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Facebook muda sua política e explica como maneja informações de usuários

Madri, 11 mai (EFE).- O Facebook anunciou nesta sexta-feira que realizará uma atualização de sua política de dados para explicar de uma forma ‘mais transparente e fácil de entender’ como administra as informações de seus usuários.

O Escritório do Comissário de Proteção de Dados da Irlanda, que regula sua filial europeia, cobrou uma melhora em sua política de uso de dados para passar a indicar, de maneira pormenorizada, o modo em que utilizam a informação de cada usuário, informa a rede social em seu site oficial.

Desta maneira, o usuário poderá perceber algumas mudanças na nomenclatura usada pela rede social, que substituirá a palavra ‘perfil’ por ‘biografia’ e ‘publicação’ por ‘história’, além de apresentar referências de novas funções, como as fotos de capa relacionadas com a biografia.

Assim, as seções ‘Tua informação’ e ‘Informação’ servirão para indicar que dados do usuário serão sempre públicos e também para especificar a informação que o Facebook obtém quando alguém usa a rede social através de um aplicativo móvel.

Essas novas funções também explicarão como as informações que o Facebook recebe de cada pessoa são usadas. ‘Proporcionamos mais exemplos da maneira em que podemos utilizar esses dados para seguir protegendo as melhores funções e os melhores serviços possíveis’, assinala a nota publicada no site oficial.

Sobre a eliminação e desativação de uma conta, o Facebook indica que serão apresentadas informações para esclarecer ‘que os amigos seguirão em sua lista mesmo se tiverem suas contas desativadas’.

A rede social de Mark Zuckerberg também incluiu mais detalhes sobre a forma como as pessoas vão poder encontrar um perfil, o que dará possibilidade do usuário configurar seu perfil para controlar se alguém poderá ver suas informações de contato, como endereço de e-mail e número de telefone, na biografia.

Até o dia 18 de maio, os usuários de Facebook ainda poderão enviar sugestões e propostas para melhorar a política de dados da empresa. EFE