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TST aumenta multa a ser paga por petroleiros em greve

Sindicatos e federações que representam a categoria terão que pagar multa diária de 2 milhões de reais caso mantenham as paralisações

Por Da redação - Atualizado em 30 Maio 2018, 19h09 - Publicado em 30 Maio 2018, 19h03

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu aumentar para 2 milhões de reais a multa diária a ser paga pelas entidades sindicais dos petroleiros, em razão do descumprimento de uma ordem judicial que os obrigava a se abster de paralisar suas atividades por 72h a partir desta quarta-feira, 30.

No total, 18 entidades de classe (sindicatos e federação) estão sujeitas à penalidade, cuja decisão foi proferida hoje pela ministra do TST Maria de Assis Calsing. A multa de dois milhões de reais vale tanto para o caso de continuidade do movimento grevista quanto para a hipótese de ação dificulte o livre trânsito de pessoas.

 

Ontem, a ministra já havia determinado às entidades sindicais dos petroleiros que desistissem de iniciar a greve, sob pena de multa diária no valor de 500 mil reais.

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) também disse ontem que a greve da categoria não causará problemas de abastecimento de combustível no país.

“Os tanques das refinarias estão abarrotados de derivados de petróleo, em função dos protestos dos caminhoneiros. A nossa greve é para defender o Brasil, é para que os brasileiros paguem um preço justo pelo gás de cozinha e pelos combustíveis”, afirmou o coordenador-geral da FUP, José Maria Range.

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