2017, o ano que pode remodelar a Europa

Além das eleições no Europa, aqui na América do Sul, Chile e Equador também escolherão novos presidentes.

Com eleições em três de seus principais países – Alemanha, França e Itália — e o prosseguimento do processo de Brexit, 2017 é definitivamente um ano importante para a Europa. Um ano em que o continente vai decidir se embarca numa guinada rumo ao populismo de direita ou barra essa tentação e encara de frente seus muitos problemas. Com uma recuperação econômica claudicante, afetada pelo desemprego e fomentando frustação, muitos europeus estão se mostrando enfastiados com os políticos tradicionais e com as regras ditadas pela burocracia centrada em Bruxelas – sede da União Europeia. Soma-se a esse caldo já borbulhante a pressão exercida pela maior massa de imigrantes que o continente já recebeu em sua história.

Além das eleições no Europa, aqui na América do Sul, Chile e Equador também escolherão novos presidentes. Com Michelle Bachelet, no Chile, e Rafael Corrêa, no Equador, ambos os países têm governos de esquerda e podem rumar à direita, seguindo o movimento iniciado pela eleição de Maurício Macri na Argentina.

Comentários

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  1. Tomara que seja o ano que acaba com essa maldita União Europeia que na prática rejeita a democracia, interfere em qualquer assuntinho nacional e ignora os seus cidadãos. É mais uma desunião!

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  2. Vanessa Pereira

    Melhor mudar o título para: 2017 – ou a Europa toma um rumo ou vai para o ralo.

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