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Mercado de fusões e aquisições puxa a fila do otimismo com previdência

Confiança lá no alto

Por Pedro Carvalho 27 jun 2019, 12h03

Apesar do prazo de seis meses dado pelo mercado para aprovação das reformas do governo Bolsonaro estar se esgotando, investidores continuam com apetite no Brasil por dois motivos principais: aprovação das reformas e a possibilidade de investimento em diversos setores no país.

O mercado de fusões e aquisições é um dos que puxa a fila do otimismo.

“Por cinco anos, a média de transações no Brasil foi de 700 a 800 no ano. Com a aprovação das reformas, principalmente da previdência, a expectativa é que 2019 feche superando mil transações, o que seria uma mudança de patamar”, afirma Alexandre Pierantoni, responsável pela área de fusões e aquisições da Duff & Phelps.

Professor de de Direito Empresarial e Mercado de Capitais, Alexandre Kawakami, pensa parecido:

“Em vários setores do mercado, a expectativa é de que a reforma seja aprovada, de alguma forma. Por outro lado, indicadores marcoeconômicos relevantes da economia brasileira se mostram estáveis: juros e inflação em patamares aceitáveis, atuação previsível do Banco Central, situação fiscal ainda sob controle. A normalização dos custos da Previdência fortalecerá a argumentação em prol do caso Brasil”.

“O investidor estrangeiro busca muitas explicações sobre o Brasil, por conta dos diversos acontecimentos do começo deste ano. No entanto, o grande leque de oportunidades mantém aquecida a vontade de investir no país”, completa Pierantoni.

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