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Dólar abre em queda nesta quarta-feira

Moeda pouco oscilou na primeira hora da manhã, mas segue com queda de aproximadamente 0,40%, a 2,12 reais

Por Da Redação
12 jun 2013, 10h31

Depois de fechar em queda de 0,4% na terça-feira, a 2,147 reais, o dólar abriu também em baixa nesta quarta-feira. Poucos minutos após a abertura da sessão, a moeda americana era cotada a 2,1260 reais, queda de 0,49%. Nos 30 minutos seguintes, a cotação mudou pouco e, às 9h40, atingiu 2,1275 reais (-0,42%). O mercado está atento aos próximos movimentos do Banco Central (BC) que interveio dois dias seguidos para tentar conter o avanço da moeda norte-americana.

Leia mais: BC atua, mas dólar alcança maior nível desde abril de 2009

Na terça-feira, a moeda oscilou entre 2,14 e 2,16 reais ao longo do dia, após o Banco Central intervir no mercado de câmbio por meio da venda de contratos de dólar no mercado futuro – o chamado swap cambial. O BC vendeu, nesta terça-feira, 50 mil contratos – 32 mil contratos com vencimento em 01/08/2013 e 13 mil com prazo final em 02/09/2013.

Na segunda-feira, o BC também realizou dois leilões de swap cambial para conter a desvalorização do real. Mesmo com o movimento, a cotação no fechamento foi a 2,1480 reais, alta de 0,56%. Se a tendência de alta persistir, a moeda americana pode bater novo recorde em quatro anos – a cotação mais alta de fechamento até agora foi a de segunda-feira. Antes disso, a última alta deste nível havia sido em 30 de abril de 2009 (2,1880 reais).

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O movimento de alta pode ser explicado, em parte, pela expectativa de mudança da política monetária dos Estados Unidos. O Federal Reserve, banco central americano, cogita reduzir seu programa de recompra de títulos públicos e tal movimento poderá minar a liquidez no mercado financeiro global. Diante de tal cenário, o real e grande parte das divisas estrangeiras têm perdido valor ante a moeda americana.

O fim dos estímulos do Fed afeta diretamente o mercado futuro de títulos de dívida americana. Desta forma, torna-se mais rentável aproveitar a onda de valorização que poderá atingir o mercado de títulos americanos do que investir em países emergentes.

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