Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

Loggi é o mais novo unicórnio brasileiro

Startup de tecnologia que conecta empresas, consumidores e motofretistas é a oitava do país a ser avaliada em US$ 1 bi, após rodada de investimentos

Por Daniel Bergamasco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 17 mar 2021, 16h31 - Publicado em 5 jun 2019, 09h17
Os fundadores Arthur Debert e Fabien Mendez na sede da startup, na região da Avenida Paulista
Os fundadores Arthur Debert e Fabien Mendez na sede da startup, na região da Avenida Paulista (Ivan Dias/VEJA)

A Loggi, empresa paulistana de entregas por moto, acaba de atingir o valor de mercado de 1 bilhão de dólares e se tornar, assim, o oitavo unicórnio brasileiro, após uma rodada de investimentos de 150 milhões de dólares. Os investimentos foram feitos por SoftBank, Microsoft, GGV, Fith Wall e Velt Partners.

São chamados “unicórnios” as startups que atingem o valuation de 1 bilhão de dólares ou mais. O termo surgiu como referência às lendas do Vale do Silício que inspiram os sonhos de empreendedores do mundo todo.

Até agora, outras sete empresas brasileiras haviam chegado lá: 99, iFood, Movile, Nubank, Gympass, Stone e Arco Educação.

motoboy loggi
Motofretista da Loggi com o tradicional baú azul da empresa: presente em 36 cidades brasileiras (Divulgação/Loggi/.)

Presente em 36 municípios brasileiros, que juntos concentram 35% da população do país, a Loggi é conhecida no trânsito das grandes cidades pelo baú azul das motos usadas em suas entregas. A empresa foi fundada em 2013 pelo francês Fabien Mendez, o CEO, e pelo brasileiro Arthur Debert, Head de Produto. Hoje, ocupa um prédio na Alameda Santos, na região da Avenida Paulista.

“Tornar-se um unicórnio nunca foi um objetivo em si, mas é um marcador de que estamos no caminho certo”, diz, em português fluente, Fabien Mendez, que chegou ao Brasil para fazer um intercâmbio acadêmico na Fundação Getulio Vargas.

O fundo japonês SoftBank, que integra a atual rodada de investimentos, já havia anunciado uma injeção de 111 milhões de dólares na empresa em outubro de 2018.

Continua após a publicidade

Com o novo aporte de 150 milhões de dólares, a Loggi investirá prioritariamente em tecnologia. “O foco principal são pessoas. Queremos capacitar mais de 1.000 engenheiros nos padrões de qualidade do Vale do Silício, em áreas como inteligência artificial e inteligência de dados”, diz.

Área de relaxamento no 1º andar da empresa: ambiente informal
Área de relaxamento no 1º andar da empresa: ambiente informal (Ivan Dias/VEJA)

A empresa tem hoje aproximadamente 20.000 motofretistas cadastrados na plataforma, que realizam entregas para empresas como Dafiti, Mercado Livre e McDonald’s. A Loggi não é concorrente da paulistana iFood ou da colombiana Rappi, mas parceira de ambas, que usam a rede de colaboradores para atender suas clientelas. Uma das marcas divulgadas é o fato de nenhuma morte no trânsito ter sido registrada durante as entregas.

Colaborou André Siqueira

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

O Brasil está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por VEJA.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.