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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

“É difícil viver incerteza, mas não venda em pânico na mínima”, diz Credit

VEJA Mercado: banco afirma que existem formas melhores de lidar com a volatilidade

Por Diego Gimenes 20 Maio 2022, 19h16

Depois do S&P 500 tombar 4% na última quarta-feira, 18, e registrar sua maior queda diária desde junho de 2020, os grandes gestores tentam acalmar os ânimos dos investidores. Nessa linha, o Credit Suisse divulgou uma carta em que apela para os investidores não entrarem em pânico. “O mercado de ações tem potencial de recuperação e existem maneiras melhores de lidar com a volatilidade do que sair do mercado. É difícil viver incerteza, mas não venda em pânico na mínima”, diz um trecho da carta. “Deixar o mercado agora e reter dinheiro significaria uma perda de poder de compra devido à alta inflação. Em vez disso, os investidores devem permanecer investidos. Enquanto os  riscos de recessão permanecerem sob controle, como acreditamos que ainda seja o caso, os mercados financeiros oferecem potencial de retorno positivo”, completam.

O mercado brasileiro não escapa do sobe e desce. O Ibovespa, principal índice da nossa bolsa, chegou a acumular ganhos de quase 20% em 2022, mas agora sobe apenas 3%. Uma alternativa apontada pelo banco é mesclar os investimentos. “Uma maneira de lidar com a alta volatilidade é ampliar a diversificação do portfólio para além de ações e títulos. Investimentos alternativos como private equity, fundos de hedge ou commodities se saíram muito melhor do que ações e títulos este ano. Incluir essas classes de ativos em um portfólio, quando apropriado, pode ajudar a mitigar o risco geral e melhorar o potencial de retorno”. De qualquer forma, apertem os cintos, porque, pelo menos no Brasil, a volatilidade deve reinar até a eleição de outubro.

Leia mais em: Como as eleições podem elevar risco fiscal e pressionar preços da bolsa?

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