Adélia Prado no Roda Viva

Nesta segunda-feira, a entrevistada do programa Roda Viva, transmitido pela TV Cultura, foi a poeta Adélia Prado. Confira:

Nesta segunda-feira, a entrevistada do programa Roda Viva, transmitido pela TV Cultura, foi a poeta Adélia Prado. Confira:

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  1. Comentado por:

    J.B.CRUZ

    Que dignidade..A melhor entrevista da T.V.(aberta,fechada, etc,etc,etc,),,do ano…..
    Despreendimento,entrega e amor ao próximo…
    Ainda acredito no ser humano, como um todo..

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  2. Comentado por:

    Reynaldo-BH

    Minas falando… Adélia recitando Minas. Parabéns pelo poema de ontem em forma de entrevista.

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  3. Comentado por:

    Mirian

    Programa bom pra caramba! ADOREI!

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  4. Comentado por:

    julio

    Caro Nunes, repetindo o que já disse noutro comentário, eta pessoinha linda, que dá vontade de pegar no colo!!!!

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  5. Comentado por:

    nancy correia

    Linda entrevista com essa criatura de alma tão transparente. O padre Fábio de Melo está sempre relembrando suas poesias em suas conversas, aliás ele faltou na bancada para entrevistá-la, acrescentaria muito.

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  6. Comentado por:

    Renato

    É de se destacar na entrevista o fato de “estarmos vivendo dias difíceis” numa “ditadura disfarsada”. Preocupante!

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  7. Comentado por:

    jotabe

    Não existe a adjetivo para descrever o prazer e o encantamento que é Adélia Prado. Parabéns à TV Cultura, ao Augusto Nunes e a nós também que a felicidade de receber esse mimo tão precioso que é a entrevista com ADÉLIA PRADO.

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  8. Comentado por:

    marcio roberto ferraz

    Adélia,eu com minha ignorância não a conhecia.Amei te conhecer.

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  9. Comentado por:

    Deonísio da Silva

    Querido Augusto,
    Vi e adorei o “Roda Viva” com a Adélia Prado, poeta de tão boa de poesia, ideia e alma.
    E, mudando de assunto, veja o que obteve no STF um jornalista gaúcho que você deve conhecer: Jayme Copstein.
    http://deonisio.blogspot.com.br/2014/03/jornalista-gaucho-derrota-desembargador.html
    Um abraço do Deonísio
    Jayme Copstein é ótima figura, meu querido amigo. abração. Augusto

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  10. Comentado por:

    Gilberto

    Parabéns pelo programa de ontem.
    Foi muito bom.

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  11. Comentado por:

    PAPAGAIO

    Muito bonito, heim dona Adélia, baixando filme pela internet !!!kkkkkkkkkkkk
    O Caro augusto ficou vermelho e pediu comercial kkkkkkkkkkkkkkk
    Mas gostei muito do que ela falou no programa, mostrou sua sinceridade.

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  12. Comentado por:

    MALABAR

    Diante do ceticismo assomado ao dia-a-dia de todos nós desencantados, ADELIA foi um presente Divino. Com uma pureza cáustica deixou lições sem lecionar, poesias sem recitar e fez a síntese do Brasil atual ao declarar a maldade diáfana impregnada na sociedade pela comunalha pelega de ocasião a partir do Estado que comanda. As lições de FÉ foram um oásis inesperado. GRANDE ESCOLHA Augusto.

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  13. Comentado por:

    Dulce Regina

    Augusto queridinho, vou divulgar o máximo que eu puder este programa . Simplesmente maravilhoso ! Adélia, sobre poesia : ” a poesia é bela, por isso é alegre “. Adélia, sobre a vida : ” existir é esquisito, temos que dar resposta à vida “. Adélia sobre o sofrimento : ” o sofrimento é importantíssimo, se sofremos em paz “. Adélia, no intervalo do último bloco : UAI ! Já está acabando ? Adélia, transparente : ” trair o que se está sentindo, detesto enfeites “. Adélia, falando sobre política – clara e explicita. Adélia, falando sobre religiosidade – mostrou toda sua alma. Sabe ? Vou assistir várias vezes este programa. Quero me embebedar da grandeza humana de ADÉLIA. Torço para que ELA leia meu comentário, pois fiquei ” encantada “. Boa noite, meu amigo ! Dulce Regina
    Obrigado, Dulce Regina. Um beijo

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  14. Comentado por:

    Pauta da vez

    dedin de prosa delicioso…
    poesia que passou voando

    Corridinho
    .
    Adélia Prado
    .
    O amor quer abraçar e não pode.
    A multidão em volta,
    com seus olhos cediços,
    põe caco de vidro no muro
    para o amor desistir.
    .
    O amor usa o correio,
    o correio trapaceia,
    a carta não chega,
    o amor fica sem saber se é ou não é.
    .
    O amor pega o cavalo,
    desembarca do trem,
    chega na porta cansado
    de tanto caminhar a pé.
    Fala a palavra açucena,
    pede água, bebe café,
    dorme na sua presença,
    chupa bala de hortelã.
    Tudo manha, truque, engenho:
    é descuidar, o amor te pega,
    te come, te molha todo.
    .
    Mas água o amor não é.
    .
    |Adélia Prado – Poesia Reunida,
    Siciliano – 1991, São Paulo.|
    .

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  15. Comentado por:

    Sonia A. S.

    Adorável Adélia. O melhor exemplo de como o grandioso pode ser simples e ganha maior porte por isso mesmo!
    Amo sua obra e reverencio a autora. Obrigada a Augusto por tê-la apresentado no programa que tem sido a catarse do povo que pensa. Foi um presente maravilhoso.

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  16. Comentado por:

    L. E. Monteiro

    Adélia Prado emite a forte luz que não ofusca, mas alumia o caminho. Que bela esta noite clara!

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  17. Comentado por:

    Maria Augusta

    Ontem, vi Adélia no Roda Viva. Hoje, vi Adélia no SESC Vila Mariana. Considero-me uma privilegiada.

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  18. Comentado por:

    Sonia A. S.

    Adélia Prado, disse uma vez a Jô Soares que o nome de seu livro de poemas – Oráculos de Maio – se deve ao fato de que considera a poesia um oráculo, um dom profético.
    É a poesia, é a leitura em alguns casos, um instrumento de meditação? Pode levar-nos a adentrar os mistérios, conduzir-nos às respostas que tanto desejamos sobre nossa origem, as razões de nossa existência humana? Sobre o clássico “de onde viemos, para onde vamos?”
    A poesia de Adélia Prado surpreende o leitor por sua clarividência. Conhecendo-lhe as origens de cristã, católica praticante – que faz questão de manter cultuadas – sua criação sob as normas conservadoras de Minas Gerais, mais surpreso ainda fica o leitor : ela derrama sobre o verso a sua indagação cósmica, a sua adivinhação mítica, usando muitas vezes a linguagem proibida às “boas famílias” de que faz parte… mantendo, contudo, respeitável e intata a sua tradição. O poeta pode tudo, tem todos os direitos enquanto se move no mundo que lhe pertence, e transcende o banal, o chulo, alcançando a dimensão da divindade. Em Oráculos de Maio, logo de início, ela implora – evidentemente a Deus, desafiante:
    “ Por que não gritas, Tu mesmo,
    a miraculosa trama dos teares,
    já que a Tua voz reboa
    nos quatro cantos do mundo? ”
    ***
    E mais adiante, como quem estivesse cansada de escrever e desejasse uma vida simples, sem os louros da produção literária:
    Ó Deus,
    Me deixa trabalhar na cozinha,
    nem vendedor nem scrivão,
    me deixa fazer Teu pão.
    Filha, diz-me o Senhor,
    eu só como palavras.
    (Ave, Adélia)

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  19. Comentado por:

    Léa Nilse Mesquita

    Augusto querido,
    Seu programa deve ter dado o maior ibope aqui em Minas. Hoje já recebi três e-mails (um deles de um mineiro que mora na Alemanha), todo mundo comovido. Adélia, como você observou, é sempre e em tudo poesia altíssima, até mesmo nas bobagens da velhice juvenil, de ir a passeata dos centavos. Muito obrigada por este Roda Viva, o programa que mostra um brasileiro quase inacreditável, um colunista político que curte poesia.
    Um beijo, Léa.

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  20. Comentado por:

    Valentina de Botas

    O programa foi espiritualmente lúdico, uma lindeza. Adélia Prado é essencial, uma formosura. Penetro-me da poesia dessa mulher, uma brandura. A tua condução, Augusto, de profissionalismo lírico; e a bancada, de rara felicidade. E, em cinco minutos dentro do meu coração, lá se foram 90 na televisão. Um beijo
    Um beijo, Valentina.

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  21. Comentado por:

    Alaer Garcia

    Muito boa entrevista, como se diz – o proprio mineiro- Oh !mineirinha danada´!
    Ela esta atualizada e sincera . Falou o tempo todo das memorias e autobiografia, e esqueceu ( Oh! memoria ) de dizer quem ja tinha feito isso – Oh ! Deus !!! – Foi Sto Agostinho ha 1600 anos !!
    Uma pena …

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  22. Comentado por:

    geroldo zanon

    Até os intelectuais já estão contra o PT

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  23. Comentado por:

    Vera

    Foi uma delícia a entrevista com Adélia Prado. Uma mulher delicada, inteligente e muito simpática.
    Um abraço, Vera.

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  24. Comentado por:

    Maria Luz

    Que simpática e cativante pessoinha! Simples, sincera, comovente e corajosa em posicionar-se politicamente e criticar o feminismo. Sua bela poesia é expressão de sabedoria de vida e de uma consistente espiritualidade, que faz meditar. Gostei do que falou sobre a dor de viver. Realmente, viver é bom mas doi, e como, surpreendendo-nos inexplicavelmente. Obrigada,Augusto por colocar este excelente programa em seu blog. É quando posso assistir. Assim tb. se tem a oportunidade de vê-lo em outras oportunidades. Continue entrevistando pessoas dessa grandeza para enriquecer nossas mentes e espíritos.
    Um abraço, Maria Luz.

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  25. Comentado por:

    Marco Mesquita

    Eu do alto da minha ignorância, nunca li nada dessa autora, mas depois de assistir a essa entrevista, ela me cativou tanto, que figura doce, que vou começar imediatamente a procurar os livros dela

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  26. Comentado por:

    joão

    Que pessoa especial!

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  27. Comentado por:

    Adalberto Queiroz

    Que maravilha saber que temos uma concidadã e contemporânea, visionária. A poetisa e Profeta Adélia, ou simplesmente, dona Adélia! Acorda, Brasil. E vocês, intelectuais de “esquerda”, concluam: Erraram! O PT precisa sair do poder. Resgatemos a decência.
    Obrigado, Augusto N., por compartilhar essa bela entrevista.
    Adalberto.

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