, que usam o dinheiro do povo, que sustenta a faculdade que fazem, para financiar o narcotráfico que vitima… o povo!!! Ah, sim: quem quiser defender o consumo de maconha pode procurar blogs que abriguem essa opinião, eventualmente o site do STF. Na minha página, defensor de crime não fala, ou, por justiça, eu teria de dar a oportunidade também a ladrões, homicidas, pedófilos, sonegadores, a escória toda. Entenderam? É uma questão de lógica.

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A prisão de três estudantes que fumavam maconha dentro do campus da Universidade de São Paulo (USP) no início da noite desta quinta-feira provocou uma confusão entre alunos do curso de História e policiais militares. Dois PMs foram feridos na cabeça por pedradas jogadas pelos estudantes. Quatro viaturas da corporação foram destruídas pelos manifestantes. O cinegrafista da TV Bandeirantes, Milton Lara Carvalho, foi agredido e ficou ferido no rosto. Ele teve a moto derrubada e câmera danificada. “Estava filmando quando um dos estudantes me deu um tapa na cara”, contou Carvalho, que vai registrar boletim de ocorrência da agressão.

A polícia teve de usar gás lacrimogênio e spray de pimenta para dispensar os baderneiros, que queriam forçar a liberação dos estudantes da Geografia presos. Apesar da resistência, os três foram levados para o 91º DP, na Vila Leopoldina, mas tiveram de ir até lá no carro da diretora da Faculdade de História, Sandra Nitrine, que tentou o tempo todo evitar o tumulto. “A polícia só disparou gás depois que os estudantes jogaram um cavalete no carro da PM”, afirmou o tenente José Ricardo Caresi. “Os alunos detidos toparam sair do campus com a PM, mas os colegas não deixaram.”

Os três estudantes devem ser liberados nesta madrugada, depois de assinarem um termo circunstanciado. Eles foram autuados por porte de droga. A professora Sandra Nitrine, diretora da Faculdade de História tentou conter o tumulto. Agora, ela está na delegacia acompanhando os alunos presos.

De acordo com o relato de estudantes, por volta das 18h30, dois policiais militares abordaram três estudantes que fumavam dentro de um carro na entrada da Faculdade de História. Ao verem a droga, os policiais resolveram conduzir os alunos para a delegacia. Nesse momento, outros estudantes começaram um tumulto para impedir que os detidos entrassem na viatura. Foi aí que começou a pancadaria.

“O pessoal foi para cima da PM”, disse um aluno da História. Victor Ferreira, também estudante da faculdade, lamentou: “Os PM estavam quase cedendo e liberando os colegas quando chegou o reforço.” Após a saída dos policiais com os três presos, cerca de 300 estudantes organizaram um protesto em que pediam a renúncia do reitor Grandino Rodas, a retirada da PM do campus e a dissolução do Diretório Central dos Estudantes, que, para eles, foi conivente com a polícia. Entre os manifestantes, muitos fumavam maconha. “Eles fumam na cara dura”, constatou um dos seguranças da universidade.

A polícia militar passou a patrulhar o campus da USP em setembro, depois de um aluno da FEA ter sido morto no estacionamento da faculdade. A presença da PM no local foi aprovada pelo Conselho Gestor da universidade em maio.

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