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Em ‘encruzilhada’, Twitter vê suas ações atingirem mínima histórica

Papéis fecharam a 14 dólares nesta terça, menor valor desde a abertura de capital, em 2013; empresa tenta ampliar base de usuários e puxar para cima gastos de anunciantes

Por Da Redação 3 Maio 2016, 18h44

As ações do Twitter negociadas na Bolsa de Nova York fecharam nesta terça-feira em queda de 2,78%, negociadas por 14 dólares, seu menor valor de fechamento desde que a companhia abriu seu capital, em novembro de 2013. Ao longo do dia, os papéis da empresa chegaram a descer a 13,90 dólares, também o menor valor pré-fechamento já registrado.

Com o declínio desta terça, o valor de mercado da empresa desceu a 9,7 bilhões de dólares. Na semana passada, antes da divulgação de seu balanço trimestral, o valor de mercado da companhia era de 14 bilhões de dólares.

Os números contrastam com o cenário de apenas um ano atrás, quando as ações do Twitter valiam 52 dólares; nos últimos doze meses, seus papéis perderam dois terços de seu valor. Essa desvalorização reflete a impaciência do mercado com uma série de mudanças promovidas pela companhia para tentar atrair novos usuários, o que ainda não surtiu os efeitos esperados.

Em meio a esforços para aumentar sua base de usuários e, em paralelo, elevar os gastos dos anunciantes, o Twitter está em uma encruzilhada. “A empresa tem que provar que pode resolver os problemas de produto antes que os usuários deixem o serviço para sempre”, disse o analista Ben Schachter, da Macquarie, em relatório. As mudanças na companhia incluíram a saída de quatro de seus nove executivos, anunciada em janeiro.

Liderada pelo co-fundador Jack Dorsey, a empresa informou na semana passada que tinha em março 310 milhões de usuários ativos mensais, em média, ou 5 milhões a mais que no quarto trimestre de 2015. A companhia também reportou uma queda no gasto de anunciantes e receita de 594,5 milhões de dólares, número perto das menores expectativas do mercado.

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As perspectivas para o Twitter nos próximos meses não são muito positivas. A previsão da companhia para a receita do segundo trimestre ficou bem abaixo do esperado por Wall Street. Dos dezoito analistas que acompanham seus papéis, pelo menos dezesseis reduziram expectativa de preços para a as ações da empresa.

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(Da redação)

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