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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Procon de São Paulo vai à justiça contra operadoras de saúde

Presidente da fundação, Fernando Capez, alega que falta transparência nos reajustes

Por Josette Goulart Atualizado em 26 abr 2021, 20h28 - Publicado em 26 abr 2021, 10h51

O Procon de São Paulo pediu à Justiça que as operadoras de saúde Amil, Bradesco Seguros, NotreDame Intermédica, Qualicorp e Sul América Seguros expliquem os reajustes anuais aplicados para consumidores. De acordo com dados do Procon, somente em janeiro deste ano a fundação recebeu 962 reclamações, contra 9 no mesmo período do ano passado. Os reajustes aplicados nos planos de saúde coletivos variaram entre 5% e 20% e nos planos individuais a média foi de 8,14%. O presidente do ProconSP, Fernando Capez, alega que não houve transparência na aplicação dos reajustes. Assim, o Procon pede que a Justiça conceda liminar para que as operadoras expliquem, em 30 dias, a forma como foram negociados e comunicados os reajustes e ao final condene as empresas a multas individuais de 10 milhões de reais.

 

A Qualicorp enviou nota que diz:

como administradora de benefícios, a Qualicorp esclarece que os reajustes dos planos de saúde são definidos pelas operadoras, conforme regulamentação da ANS. Neste contexto, a empresa busca negociar o menor reajuste e oferece alternativas para que seus clientes possam manter o acesso a planos de saúde de qualidade”

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