Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

Honda confirma 11ª morte por explosão de airbag da Takata

Caso aconteceu em junho de 2016 na Flórida quando uma pessoa trabalhava em reparos em um Honda Accord 2001 e o airbag estourou

Por Da redação
10 jul 2017, 22h43

A Honda confirmou nesta segunda-feira a 11ª morte nos Estados Unidos envolvendo um de seus veículos por causa de um inflador defeituoso de airbag produzido pela Takata.

A mondadora japonesa disse que o acidente aconteceu em junho de 2016 na Flórida quando um indivíduo trabalhava em reparos em um Honda Accord 2001 e o airbag estourou. Os inflatores da Takata podem explodir, arremessando estilhaços metálicos dentro de veículos.

Pelo menos 17 pessoas morreram e 180 ficaram feridas em todo o mundo em acidentes ligados ao defeito, o que gerou o maior recall de segurança já registrado na história e levou a Takata a pedir proteção contra falência no mês passado.

Continua após a publicidade

O Honda Accord estava no grupo de mais de 300 mil veículos envolvidos no recall que ainda não foram reparados. A montadora disse que os proprietários receberam ao menos 12 notificações, mas nunca receberam as mudanças recomendadas.

Em 2016, a Administração Nacional de Segurança de Tráfego Rodoviário dos Estados Unidos (NHTSA, na sigla em inglês) orientou os proprietários a pararem de dirigir os carros “inseguros” até que eles fossem reparados.

A NHTSA disse que os veículos Honda e Acura modelos de 2001-2003 têm chance de até 50% de serem alvo de uma ruptura perigosa de air bag em caso de acidente.

Continua após a publicidade

A Takata, que já foi a número dois mundial dos airbags, utilizava em seus airbags um agente químico, nitrato de amônio, mas sem nenhum tipo de agente dessecante, uma combinação que impedia a absorção da umidade e , em condições climáticas extremas, pode provocar explosões, com a projeção de fragmentos contra o motorista ou os demais passageiros.

A Takata foi fundada em 1933 e começou a utilizar o químico nos anos 2000. Ao que tudo indica, a empresa teria sido avisada rapidamente, mas demorou a reagir, até que o escândalo foi revelado em 2014. Várias montadoras foram afetadas, incluindo Honda, Toyota, Nissan, BMW, Ford e General Motors.

(Com Reuters e AFP)

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

10 grandes marcas em uma única assinatura digital

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.