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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

19:28 \ Partidos

A alegria do PMDB

Um pool de caciques peemedebistas foi ao gabinete de Michel Temer, ontem à noite, jogar conversa fora. Quem conhece essas noitadas, atesta:

- Eles devem ter falado mal da República inteira.

De fato, pelas quase três horas de conversa com Temer, Renan Calheiros, Romero Jucá, Eunício Oliveira e Valdir Raupp (entre outros) tiveram tempo para falar muita coisa. Mas um assunto em especial animou a noite peemedebista: o surto de Marco Maia na Câmara (leia mais em Sessão abandonada). Diz um peemedebista:

– Foi bom isso acontecer. Depois dizem que é o PMDB que briga por cargos.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

8:22 \ Congresso

Ao trabalho

Crise já passou

O PMDB do Senado vai se reunir nesta terça-feira para alinhar os trabalhos no ano. Ainda de ressaca com as confusões criadas nos últimos dias pelos lados da Câmara, os peemedebistas do Senado adotam um discurso paz e amor neste pré-carnaval. Veja Valdir Raupp:

- A crise já passou. O momento agora é de ajustar as coisas na bancada para trabalhar.

Por Lauro Jardim
6:02 \ Congresso

Tempo no namoro

Longe das cantadas do PMDB

A estratégia do PR para conter o assédio do PMDB sobre integrantes da bancada no Senado parece ter dado certo. Blairo Maggi, por exemplo, estava flertando com Renan Calheiros e Valdir Raupp (leia mais em Blairo no PMDB), mas virou líder da bancada e já não pensa (pelo menos nesse ano) em trocar o PR pelo ninho peemedebista. Ele diz:

– Agora, nem cantada eu tô querendo ouvir.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

19:38 \ Partidos

Motivado e trabalhando

Geddel esclarece: "estou motivado"

Alcançado pelo tiroteio no ninho peemedebista, Geddel Vieira Lima nega ter planos de deixar a Caixa Econômica Federal, garante “estar motivado e trabalhando”, e avisa que sabe quem está alimentado os rumores de sua eventual saída (leia mais em Carta de demissão). Diz Geddel:

- Não sou escritor para escrever carta de demissão. Estou motivado, trabalhando e fazendo o que tenho de fazer.

Além de dizer que está satisfeito com a vida de executivo da Caixa, Geddel aproveita para expor a insatisfação com Henrique Eduardo Alves. Para ele, transformar Alves em presidente da Câmara não pode ser uma prioridade do partido. Diz Geddel:

- Não vejo o porquê de tanto estresse só para eleger o presidente da Câmara. Acho que é um erro do Henrique. Não é prioritário eleger presidente da Câmara agora. Isso não pode ser prioridade para o partido.

Por Lauro Jardim
19:36 \ Partidos

Calmante no PMDB

Preocupado em acalmar os ânimos dos colegas peemedebistas, Henrique Eduardo Alves vai passar as próximas horas ao telefone, tentando desfazer o mal-estar com Moreira Franco (leia mais em Fechou o tempo no PMDB). Alves nega que tenha creditado a Moreira a movimentação peemedebista para tirar a pasta das Cidades do PP:

– Vou ligar para o Moreira para desfazer isso. Em nenhum momento ele ou o PMDB reivindicaram as Cidades.

Alves aproveita para desfazer qualquer mal entendido com Geddel Vieira Lima no caso da suposta carta de demissão. Diz Alves:

– Não sei de carta de demissão. Se ele pensasse em pedir demissão, eu seria o primeiro a tentar convencê-lo a não pedir. O Geddel é uma das pessoas mais importantes do PMDB, é um craque da política e do PMDB.

Por Lauro Jardim
17:03 \ Partidos

Fechou o tempo

Crise interna

Moreira Franco não gostou nem um pouco de saber que Henrique Eduardo Alves está dizendo que ele, Moreira, fez de tudo para ser nomeado ministro das Cidades. Há pouco, no twitter, Moreira saiu atirando assim em Alves:

– O líder Henrique Alves entrega a si mesmo: trabalha contra o seu partido para viabilizar projeto pessoal. Quer ganhar sem gloria!

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

12:22 \ Congresso

Briga PT-PMDB

Trad solta o verbo

Veja como a briga entre PT e PMDB corre solta nas redes sociais. O deputado peemedebista Fábio Trad, que preside a Comissão Especial do Código de Processo Civil, postou ontem texto no Facebook em que desce a lenha no partido de Dilma Rousseff (ele tem se estranhado com os petistas no Mato Grosso do Sul). Diz Trad:

- Preocupa-me a agressiva disposição do PT em monopolizar o aparelho estatal como se fosse a única força política do país. A impressão que tenho é que estão fortalecendo o governo as custas da fragilização do Estado.

Por Lauro Jardim
9:33 \ Congresso

Pela presidência

De olho na cadeira de Maia

Henrique Eduardo Alves vai perder o sono quando descobrir que o PSD de Gilberto Kassab já começou a se articular para disputar a presidência da Câmara em 2013.

Para concretizar a estratégia, o líder do PSD, Guilherme Campos, trabalha por um casamento providencial com o PSB de Eduardo Campos. Uma reunião de início dos entendimentos está marcada para esta quarta-feira, entre Campos e a líder socialista Sandra Rosado. Veja o que diz o líder do PSD:

- O cenário da atual presidência, com o acordo entre PT e PMDB, foi modificado pelo surgimento do PSD. O tabuleiro da correlação de forças na Casa mudou é há uma possibilidade concreta de a nossa candidatura acontecer.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

12:22 \ Governo

Ponteiros ajustados

Hora de conversar

Depois de um período submerso, Henrique Eduardo Alves reaparece hoje em Brasília para discutir com Ideli Salvatti e líderes petistas a agenda de votações da Câmara. O estresse nas relações com o governo e o próprio PT deve entrar na conversa.

Desde que precipitou a demissão de seu afilhado político Elias Fernandes da diretoria-geral do Dnocs, Alves tem evitado falar em público. Nesta manhã, foi ao Paraná, junto com Michel Temer, Gleisi Hoffmann e Mendes Ribeiro, para o velório do deputado Moacir Micheletto.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

17:02 \ Partidos

PMDB mordido

PMDB com ciúme

A ausência de Dilma Rousseff vai deixar os peemedebistas mais tranquilos para discutirem a recente crise nas relações do partido com o governo. Hoje, a leitura é de que está faltando bombeiro no ninho peemedebista. Tudo virou motivo para reclamação, até a nomeação de José Eduardo Dutra para a Petrobras (leia mais em A volta de Dutra). Um peemedebista resume o momento.

- Está todo mundo descontente, mas hoje a crise viajou. A crise é ela.

Por Lauro Jardim
10:32 \ Congresso

Crise é passageira

Um papo com Alves

Cândido Vaccarezza vai procurar Henrique Eduardo Alves, na próxima semana, para conversar sobre o litígio com o Planalto. Ainda de férias nos EUA, Vaccarezza aposta na boa relação que tem com Alves, “nós somos amigos”, para fazer com que o PMDB continue adestrado nas votações de interesse do governo. Diz Vaccarezza:

– Não conversei com o PMDB ainda, mas acho que isso é passageiro.

Por Lauro Jardim
9:21 \ Congresso

Pode piorar

Clima promete esquentar

Embora considere pesado o clima no relacionamento com o Planalto, a cúpula do PMDB no Congresso tem plena certeza de que, o que está ruim, pode piorar ainda mais. A disposição de Dilma Rousseff em seguir ceifando apadrinhados peemedebistas no governo não termina no Dnocs, acredita a cúpula peemedebista. Diz um deputado do partido:

– A gente só viu um capítulo dessa minissérie. Deixa acabar a história, porque vai ficar ainda pior.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

16:27 \ Congresso

O prato frio da vingança

Palco de futuras batalhas

A votação do projeto que cria o fundo de previdência complementar dos servidores federais será a primeira oportunidade para o PMDB mostrar a Dilma Rousseff que seu governo não consegue viver sem o apoio do “maior partido do Brasil” na Câmara.

O Planalto tem pressa na criação do fundo, porque ele vai igualar o teto da previdência dos novos servidores públicos federais civis ao dos trabalhadores do regime privado, gerando economia no futuro. Nada indica, porém, que os deputados peemedebistas (e até de outros partidos da base) terão o mesmo ímpeto em servir ao palácio. Ideli Salvatti que se prepare. Veja o que diz um peemedebista:

– Quem come o prato da vingança quente, acaba queimando a língua. Então, o PMDB ainda é base do governo. O prato da vingança a gente come frio.

Por Lauro Jardim
12:28 \ Brasil

Coronéis no poder

Kassab usa coronéis da reserva no governo

Chegou a trinta (de um total de 31)  o número de administradores regionais da prefeitura de São Paulo que são coroneis aposentados da PM paulista.

Aos poucos, Gilberto Kassab montou um time de coroneis de sua confiança, driblando os pedidos de indicação política para esses cargos.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

17:26 \ Brasil

Talk show do Geddel

Geddel Vieira Lima resolveu se aventurar no ramo jornalístico. No blog em que reúne notícias contra a administração petista de Jaques Wagner, Geddel montou uma espécie de talk show no qual entrevista convidados desconhecidos e até personalidades como FHC, entrevistado no final do ano passado.

Geddel arranca histórias famosas como quando FHC sentou na cadeira antes da hora, na disputa pela prefeitura de São Paulo em 1985, ou quando o ex-presidente apoiou Lula e o PT no segundo turno de 1989. Diz FHC:

- Lançamos o Covas como candidato a presidente, que não ganhou, mas ficou bem situado, e apoiamos o Lula naquela ocasião. Tentei negociar com o PT, mas vi que era impossível porque eles achavam que era uma revolução e não uma eleição.

Por Lauro Jardim
13:37 \ Partidos

Mal no PMDB

Surpreendido

A demissão de Elias Fernandes no Dnocs, já consumada no gabinete de Fernando Bezerra, não significa o fim da crise no ninho peemedebista. Ao contrário. Para os lados de Henrique Eduardo Alves ela só está começando.

Ao afrontar Dilma Rousseff para manter seu afilhado, Alves acabou comprando briga com os próprios caciques do PMDB. Alves, no afã de defender um interesse pessoal, colocou o partido inteiro em rota de colisão com o governo.

Até mesmo Michel Temer, que vinha auxiliando nas negociações, foi surpreendido com as doses cavalares de fígado impressas hoje nos jornais. Peemedebistas argumentam que Alves teve vários motivos justificáveis para trombar com o governo (ministérios inexpressivos, contingenciamento de emendas e cargos) em nome do PMDB, mas foi escolher justamente uma questão menor, envolvendo um cargo sem destaque, para desafiar Dilma. Diz um peemedebista:

– O que a gente estava esperando era uma ação estratégica, não isso. Ele levou o partido todo para uma causa pessoal e expôs o vice-presidente.

Por Lauro Jardim

Presidência em risco

No Planalto, a leitura é simples: quem compra briga com Dilma Rousseff, compra briga com a base governista. Em outras palavras, além de ficar mal com o PMDB, Henrique Eduardo Alves tornou nebuloso o seu próprio projeto de presidir a Câmara, em 2013.

Tudo por conta de declarações desafiadoras a Dilma que levaram o palácio a dar o golpe de misericórdia em Elias Fernandes no Dnocs (leia mais em Elias fora). Um peemedebista traduz a situação de Alves:

– Se agora que mexeram num indicado insignificante já acontece isso, imagina como será na presidência da Câmara? Ele vai mandar a mulher levantar da cadeira.

Por Lauro Jardim
12:06 \ Governo

Elias fora do Dnocs

Fim da linha para Elias

A pretexto de defender Elias Fernandes no Dnocs, Henrique Eduardo Alves acabou desferindo o golpe fatal em seu apadrinhado político, ao afrontar Dilma Rousseff com declarações publicadas hoje nos jornais.

Depois de intensa troca de telefonemas nesta manhã, entre Michel Temer, Gleisi Hoffmann, Fernando Bezerra e o próprio Alves, ficou acertada a saída de Elias (Bezerra vai cuidar disso ainda hoje). Como prêmio de consolação, Alves poderá indicar outro de seus afilhados para o cargo.

(Atualização, às 12h51: Alves acaba de anunciar no twitter a demissão de Elias, depois de uma conversa, ocorrida há pouco, entre o próprio Elias e Bezerra.)

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Temer na festa de Haddad

A presença de Michel Temer na cerimônia de lançamento informal da candidatura de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo deixou alguns peemedebistas que defendem a candidatura de Gabriel Chalita descontentes. Um peemedebista questiona:

- Se até a Marta Suplicy, que é do PT, boicotou o Haddad, porque o Temer teve que participar?

Por Lauro Jardim
19:43 \ Partidos

“Alves está molhando o partido todo”

Teve gente no PMDB que não gostou de ver Henrique Eduardo Alves dando conselhos sobre a suposta briga antecipada pela liderança da bancada peemedebista na Câmara.

Como a eleição só ocorrerá em fevereiro de 2013, Alves recomendou calma aos colegas ao afirmar que “quem sai na chuva muito cedo pode acabar se molhando muito” (leia mais em Disputa começou). Um peemedebista responde a Alves assim:

- É uma pena que ele só descobriu isso agora, porque colocou a candidatura dele há dois anos e, em vez de se molhar sozinho, está molhando o partido todo.

Por Lauro Jardim
19:41 \ Partidos

Tratamento desigual

A propósito de Henrique Eduardo Alves, um grupo dentro do PMDB da Câmara está esperando a primeira reunião de bancada chegar para reclamar da forma como Alves trata seus assuntos e os assuntos da bancada.

Os peemedebistas avaliam que Alves move montanhas para salvar Elias Fernandes no Dnocs, mas não mostra o mesmo empenho para evitar que Alexandre Padilha continue cortando cabeças peemedebistas na Funasa, por exemplo:

– A gente só queria que, quando o governo quebrasse um compromisso, ele fosse com a mesma vontade que está indo agora.

Por Lauro Jardim

Disputa começou

"Quem sai na chuva muito cedo pode acabar se molhando muito"

Se tudo sair como o PMDB sonha, dentro de pouco mais de um ano, Henrique Eduardo Alves deixará a liderança peemedebista da Câmara para assumir o comando da Casa.

A operação ainda precisa do aval da maioria dos 513 deputados e da disposição do PT de Marco Maia em cumprir o acordo de revezamento. Mas… Dentro da bancada de 78 deputados, a disputa pela cargo de líder já começou. Diz Alves:

– Já tem uns cinco ou seis de olho, mas estou tentando esfriar isso porque não é hora de discutir ainda. Quem sai na chuva muito cedo pode acabar se molhando muito.

Por Lauro Jardim
12:26 \ Governo, Partidos

Elias resiste

Direito ao contraditório

Mesmo com os dias de Elias Fernandes contados na Diretoria-Geral do Dnocs, virou questão de honra para Henrique Eduardo Alves e Michel Temer mantê-lo no cargo pelo menos até o Tribunal de Contas da União se pronunciar sobre as irregularidades apontadas pela CGU no órgão.

Os peemedebistas passaram a noite de ontem em reuniões para definir a estratégia. Evitando críticas a Fernando Bezerra, eles devem bater em outras áreas do governo, como o Planejamento de Miriam Belchior.

A reclamação dos peemedebistas é que Fernandes não pode ser responsabilizado, por exemplo, pelo pagamento indevido de 119 milhões de reais a título de complemento salarial aos servidores  do Dnocs. Diz um peemedebista:

– Esse pagamento foi autorizado pelo Planejamento. O Dnocs só cumpriu ordens. Então, vão demitir a Miriam Belchior também?

Por Lauro Jardim

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

18:12 \ Governo, Partidos

Degola certa

Depois de mais um dia de reuniões e conversas no gabinete de Michel Temer, até os próprios peemedebistas já estão convencidos: Elias Fernandes vai rodar da Diretoria-Geral do Dnocs. É questão de tempo.

Resta ao PMDB agora arrumar uma saída menos constrangedora para Henrique Eduardo Alves, padrinho de Fernandes, que lutou com insistência para livrá-lo da guilhotina. Um peemedebista resume o clima no partido:

- Existem dois peemedebistas que acreditam na demissão do Elias: um se chama Deus e o outro, Mundo.

Por Lauro Jardim
15:27 \ Congresso

De volta ao Congresso

De volta ao Congresso?

Integrantes da bancada do PMDB na Câmara e no Senado estão decididos a convocar Fernando Bezerra, na volta do Congresso, para explicar os motivos que levaram a acatar pedido de Henrique Eduardo Alves para manter Elias Fernandes no cargo de diretor-geral do Dnocs.

A leitura dos peemedebistas é de que, se tem alguém enrolado em irregularidades no Dnocs, esse é justamente Fernandes. A pressão nos bastidores está subindo. Diz um peemedebista:

– Como é que demite o diretor de administração e deixa o diretor-geral? Quem é que manda mais?

Por Lauro Jardim
13:33 \ Governo, Partidos

Guerra no PMDB

Pivô da crise

Quando Fernando Bezerra precisou enfrentar a Comissão Representativa do Congresso, no dia 12, para falar sobre o favorecimento de Pernambuco no rateio das verbas da Integração, Henrique Eduardo Alves apareceu como um de seus destacados defensores.

Bezerra não havia nem pisado no tapete azul do Senado e Alves já o aguardava para dar o primeiro abraço. Agora, a fatura do excesso de zelo chegou. Com o apoio de Michel Temer, Alves tenta evitar a demissão do enrolado diretor-geral do Dnocs, Elias Fernandes.

O problema é que, para satisfazer Alves, Bezerra comprou briga com a bancada do PMDB do Ceará. Os cearenses ainda não abriram a rebelião no partido, mas, em privado, têm falado cobras e lagartos sobre o favorecimento de Alves por Bezerra. A situação só piora.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

18:32 \ Governo

Exonerações continuam

Exonerações vão continuar

O deputado Danilo Forte foi até Fernando Bezerra hoje para tirar a limpo a exoneração do diretor administrativo do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas, Albert Gradvhol. Forte cobrou a decisão de tornar Gradvhol, na avaliação dele, um bode expiatório de irregularidades apontadas na pasta por um relatório da CGU.

Bezerra disse a Forte que não exonerou Gradvhol por conta da CGU, mas sim por mudanças que ele queria fazer nos quadros do Ministério da Integração. Mostrando indiferença ao pleito do PMDB cearense, Bezerra prometeu mais exonerações Diz Forte:

– Ele me disse que tem um plano de reestruturação e que as mudanças vão continuar.

Por Lauro Jardim
18:31 \ Governo, Partidos

Parceria em debate

"Há muito descontentamento com o governo"

Quem acompanha o desenrolar dessa aparente crise no Dnocs, entre Fernando Bezerra e o grupo do PMDB cearense de Danilo Forte avalia que Bezerra está tranquilo porque sabe que ainda conta com apoio de Eunício Oliveira.

É de Eunício a indicação do diretor de Infraestrutura do órgão e enquanto ninguém mexer no cargo as coisas vão continuar como estão: tranquilas.

Há ainda o fato de que a relação entre Forte e Eunício não é das melhores há muito tempo. Por via das dúvidas, na conversa que teve com Forte, Bezerra prometeu chamar Henrique Eduardo Alves para acertar futuros ajustes nos cargos de peemedebistas da Integração. Forte, no entanto, ameaça fazer barulho na bancada peemedebista da Câmara:

– Temos de fazer uma reunião para avaliar a nossa parceria com o governo. Há muito descontentamento e precisamos ver até onde vamos com isso.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

17:25 \ Partidos

Luíza e o PMDB

Luíza: o PMDB está de olho na vaga dela?

De um integrante da cúpula peemedebista irritado com a fama de fisiológico do partido:

- Daqui a pouco vão dizer que, agora que a Luíza voltou do Canadá, o PMDB quer indicar alguém para a vaga dela…

Por Lauro Jardim
6:02 \ Brasil

O PMDB na TV


O programa do PMDB que irá ao ar na noite de hoje deixará claro o movimento do partido para botar a eleição paulistana no centro do palco. O abre-alas do programa de dez minutos será justamente Gabriel Chalita, a aposta do partido para a prefeitira de São Paulo.

Somente após a fala de Chalita é que entrará Michel Temer – e, em seguida, mais de uma dúzia de líderes regionais do partido, como Sérgio Cabral, Eduardo Braga etc.

Chalita, no programa criado pelo marqueteiro Elsinho Mouco, da Pública, parabenizará São Paulo “a cidade de todos os brasileiros” que na semana que vem completa 458 anos e dirá que tem “um só pensamento: cuidar da nossa São Paulo”.

A campanha eleitoral, invadiu, portanto, os programas de TV dos partidos e já está no ar.

Por Lauro Jardim

 

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