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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Setor de alimentação cobra bancos: ‘desespero e terra arrasada’

Pedidos incluem crédito para capital de giro, um ano de carência para o primeiro pagamento e taxas de juro próximas da Selic.

Por Manoel Schlindwein - 26 mar 2020, 15h38

A Abrasel está cobrando ações imediatas dos bancos, sob o risco da extinção de seis milhões de postos de trabalho já a partir de amanhã. “Estamos pedindo ajuda real, sem mesquinhez”, dizem.

Na carta aberta às instituições bancárias, o setor pede crédito para capital de giro, um ano de carência para o primeiro pagamento, taxas de juro próximas da Selic, prazo maior para pagamento, renegociação de dívidas, e tudo sem certidão negativa de crédito. “Estamos sem oxigênio e precisamos de intervenção já. A partir de amanhã nosso setor deixa de insuflar dinheiro”.

A mensagem diz aqui que é hora dos bancos “mostrarem uma resposta imediata a todas as pessoas físicas e jurídicas, incluindo governos, que ajudaram os bancos a terem lucros vultosos, em um país com diferenças abissais”.

Assinam o documento a Abrasel, ANR, Mundo Mesa, a Escola de Negócios da Gastronomia e o Movimento SOS Bares e Restaurantes.

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