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Quatro casos de marcas detonadas por acusações de racismo

A Dior foi a mais nova grife envolvida em polêmicas

Por Da Redação - Atualizado em 20 set 2019, 09h28 - Publicado em 20 set 2019, 06h30

• Dior
Duas semanas após o início de uma campanha publicitária, a marca foi obrigada a pedir desculpas pela veiculação de um comercial sobre seu novo perfume. Estrelado por Johnny Depp (foto), o vídeo conta com diversas cenas inspiradas em imagens de indígenas americanos e gerou controvérsia ao relacioná-los a um produto batizado de Sauvage (selvagem, em português).

• Prada
Em 2018, a grife italiana foi forçada a retirar chaveiros com figuras de macacos de suas prateleiras devido a acusações de racismo. As chamadas criaturas “Pradamalia”, destacadas na vitrine da loja da marca no SoHo, em Nova York, provocaram indignação por seus lábios vermelhos exagerados, que lembram caricaturas blackface.

• Katy Perry
Collections A cantora criou uma coleção de sandálias e mocassins pretos com o desenho de um rosto com lábios grandes e vermelhos. Após divulgação das imagens dos produtos, ela foi acusada de racismo. Em pouco tempo, os itens saíram de circulação, deixando de ser vendidos em locais como as lojas Walmart. Em sua tentativa de explicação, Katy disse que o artigo foi “elaborado como um aceno à arte moderna e ao surrealismo”.

• Marc Jacobs
O estilista produziu em 2016 um desfile com modelos brancas que usavam dreadlocks. Quando criticado, Jacobs comparou o uso de dreads por brancas ao alisamento de cabelo feito por algumas mulheres negras e acusou seus críticos de ter “mentes fechadas”. Após continuar a receber duras censuras, o estilista mudou sua opinião e pediu perdão pela “falta de sensibilidade”.

Publicado em VEJA de 25 de setembro de 2019, edição nº 2653

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