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BC chinês quer mais rapidez para liberalizar yuan

Desde anúncio de detalhes das reformas econômicas, o presidente da instituição demonstra intenção de acelerar ritmo das mudanças

Por Da Redação 20 nov 2013, 10h15

Com uma mudança no tom e na linguagem, o presidente do Banco Central da China, Zhou Xiaochuan, tem sugerido mais urgência na adoção de mudanças econômicas no país, especialmente a reforma cambial e a liberalização da taxa de câmbio.

A instituição tem consistentemente sinalizado sua intenção de liberalizar os mercados financeiros e permitir que o yuan seja negociado mais livremente. Na semana passada o alto escalão do Partido Comunista detalhou ousadas reformas econômicas e sociais. Desde então, Zhou tem sugerido urgência na adoção de mudanças, embora não tenha apresentado qualquer calendário específico. Ele prometeu no sábado que iria “retirar todos os empecilhos para aprofundar as reformas do setor financeiro”.

“O Banco do Povo da China (BC do país) ainda está intervindo fortemente para evitar que o yuan aprecie mais”, disseram os economistas do RBS Louis Kuijs e Tiffany Qiu em relatório a clientes, fazendo referência aos fluxos de comércio do dólar e à especulação de que estariam colocando pressão para o iuane subir. “A liberalização da moeda implicaria uma grande valorização em relação ao dólar, algo para o qual acreditamos não existir apetite agora.”

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(com agência Reuters)

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