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China desembolsa US$ 29 bi e aumenta em 52% financiamentos à América Latina em 2015

Com 10,65 bilhões de dólares, Brasil foi o país que mais recebeu aportes; montante destinado à região é maior que o de créditos cedidos por entidades como o Banco Mundial

- Atualizado em

Bandeira da China
Chineses ampliaram aportes mesmo com o desaquecimento de sua economia(Daniel Berehulak/Getty Images/VEJA)

O investimento da China na América Latina cresceu 52% em 2015, apesar do arrefecimento econômico global, com aportes que somaram 29 bilhões de dólares. Brasil, Venezuela e Equador foram os principais destinos dos recursos, segundo o relatório anual divulgado nesta quinta-feira pelo centro de estudos Diálogo Interamericano.

Trata-se do maior volume desde 2010, e um aumento significativo em relação aos 19 bilhões de dólares de 2014. Com isso, a China voltou a superar os empréstimos conjuntos fornecidos pelo Banco Mundial, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), afirmou Kevin Gallagher, professor da Universidade de Boston e coordenador do relatório.

Gallagher ressaltou que os dados mostram a China "reforçando seus investimentos na América Latina em um momento no qual outras instituições os estão reduzindo", como o Banco Mundial, que diminuiu seus empréstimos à região em 8%, até 8 bilhões de dólares no ano passado, e o BID, que rebaixou seu repasse em 14%, a 11,5 bilhões de dólares.

Uma das mudanças neste ano, segundo o relatório, é que a maioria dos empréstimos "passou das indústrias extrativas a projetos de infraestrutura na região".

No ano passado, o Brasil recebeu 10,65 bilhões de dólares da China, seguido pela Venezuela, com 10 bilhões de dólares, e pelo Equador, com 7 bilhões de dólares. Bolívia (850 milhões de dólares), Costa Rica (400 milhões de dólares) e Barbados (170 milhões de dólares) aparecem na sequência.

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(Com EFE)

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