Mais Lidas

  1. Johnny Depp perde a mãe e a mulher em apenas dois dias

    Entretenimento

    Johnny Depp perde a mãe e a mulher em apenas dois dias

  2. China cria ônibus que 'passa por cima' de engarrafamentos

    Economia

    China cria ônibus que 'passa por cima' de engarrafamentos

  3. Ex-ator mirim sobre pedofilia em Hollywood: ‘Fui molestado por várias pessoas’

    Entretenimento

    Ex-ator mirim sobre pedofilia em Hollywood: ‘Fui molestado por...

  4. Temer e os áudios: por que a Lava Jato preocupa também o governo interino

    Brasil

    Temer e os áudios: por que a Lava Jato preocupa também o governo...

  5. Fã que atacou Ana Hickmann ia fazer 'roleta russa', diz delegado

    Entretenimento

    Fã que atacou Ana Hickmann ia fazer 'roleta russa', diz delegado

  6. Delação da Odebrecht 'vem com uma metralhadora ponto 100', diz Sarney em gravação

    Brasil

    Delação da Odebrecht 'vem com uma metralhadora ponto 100', diz...

  7. Janot defende legalidade de grampo entre Lula e Dilma

    Brasil

    Janot defende legalidade de grampo entre Lula e Dilma

  8. Governo Temer quer mudar conselhos de estatais

    Brasil

    Governo Temer quer mudar conselhos de estatais

Dilma sanciona sem vetos Orçamento de 2016

Planalto preserva recursos destinados ao Fundo Partidário e já conta com a volta da CPMF

- Atualizado em

A presidente Dilma Rousseff na cerimônia de sanção do marco legal da ciência, tecnologia e inovação e lançamento da chamada universal, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF)
Orçamento sancionado pela presidente Dilma já nasce defasado(Adriano Machado/Reuters)

A presidente Dilma Rousseff sancionou, sem vetos, o Orçamento de 2016. O texto, que será publicado amanhã no Diário Oficial, destina 819 milhões de reais ao Fundo Partidário. A soma é 48 milhões de reais inferior ao montante previsto no Orçamento de 2015, mas muito superior aos 311 milhões de reais previstos na proposta original enviada ao Congresso. A justificativa para a manutenção do aumento decidido pelos parlamentares é que este será o primeiro ano eleitoral em que o financiamento privado de campanhas estará proibido.

O Orçamento aprovado no fim do ano pelo Congresso Nacional conta com a previsão de receita resultante do retorno da CPMF, pendente de aprovação pelo Congresso. O PSDB tentou, sem sucesso, aprovar em destaque a retirada da previsão de 10 bilhões de reais de arrecadação com o tributo, que o governo ainda espera aprovar, apesar da resistência de parlamentares à reedição do imposto.

O Orçamento aprovado de 2016 é de 2,488 trilhões de reais (654 bilhões de reais de reais para a rolagem da dívida pública) e já nasce defasado. Ele foi composto com a expectativa de queda de 1,9% do PIB em 2016 e inflação de 6,47%, enquanto o mercado financeiro, na última pesquisa Focus do Banco Central, previu retração de 2,99% e IPCA de 6,93% ao final do ano.

Para 2016, o Orçamento estima crescimento da massa salarial nominal em apenas 2,32%. O projeto aprovado prevê gastos totais com pessoal e encargos sociais de 287,5 bilhões de reais, correspondendo a incremento de 12,1% em relação à lei orçamentária para 2015, o equivalente a 31 bilhões de reais.

(Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil)