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Bovespa opera em alta, e dólar recua

Pela manhã, Ibovespa avançava 1,72% e moeda americana era cotada a R$ 3,95 devido ao avanço no preço do petróleo

A Bovespa começou o dia com o pé direito graças ao forte avanço, de mais de 2%, das ações da Petrobras, Vale e bancos. Já no exterior, o humor segue misto, com os futuros de Nova York em alta moderada e as bolsas europeias no vermelho.

Às 12 horas, o Ibovespa subia 1,72%, aos 39.259 pontos. As ações preferenciais e ordinárias do Bradesco tinham alta de 4,54% e 4,26%, respectivamente. As ações preferenciais da Vale subiam 3,35% e da Gerdau e Usiminas 4,31% e 4,26%, respectivamente. Já as ações ordinárias da Petrobras subiam 2,33%, sendo cotadas a 6,16 reais, e as preferenciais, 1,40%, a 4,34 reais. Às 12h10, as ações ordinárias da Petrobras subiam 2,33%, sendo cotadas a 6,16 reais, e as preferenciais, 1,40%, a 4,34 reais.

As ações do Bradesco estavam entre as maiores altas, após o banco ter cancelado o aumento do capital no valor de 3 bilhões de reais por subscrição particular, alegando volatilidade dos mercados acionários no Brasil e exterior.

Petróleo contribuiu – O dólar recuava em relação ao real nesta quarta-feira, influenciado pelo avanço dos preços do petróleo, mas investidores ainda adotavam cautela diante de preocupações com a situação política e econômica do Brasil.

Às 11h50, a moeda americana recuava 0,74%, a 3,9564 reais na venda.

Os preços do petróleo voltavam a subir nesta quarta-feira após o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, indicar que o país está aberto a reunir-se com a Opep, alimentando esperanças de um corte na produção da commodity em meio à persistente sobreoferta global.

O cenário local continuava sendo motivo de apreensão, com o retorno das atividades parlamentares trazendo de volta aos holofotes o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

A reunião do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, com representantes da Moody’s também atraía atenções. A Moody’s é a única das três principais agências de classificação de risco a manter o selo de bom pagador internacional do Brasil, mas colocou a nota do país em revisão para rebaixamento em dezembro.

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(Com agência Reuters)