Neili Santos Ferreira, diarista: o Brasil do Bolsa Família (parte 1)

Ela recebe R$ 20 por mês do governo, mas confessa que se daria por satisfeita com metade dessa quantia. “O Lula é um paizão”, diz a diarista que foi uma vez ao cinema e sobrevive precariamente com a renda familiar de R$ 1,8 mil. Admite que o país não vai bem, mas está feliz. Veja o que pensa o Brasil do Bolsa Família.   

Ela recebe R$ 20 por mês do governo, mas confessa que se daria por satisfeita com metade dessa quantia. “O Lula é um paizão”, diz a diarista que foi uma vez ao cinema e sobrevive precariamente com a renda familiar de R$ 1,8 mil. Admite que o país não vai bem, mas está feliz. Veja o que pensa o Brasil do Bolsa Família.   

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  1. Comentado por:

    Nádia

    Santa ignorância.E é essa ignorância que garante a popularidade do Lula.Essa mulher é a cara do povo.Acha que os R$20,00 que ganha de esmola é ajuda.Não adianta querer enfiar goela abaixo as verdades da nossa política,ela nunca entenderia.Parabéns sr.Presidente,acertou na veia.E parabéns Augusto Nunes,sua expressão era de desespero,no seu lugar eu teria vomitado.O povo brasileiro não tem estudo,discernimento e se faz de coitado pra levar o seu.De acordo com a pesquisa feita,uma família com a renda desta cidadã faz parte da classe média,então por que receber a esmola?

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  2. Comentado por:

    Felipe Maddu

    Nessa vocês realmente …
    O Felipe é até divertido de tão xiita. Mas nem eu nem os leitores sérios temos tempo a perder. Vou publicar o começo dos comentários cretinos só pra eles aprenderem como é jogar no lixo o que é besteira. Augusto

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  3. Comentado por:

    Felipe Maddu

    Olha só o que o radicalismo
    Outro comentário imbecil. Manda mais, Felipe.

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  4. Comentado por:

    Gustavo Almeida

    Caro Sr. Augusto Nunes
    Você conduziu uma das piores entrevistas que vi na minha vida. A constante condução da entrevistada a respostas prontas, por meio de perguntas fechadas, parciais, dotou a entrevista de profundo descrédito. Perguntas tolas, retóricas, infantilóides, feitas por uma pessoa despreparada para o exercício do jornalismo e, principalmente, para a condução de entrevistas.
    Por favor, Sr. Nunes, repense no seu modo de trabalhar e reflita quanto à maturidade das perguntas realizadas.

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  5. Comentado por:

    Willian Capobianco

    Adorei Neili.
    Perfeito, otimo, estupendo.
    O Lula é um paizao mesmo. Eu tambem voto no CANDIDATO que o Lula ” mandar”.

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  6. Comentado por:

    Antonio Carlos

    É incrivel a capacidade que os politicos tem de criar meios de manter a popularidade em alta mesmo em tempos de crise. O “bolsa familia” sem dúvida é uma dessas estratégias. Fazer com que as pessoas, menos intruídas (leia-se:nao instruídas), continuem a apoiar o governo pelo simples fato de receber uma mísera ajuda financeira mensalmente. A principal técnica é simples, manter a populaçaõ analfabeta e desprovida de qualquer senso crítico. Educar pra que? Para serem julgados por ela? Como disse Maqueavel, a única preocupação de quem busca o poder é “chegar nele, marter-se nele e, uma vez saindo, voltar pra ele de novo”, logo, as pessoas as quais eles politicos deverial representar que se danem. O “bolsa familia” é um tipico exemplo de como manter as pessoas alheias às realidades do seu dia a dia, como no caso dessa doméstica.

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  7. Comentado por:

    andregriebeler@bol.com.br

    Tá. E daí?
    E daí o quê? O neurônio está em pane?

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  8. Comentado por:

    GlorInha de Nantes

    Petralhas não suportam quando, inteligentemente, são confrontados. A verdade liquidifica-os e aos dogmas. São excrementos do organismo social. Ao espelho vêem o horrendo, o vil, o cruel, o imbecil, o sujo, o besta, o desonesto, um perfil dos homúnculos que são. Seriam cômicos, não fossem absolutamente podres!
    .
    A citação-resposta, nesta coluna nobre do jornalismo, já os prestigia demais! Entretanto, faz parte da minha diversão diária! Por gentileza, represente-me ao devolver o “excremento” ao “lixo sanitário”!
    .
    Assinarei cada #%&@{*}[~]+ que constar de sua providencial escatologia, em finíssima ironia! Obrigada!

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