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Troica e governo grego divergem sobre cortes

Credores internacionais têm dúvidas sobre a capacidade de Atenas em cumprir o plano de austeridade

- Atualizado em

Simpatizante do partido Nova Democracia acompanha apuração dos votos na Grécia
Se a troica aprovar o pacote de austeridade , o país receberá 31,5 bilhões de euros em outubro(Pacal Rossignol/Reuters/VEJA)

Os credores internacionais da Grécia permanecem céticos a respeito do amplo corte de gastos que o governo grego prometeu realizar para atingir as metas de redução do déficit público durante os dois próximos anos, disse neste sábado um funcionário do governo da Grécia.

De acordo com ele, que falou sob condição de anonimato, até agora houve acordo apenas para metade do total de 13,5 bilhões de euros (17,7 bilhões de dólares) em medidas de austeridade que Atenas precisará tomar. Os representantes dos credores - grupo formado por membros da Comissão Europeia (CE), Banco Central Europeu (BCE) e Fundo Monetário Internacional (FMI), também chamado de troica - levantaram preocupações a respeito da habilidade do governo grego em realizar vários dos cortes que prometeu no orçamento.

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A troica também criticou que os cortes parecem ser medidas temporárias, que não levariam a uma redução permanente nos gastos do governo da Grécia. Esses cortes são previstos por Atenas nas áreas da saúde pública, operações dos governos locais e defesa. "No começo estávamos ainda mais distantes. Mas até agora concordamos com as medidas que significam (um corte) entre 7 bilhões e 7,5 bilhões de euros", disse o funcionário grego. "Estamos tentando convencê-los a respeito das outras medidas".

Representantes dos três credores estão em Atenas para avaliar o progresso das reformas na Grécia e se o país balcânico receberá a próxima tranche do pacote de resgate de 173 bilhões de euros. Se a troica aprovar o pacote de austeridade grego, o país receberá 31,5 bilhões de euros em auxílio em outubro. O relatório precisará ser entregue antes da reunião dos ministros de finanças da zona do euro, marcada para 8 de outubro.

(Com Agência Estado)

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