BLACK FRIDAY: ASSINE a partir de R$ 1 por semana
Continua após publicidade

Banco Central Europeu age para combater risco de deflação

Banco cortou suas taxas de juros para mínimas recordes e reduziu taxa de depósito abaixo de zero

Por Da Redação
5 jun 2014, 09h26

O Banco Central Europeu (BCE) decidiu cortar as taxas de juros para mínimas recordes nesta quinta-feira, e levou sua taxa de depósito para -0,10%, buscando combater o risco de deflação na zona do euro. A principal taxa de refinanciamento foi para 0,15% e a taxa de empréstimo, para 0,40%.

A decisão de cortar era amplamente esperada depois que o presidente do BCE, Mario Draghi, disse no mês passado que o Conselho estava “confortável em agir da próxima vez”, mas que primeiro queria ver projeções econômicas atualizadas.

O banco disse ainda que vai anunciar mais medidas de política monetária para potencializar os efeitos sobre os preços. A baixa inflação, que ameaça chegar a taxas negativas, é considerada um indicador de baixo consumo e, consequentemente, de Produto Interno Bruto (PIB) fraco.

Em maio, o índice de preços ao consumidor da zona do euro desacelerou inesperadamente para 0,5% na comparação anual, segundo a agência de estatísticas da UE (Eurostat). Economistas esperavam que o índice de preços ao consumidor permanecesse no nível de abril, de alta de 0,7%.

Continua após a publicidade

Leia também:

Europa cresceu apenas 0,2% no 1º trimestre

Inflação na zona do euro desacelera para 0,5% em maio

Continua após a publicidade

Espanha vai anunciar plano de 6,3 bilhões de euros

Grã-Bretanha – O banco central britânico também manteve, nesta quinta-feira, sua taxa de juros na mínima recorde de 0,5%. Em fevereiro, a autoridade monetária indicou que o segundo trimestre de 2015 seria o período mais provável para o aumento da taxa de juros na Grã Bretanha. A decisão priorizou o estímulo ao crescimento econômico do país, mas deixou de lado a alta de preços de imóveis e o crescimento do consumo.

No entanto, com a divulgação de dados econômicos melhores do que o esperado, com exceção da inflação que recuou para a mínima de quatro anos de 1,6%, expectativas do mercado passaram a apontar uma elevação nos primeiros três meses do ano que vem.

Continua após a publicidade

(com agência Reuters)

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

A melhor notícia da Black Friday

Assine VEJA pelo melhor preço do ano!

BLACK
FRIDAY

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana

a partir de R$ 1,00/semana*
(Melhor oferta do ano!)

ou

BLACK
FRIDAY
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

a partir de R$ 29,90/mês
(Melhor oferta do ano!)

ou

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas. Acervos disponíveis a partir de dezembro de 2023.
*Pagamento único anual de R$52, equivalente a R$1 por semana.