O fanfarrão está com coceira na garganta? Pode resolver o problema quebrando o silêncio sobre a vigarista de estimação

Reunido com representantes da imprensa sindical numa sala do Instituto Lula, o palanque ambulante resolveu ampliar nesta terça-feira o colossal acervo de bravatas. “É o seguinte: eu estou no jogo”, avisou. Ninguém tentou descobrir a que jogo o chefe se referia. “Estou voltando, com muita vontade, com muita disposição, para a felicidade de alguns, para […]

Reunido com representantes da imprensa sindical numa sala do Instituto Lula, o palanque ambulante resolveu ampliar nesta terça-feira o colossal acervo de bravatas. “É o seguinte: eu estou no jogo”, avisou. Ninguém tentou descobrir a que jogo o chefe se referia.

“Estou voltando, com muita vontade, com muita disposição, para a felicidade de alguns, para desgraça de outros”. Voltando de onde?, perguntariam jornalistas de verdade. Os companheiros convidados para a “entrevista” afundaram no deslumbramento de quem testemunha uma aparição de Nossa Senhora.

O resto do recado nada tem de enigmático. Lula pretende alegrar os devotos da seita lulopetista e espalhar a desgraça entre os que não engolem o Chefe Supremo. Se não estivesse de férias, a oposição oficial já teria desafiado o fanfarrão: se não consegue conter a vontade de soltar o verbo, que tal quebrar o silêncio sobre o caso Rose?

Como mostra o post de 4 de abril de 2013, reproduzido na seção Vale Reprise, pelo menos 40 perguntas e dúvidas aguardam respostas ou álibis há 307 dias. O ex-presidente jura que está com coceira na garganta. Pode resolver o problema tentando esclarecer a história muito mal contada.

Fala, Lula.

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  1. Comentado por:

    JDavid

    Ao no colocarmos sobre o ditames do tempo, observamos,não que casualmente, coo todos os discursos se dissolvem e as mentiras, se tornam inócuas. Lula insiste, mas, se esquece, que o seu tempo já passou, na sua tentativa em continuar, nada mais, faz, que apagar os próprios rastros, tanto para ser seguido, como para não ser encontrado, apagando também, a sua história.
    Neste caso, o tempo, se coloca como um dinossauro a amassar pessoas ou até, come-las.
    Insistir, um exercício entregue em rascunho, inconcluso, ininteligível e além de feio.
    Notaram como a figura do Ministro Celso de Melo tornou-se, de contorno esquálido e de aspecto cínico?
    Resposta: Por que a mente e sua sábia consciência, impõe duros castigos ao corpo, quando não há equilíbrio intoxicam-se, ambos.
    Conclui-se, que o seu voto distorcido, atendeu, apenas, ao seu orgulho, imagem e satisfações pessoais. Um risco que se corre, ao agir inconscientemente.
    Agora, conte nos dedos as pessoas e suas ações e o definhamento do corpo, da matéria. Isto não é crença, religião ou maus presságios, é a completa insatisfação com os próprios atos, portanto o arrependimento diante da queda moral. Intolerável.
    Agora, tenta explica-se, culpar imprensa. Tentar sair, de alguma forma, da inquietude que se encontra.

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  2. Comentado por:

    Valentina de Botas

    De como não é pelo amor Ou de como noutras palavras somos muito românticos
    A razão não acomoda a alma, não é, Augusto? A modernidade nos trouxe a liberdade para descobrirmos angustiados como nossa subjetividade é coagida por convenções opressoras ou, no mínimo, limitadoras. Naquela Alemanha deprimida do século 18 sem um Estado, ainda estratificada em principados ensanguentados nas disputas entre católicos e protestantes, sobreveio a Wetherfieber. O nascente romantismo se manifestava na febre que levava ao suicídio jovens desiludidos com o amor, seguindo a lição do romântico rebelde que enfiou os pés na jaca: Goethe mostrava no suicídio, com seu “Os sofrimentos do jovem Werther”, a saída para aquele mal. Só que não era pelo amor. Quantas vezes tiver o Brasil decente de repetir que não cobra o caudilho jeca por seus amores, tantas vezes diremos que não nos interessa o caso dele com Rose, apenas o caso Rose. Como FHC e Miriam não vitaminaram com crimes o próprio caso, o Brasil que presta não discutiu o amor deles. Goethe discutia o amor apenas aparentemente nem falava de valores apenas estético-literários. Discutimos valores também monetários sem fofocar sobre ligações afetivas, pois a grana com que o jeca pagou à namorada a felicidade que o dinheiro pode comprar não era dele; o poder com que ele a revestiu para as traficâncias dela não pertencia a nenhum dos dois pessoalmente, mas à instituição máxima da república que ambos envileceram. É desse embricamento vigarista que o caso com Rose resulta no caso Rose, de polícia. E é só do último que o jeca tem obrigação de falar. Os arranjos que o marido jeca tem ou não com a primeira-dama e as promessas românticas do namorado jeca, cumpridas ou não, seriam só isso se só isso fossem. Acontece que era o presidente jeca bancando tudo com o dinheiro e o poder emanados do povo. A mistura delinquente entre público e privado encontra em Lula máxima expressão, arruinando valor fundamental da república. Tão contagiante quanto a Wertherfieber, o primitivismo político-moral lulopetista é o oposto sólido do romantismo que buscava desesperadamente a esperança de fuga de um mundo opressor da subjetividade, do sonho e da espontaneidade que se viam esmagados pela rigidez das razões da razão. Da mesma substância da opressão, o lulopetismo é só a soma dos afetos e da razão vigaristas de uma súcia que os sustenta com o roubo. O puro Werther suicidou-se não porque seu amor era impossível, mas porque sua subjetividade angustiada não encontrava lugar no mundo; o amor entre os jecas, anabolizado com o esbulho a um país, encontrou lugar no mundo organizado segundo a razão lulopetista que submete tudo à própria libido criminosa. Misturar amor a toda essa baixaria é só mais um ardil de quem faz da supremacia moral da mentira uma forma de opressão ao Brasil decente que, romântico sem jamais cogitar o suicídio nem desistir da liberdade, exige que o jeca conte somente o que não pode mais se calar. Um beijo

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  3. Comentado por:

    silvio

    Augusto, ele disse que está de “volta do jogo”. Deve ser do jogo de vagabundos. 0 cara não faz nada faz tempo, só fala, fala, fala, fala..

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  4. Comentado por:

    silvio

    A pizzaria Gigante que estou montando em Tatuí ainda não está pronta. Mas você está convidado para a inauguração. A pizza “chefe” da casa, será a Pizza STF Deu Cano.
    Obrigado pela lembrança, amigo. abração

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  5. Comentado por:

    Pedro Paulo Tulaki

    Eu nunca quiz nem quero cargo político nenhum, nunca votei nem pedi voto para auferir benesses, sempre o fiz por consciência política e de cidadania participei do movimento estudantil na Escola Técnica, do DCE da Faculdade Direito e do movimento sindical apenas por uma questão de cidadania, do mesmo jeito como hoje estou militando contra esse Partido de Traidores que está roubando os cofres públicos, privatizando e sucateando nossas empresas, construídas com os nossos impostos, eles estão vendendo o que não é de deles, o pré-sal não é da presid’anta nem do PT o pré-sal é do povo brasileiro, estou contra a irresponsabilidade demagógica destes irresponsáveis que estão quebrando a PETROBRAS já quebraram a ELETROBRAS nos condenando a apagões e racionamentos e estão desestabilizando a economia do País, distribuindo dinheiro do povo brasileiro com Cuba e perdendo dinheiro público nos calotes dos Paises do mercosul como Bolívia, Venezuela e o Paraguai, eles irão arruinar a Nação e todos nós pagaremos essa conta por muitos anos, espero que eles percam as eleições de 2014 logo no 1º turno para que não venhamos a ter uma ditadura de bandidos engravatados aqui.

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