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Aéreas devem ganhar espaço em Congonhas

De acordo com o ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, o governo pretende anunciar as mudanças nas regras para o uso do espaço nos próximos 15 dias

Por Da Redação
26 jul 2013, 13h02

O governo estuda a ampliação da capacidade do aeroporto de Congonhas e pretende anunciar as mudanças nas regras para o uso do espaço nos próximos 15 dias, disse na quinta-feira, o ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Moreira Franco. O aeroporto funciona atualmente com capacidade de 34 slots por hora (movimentos de pouso ou decolagem) – trinta para companhias aéreas e quatro para aviação executiva.

A decisão sobre slots está sendo analisada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que pretende ouvir a Infraero e o Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) para ter uma posição sobre o tema�, disse Moreira Franco. O governo discute desde o início do ano novas regras para viabilizar a entrada de novas companhias aéreas em Congonhas, principalmente a Azul. A ampliação da capacidade do aeroporto foi um pedido da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear).

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Um dos temas que chegou a ser discutido foi a transferência dos slots da aviação executiva às companhias aéreas. O presidente da Anac, Marcelo Guaranys, disse, no entanto, que a aviação executiva manterá seu espaço no local. �As duas operações podem conviver.� A Anac estuda uma solução para aumentar os voos das companhias aéreas em Congonhas sem remover a aviação executiva ou ampliar a capacidade do aeroporto. A fórmula seria �oficializar� o movimento extra de pousos e decolagens, que já existe na prática.

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Apesar de ter sua capacidade limitada a 34 movimentos por hora, Congonhas opera com mais de quarenta. �Além dos 34 slots por hora, existem �slots de oportunidade� que são aproveitados pela aviação executiva. Estamos avaliando formas de transformá-los em movimentos planejados para atender as companhias aéreas�, disse.

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Redistribuição – A SAC colocou em consulta pública uma proposta que prevê uma redistribuição total dos espaços em Congonhas entre as companhias aéreas, considerando critérios como participação de mercado e oferta de voos regionais. A mudança implicaria a transferência de slots de Gol e TAM para a Azul. Ao distribuir espaços, a Anac pode aplicar normas mais rígidas de regularidade e pontualidade, que retiraria slots das empresas menos eficientes. Moreira Franco e Guaranys disseram que a decisão ainda não foi tomada.

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(com Estadão Conteúdo)

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