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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Bilionários de criptomoedas veem fortunas indo pelo ralo

Com perdas que podem passar de 10 bilhões de dólares, executivos do setor experienciam os efeitos da derrocada de moedas digitais

Por Felipe Erlich Atualizado em 11 Maio 2022, 19h16 - Publicado em 11 Maio 2022, 19h30

A drástica desvalorização de diferentes criptomoedas tem ocasionado perda de bilhões de dólares em patrimônio à uma série de executivos do ramo. Em questão de meses, Brian Armstrong, CEO da maior plataforma americana para comércio de criptomoedas, a Coinbase, perdeu 83% de sua fortuna, que passou de 13,7 bilhões para 2,3 bilhões de dólares, de acordo com o Índice de Bilionários da Bloomberg. Além de Armstrong, parte de seus competidores passam pelo mesmo, como Tyler e Cameron Winklevoss, que perderam 40% de seu patrimônio neste ano e Michael Novogratz, esse 66% mais pobre desde novembro. Já Fred Ehrsam, também fundador da Coinbase, perdeu mais de 60% de sua fortuna em 2022. A queda da fortuna está diretamente ligada à derrocada do bitcoin nos últimos meses e ao declínio do mercado de criptomoedas em geral que fez as ações das corretoras despencarem. 

Desde a alta histórica do bitcoin de mais de 67 mil dólares, em novembro de 2021, a moeda perdeu quase 60% de seu valor. Esse cenário contribui para os problemas da Coinbase, cujas ações despencaram em mais de 85% nos últimos seis meses, para seu menor valor histórico. Em apresentação de seus resultados trimestrais, a empresa chegou a mencionar a possibilidade de falência: “(em caso de falência) nossos clientes podem estar sujeitos a processos de falência e podem ser tratados como nossos credores quirografários gerais”. A fim de acalmar os ânimos do mercado, Armstrong fez uma declaração no Twitter em que disse que “não há risco de falência”.

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