Chance de mudança na meta fiscal agora é menor, diz Alexandre Manoel
VEJA Mercado: economista-chefe da AZ Quest diz que gerenciamento e comunicação da política fiscal são ruins, mas que relatório do Tesouro é mais factível
VEJA Mercado | 23 de julho de 2024.
As bolsas europeias e os futuros americanos são negociados entre perdas e ganhos na manhã desta terça-feira, 23. O governo federal confirmou o novo contingenciamento de 15 bilhões de reais do orçamento brasileiro em 2024. Contudo, a previsão de arrecadação caiu e as despesas previstas subiram para o ano. Em outras palavras, o governo elevou a projeção de déficit fiscal para 28,8 bilhões de reais — no limite da banda inferior da meta fiscal de 2024, que prevê um déficit de, no máximo, 0,25% do PIB. O Relatório de Acompanhamento de Receitas e Despesas Primárias (RARDP) apontou a extensão da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia como uma das principais responsáveis pela piora do cenário fiscal brasileiro.
No campo corporativo, um relatório do Itaú BBA aponta que os ativos da bolsa de valores brasileira apresentam um desconto de 24% em relação à média dos últimos cinco anos. Diego Gimenes entrevista Alexandre Manoel, economista-chefe da AZ Quest e ex-secretário do Planejamento. O VEJA Mercado é transmitido de segunda a sexta, ao vivo no YouTube, Facebook, Twitter e LinkedIn, a partir das 10h.
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