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Prévias do PSDB têm pancadaria e vandalismo em urna

Pela legenda, disputam a vaga de candidato à prefeitura o deputado Ricardo Tripoli, o empresário João Dória e o vereador Andrea Matarazzo

- Atualizado em

O empresário João Doria Jr., Andrea Matarazzo e o deputado federal Ricardo Tripoli
O empresário João Doria Jr., Andrea Matarazzo e o deputado federal Ricardo Tripoli(VEJA.com/Reprodução)

O processo de prévias que definirá o candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo registrou pancadaria e até mesmo de invasão a um dos locais de votação, o que resultou em uma urna quebrada. O diretório zonal do Tatuapé foi invadido por um grupo de pessoas não identificadas que quebrou um computador onde estava sendo feita a votação. Houve confusão generalizada e a política militar foi acionada. A votação foi encerrada antes da hora naquele local e a urna com os votos de papel teve que ser retirada sob escoltada de soldados da polícia civil.

"A confusão começou quando coloquei em ata que estavam fazendo um churrasco e bebendo cerveja dentro do local da votação. Começou então a confusão e um grupo de pessoas ameaçou me arrebentar. De repente, três menores entraram junto com um militante do partido e quebraram o computador", disse a presidente do diretório do Tatuapé, Vânia Alves, que apoia o deputado Ricardo Tripoli, um dos pré-candidatos que concorre nas prévias.

Já Maria de Lurdes Silva, militante histórica do PSDB no Tatuapé e apoiadora de João Doria, acusa o grupo do deputado Ricardo Tripoli de ter começado a confusão. "Foi o grupo dele que invadiu aqui", afirmou ela. Também houve registros de confusão em outros locais onde ocorrem as prévias tucanas.

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Disputa - A disputa interna no PSDB levou o partido a um clima de acirramento inédito na história da legenda na capital de São Paulo. Disputam a vaga de candidato à prefeitura, além de Tripoli, o empresário João Dória e o vereador Andrea Matarazzo.

Enquanto Dória é apoiado pelo governador Geraldo Alckmin, Matarazzo conta com o aval do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e dos senadores José Serra e Aloysio Nunes Ferreira. Tripoli, por sua vez, conta com a retaguarda do deputado Bruno Covas e do ex-deputado José Anibal. Caso nenhum dos três consiga maioria simples no pleito deste domingo, haverá segundo turno no dia 20 de março.

"Quem vai ganhar em 2018 é o Geraldo Alckmin. O povo não quer mais o PT. Lula está sitiado", afirmou Doria. Alckmin também afirmou hoje que Lula está "sitiado", após ironizar as declarações dadas pelo petista de que a fase "Lulinha paz e amor" teria acabado. Doria falou após votar no diretório de Pinheiros, na Zona Oeste, onde esteve depois de acompanhar Alckmin em votação no Morumbi. "Nosso adversário é o PT, que é contra São Paulo".

A declaração de Doria foi também uma resposta ao acirramento das prévias do partido. Nos últimos dias, aliados de Doria e do vereador Andrea Matarazzo, outro candidato às prévias, trocaram acusações de uso da máquina e abuso do poder econômico no processo. O ex-governador Alberto Goldman chegou a dizer que foram adotados métodos "heterodoxos" na disputa. "O método das prévias é o voto. Temos que valorizar a democracia interna das prévias", afirmou Doria.

A apuração dos votos da prévia computados eletronicamente deve ser divulgada por volta das 18 horas, de acordo com o PSDB municipal. A apuração acontece publicamente no auditório externo da Câmara de Vereadores. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o PSDB teria cerca de 27 mil candidatos aptos a votar, mas o cadastro tem problemas de atualização.

(com Estadão Conteúdo e Agência Brasil)

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