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IPCA-15 varia 0,20% em novembro, puxado por despesas pessoais

IBGE divulgou a prévia da inflação do mês de novembro nesta quarta-feira

Por Camila Pati Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 nov 2025, 09h02 • Atualizado em 26 nov 2025, 09h27
  • IBGE divulgou nesta quarta-feira, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) de novembro. A prévia da inflação do mês foi de 0,20%, acima das estimativas de mercado, puxada por aumentos nos preços de hospedagens e pacotes turísticos, que influenciaram a alta nas despesas pessoais. As  projeções da Reuters apontavam para alta de 0,18% no mês e de 4,49% em 12 meses, acima das variações de 0,18% e 3,94% registradas no última divulgação. No acumulado do ano o IPCA-15 avançou 4,5%.

    Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em novembro. A maior variação e o maior impacto positivo vieram de Despesas pessoais, que aumentaram 0,85% e foram responsáveis pela alta de 0,09 p.p. no índice. Esse grupo subiu com altas em hospedagem (4,18%) e nos preços de pacotes turísticos (3,90%).

    Em segundo lugar,  Saúde e Cuidados Pessoais  variaram 0,29%, influenciados pela alta nos preços dos planos de saúde. O grupo Transportes subiu 0,22%. Saúde e Transportes juntos colaboraram com o segundo maior impacto no índice geral: 0,04 p.p. As demais variações ficaram entre o recuo de 0,20% de Artigos de residência e o aumento de 0,19% em Vestuário.

    O IPCA-15 é calculado a partir da variação de preços entre o dia 16 de um mês e o dia 15 do mês seguinte, servindo como prévia do IPCA, considerado o índice oficial de inflação no Brasil.

    Projeções de inflação

    Nas últimas semanas a projeção do mercado financeiro para a inflação oficial do país em 2025 entrou no intervalo definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A meta de inflação é de 3%, com limite de tolerância até 4,5%. O Boletim Focus, desta semana, a pesquisa que o Banco Central faz com agentes  de mercado e economistas indica que a estimativa é que a inflação oficial encerre o ano em 4,45%. A pesquisa também mostra que o mercado já aposta em um corte maior de juros no próximo ano.

     

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