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Viber, rival do WhatsApp, é comprado por US$ 900 mi

Serviço de troca de mensagens foi adquirido pelo varejista japonês Rakuten

- Atualizado em

Viber
(veja.com/VEJA)

O Viber, serviço de mensagens instantâneas e um dos concorrentes do WhatsApp, foi vendido para a plataforma japonesa de e-commerce Rakuten por 900 milhões de dólares. O objetivo da companhia do Japão é se firmar no mercado asiático como uma empresa de serviços de internet.

Leia também:

Guerra dos apps de mensagens instantâneas: a briga por seu celular

A companhia Rakuten é um gigante no setor de e-commerce no Japão, mas também atua em diferentes áreas. Seu portfólio inclui um leitor de spams, serviços financeiros e um time de baseball.

Apesar de sua grande base de usuários, o Viber não faz dinheiro. Segundo relatório divulgado em dezembro, a empresa americana registrou em 2013 um prejuízo de 29 milhões de dólares e receita de apenas 1,5 milhão de dólares.

Segundo Hiroshi Mikitani, CEO da Rakuten, os mercados emergentes, como Brasil e Rússia, estão em seu radar. Para o executivo, esses países têm muito potencial para o serviço. "Se não comprássemos o Viber agora, dificilmente conseguiríamos comprá-lo mais tarde. Ele está crescendo muito rápido", explicou Mikitani durante uma coletiva realizada em Tóquio nesta sexta-feira.

Brasil - Durante a Campus Party, evento de tecnologia realizado em São Paulo no mês passado, Talmon Marco, fundador do Viber, anunciou a abertura de um escritório no país. "O Brasil é o principal centro de negócios da América do Sul e está entre uma das principais economias emergentes globais. A escolha do Brasil segue a estratégia de divulgação local da marca", explicou o executivo na ocasião.

Por aqui, o Viber possui mais de 10 milhões de usuários. Seu maior concorrente, o WhatsApp, está em mais de 90% dos iPhones no país.

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