13/01/2010
às 16:07ZILDA ARNS: A MÁRTIR EM DEFESA DA VIDA QUANDO ESTÃO EM EVIDÊNCIA OS MENSAGEIROS DA MORTE
A médica e militante católica Zilda Arns e outros 11 militares morreram no terremoto do Haiti. Falarei sobre o sentido, ou falta dele, da missão brasileira naquele país em outro post. Quero centrar minhas atenções um tantinho em Zilda.
Todos conhecem o formidável trabalho que esta mulher fez à frente da Pastoral da Criança. Uma ação de inequívoco apelo social, mas também de grandeza moral. Em vez de usar as dificuldades da população pobre como matéria de proselitismo, a exemplo de um sem-par de ONGs movidas a vigarice política, Zilda seguia a máxima cristã: deixava-se conhecer pela Palavra, mas também pela obra. A famosa “farinha múltipla” salvou certamente milhares de vidas. Como poderia dizer o grande poeta Bruno Tolentino, não é “mundo como idéia” que faz a realidade; é a realidade que fornece os elementos para que possamos conceituá-la. Zilda, como se diz, metia a mão na massa, trabalhava efetivamente para minorar o sofrimento daquelas pessoas que as esquerdas preferem chamar “os oprimidos”.
Não faz tempo, no surto de boçalidade que volta e meia toma conta do debate, especialmente na nossa gloriosa imprensa, Zilda chegou a ser tratada com certo menoscabo. A médica católica, a trabalhadora incansável em defesa das crianças, cometia dois pecados imperdoáveis para os brutos, para os ignorantes: era contra o aborto e se opunha à aprovação das pesquisas com células-tronco embrionárias. Em abril de 2008, o Conselho Nacional de Saúde, instância deliberativa do SUS, aprovou a pesquisa. Dos 39 conselheiros presentes, só houve um voto contrário: o de Zilda.
São “brutos” e “ignorantes” todos os que não concordam com o seu ponto de vista? Não! A estupidez está em não reconhecer que a posição da médica — que, sim, de fato, também é a minha — está assentada numa ética muito sólida, que não aceita negociar com a vida humana, qualquer que seja o pretexto. “Mas isso não é negociar etc”. Ok, estamos diante de um bom debate. Neste blog mesmo, como sabem, publico opiniões contrárias à minha, desde que o interlocutor não opte pela demonização do contraditório. É inaceitável, por exemplo, que se tente transformar a divergência num choque de “modernos” e “atrasados”. Porque isso me obrigaria a indagar se matar o feto é “moderno” em qualquer mês de gestação — o nono, por exemplo… Não sendo, o que distingue, essencialmente, o feto do nono mês do feto do, sei lá, segundo?
Bem, não quero retomar aqui, não agora, o longo debate envolvendo esses dois temas. O que pretendo reiterar é que Zilda Arns foi um exemplo notável de coerência, de dedicação à causa dos direitos humanos. Zilda morre, em missão num país paupérrimo, no momento em que as múmias bolcheviques, com o traseiro posto em suas cadeiras e a cabeça voltada para utopias liberticidas, incluem o descriminação do aborto como um dos “direitos humanos” — O QUE É UM ESCÂNDALO —, morre a médica do “passo”, não a do “paço”, para ficar numa distinção de Padre Vieira; morre a médica que caminhava para levar assistência aos necessitados, em vez de se aboletar nos palácios.
Enquanto a esquerda de gabinete celebrava a sua tara pela morte naquele decreto vagabundo, Zilda celebrava a vida no Haiti. Os contrastes são ainda mais evidentes: enquanto ela morreu para dar a vida — e se opunha ao aborto —, outros viveram para matar, consideram o aborto uma redenção e tentam impô-lo à sociedade como medida de mero bom senso. Zilda se torna, assim, simbolicamente, uma espécie de mártir da causa da vida; os promotores do tal decreto se tornam, assim, agentes da morte.
Quando leio o que dizem algumas senhores pró-aborto de um movimento chamado “Católicas Pelo Direito de Decidir”, confesso que sinto certa sublevação estomacal. Em primeiríssimo lugar, quem é católico MESMO sabe que não tem “direito de decidir” sobre essa matéria. Zilda sabia: o ÚNICO caminho é a subordinação à doutrina. Em segundo lugar, as pessoas são livres, aí sim, para renunciar ao catolicismo, que é uma escolha, não uma imposição.
Zilda morreu como viveu: servindo ao próximo, mudando objetivamente a vida das pessoas, atuando em favor dos mais necessitados, sem deixar que as condições as mais extremas abalassem a sua fé, os seus princípios, a sua disciplina católica. Mas não faltará, vocês verão, quem vá buscar ambigüidades em sua atuação, tentando ver uma antítese entre essa abnegação e sua subordinação aos princípios doutrinários da Igreja Católica.
Contradição? Zilda viveu a inteireza da experiência católica: deixou-se conhecer pela Palavra e pelas Obras. Foi, acima de tudo, coerente. E celebramos a sua obra e a sua fé.
Tags: Zilda Arns



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211 Comentários
Eliane Maria dos Reis
-12/01/2012 às 22:09
DEUS SABE DO INTERIOR DE CADA UM DE NOS, E ENTAO NAO PRECISAMOS GASTAR SALIVA, VAMOS PEGAR O EXEMPLO E SEGUI-LO NA INTEGRA, POIS SO ASSIM VAMOS REALMENTE MOSTRAR PARA DEUS E O MUNDO QUE SABEMOS OLHAR E COPIAR EXEMPLOS E COLOCA-LOS EM PRATICA. DOIS ANOS DE PERDAS, MAS TAMBEM DE GANHOS, DEUS SABE DO QUE SOMOS CAPAZES QUANDO AGIMOS DE CORACAO E COM O CORACAO.
pan card status
-01/12/2011 às 2:35
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samuel da silva verissimo
-07/11/2011 às 22:22
sou um garoto de apenas 10 anos moro no rj macae mas desde ja percebo a importancia dessa mulher foi para milhares de pessoas mas antes nao conhecia esse traballho maravilhoso fiquei sabendo por livros da escola e quero que mais pessoas conhecam seu tra balho samuel.
fax software
-13/09/2010 às 8:42
I consider, that you are not right. Let’s discuss it. Write to me in PM, we will talk.
Arlindo Welter
-16/01/2010 às 0:54
À Dra Zilda poderíamos muito bem aplicar as palavras de Maria Mãe de Jesus: “A minha alma glorifica o Senhor e meu espírito exulta em Deus meu Salvador pelas “Maravilhas” que o Senhor quis realizar nesta e por meio desta sua humilde serva” LC1.46,49
Arlindo Welter
-16/01/2010 às 0:42
Em entrevista na TV a Dra Zilda dizia que teve uma infância muito feliz,na simplicidade da vida no interior de Santa Catarina,onde as crianças brincavam,tomavam banho no rio,estudavam,riam,cantavam e trabalhavam… E cada uma tinha uma pequena função a executar.Ela, com 5 anos,tinha que segurar o rabo da vaca na hora de tirar leite.E tinha que fazer com responsabilidade aquele pequeno trabalho, pois se soltasse o rabo poderia sujar o leite e ainda corria o risco de levar um coice da vaca…
Por aí se vê que pequenos trabalhos domésticos não são “exploração infantil” e sim educam e fazem que a criança se sinta valorizada e fazendo parte daquela família.
Arlindo Welter
-16/01/2010 às 0:26
Parabéns Sr Reinaldo Azevedo pelo se artigo.
A Dra Zilda Arns dedicou sua vida para que houvesse Paz no Brasil e no mundo. Mas não uma paz apenas como ausência de guerras,e sim uma Paz ampla de ter direito à saúde,à habitação,à vida,a Paz de estar bem com Deus ,consigo,com o próximo e com a natureza. Veja a profundidade de suas palavras na igreja momentos antes de sua morte:
“A construção da Paz começa no coração das pessoas,e tem seu fundamento no Amor,que tem suas raízes na gestação e na primeira infância,e se transforma em fraternidade e responsabilidade social.”
Esta Paz que tem que ser coletiva,se resume nas palavras de Jesus:”Eu vim para que todos tenham Vida e Vida em Abundância”
Anderson de Carvalho Soares
-15/01/2010 às 23:49
Que seu exemplo seja guia pra essas almas que me parecem muito perdidas em seus propósitos e pela idade, de difícil salvação!
José Tadeu Balbo
-15/01/2010 às 17:12
Apesar das tiradas de proveito de vários lados nesse momento, quando os católicos elevam a Deus suas orações de gratidão pelo exemplo e grandeza moral da Dra. Zilda Arns, acredito que devesse servir para muitos como uma oportunidade de profunda reflexão. Há muitos anos, assistindo ao programa Roda Viva da Cultura, pude reconhecer a proximidade de Deus dessa mulher, o que me causou vergonha de mim mesmo como cristão. Talvez ela, e não inúmeras “vedetes” e “empeendedoras” que conhecemos diariamente, sirva como guia para nossos filhos e gerações futuras nesse país, onde muita coisa causa asco. “Prova de amor maior não há que doar a vida pelo irmão”.
Fabrício Junior
-15/01/2010 às 14:40
Sou da Cidade de Capitão Poço no Estado do Pará, tenho 24 anos…
Não tive o prazer de conhecer a Dra. Zilda pessoalmente, mas através de noticiários, reportagens e outros a conheci.
Por isso lamento muito pela morte da Dra. Zilda Arns… Por mais que estamos sofrendem agradeço a Deus, pelo exemplo que ela nos deu como católica, como uma lutadora pela melhoria da saúde publica - em especial pelas crianças, sua paixão eterna - pelas grandes realizações feitas por ela (Pastoral da Criança e Pastoral do Idoso).
O mundo está de luto por sua morte material, porem está festa pois estás com Deus, olhando para cada um de nós que aqui ficamos…
Até um dia….
Jaime
-15/01/2010 às 7:35
Caro Reinaldo,
O que aconteceu?Não gostou do meu primeiro comentário?Saudações!
Povo Brasileiro
-15/01/2010 às 4:32
Luz divina emanava de seus olhos
Conjugavam-se, em si, paixão e siso
Calcava os espinhos e os abrolhos
Havia quem não sorrisse o seu sorriso?
Com o ubre espiritual repleto
De amor, esperança e caridade
À infância desvalida e sem-teto
Dava-se qual “deusa da fertilidade”.
Em um escrínio, tal jóia preciosa
Será seu nome entre nos guardado
No panteão do coração e da memória. . .
Já encontra, alma, o Amor sagrado
A recender, no Céu, pérpetua rosa
Que seu grão deixa o fruto na História!
Em tributo à Zilda Arns
cristaonaovotanaesquerda
-15/01/2010 às 1:23
Entrevista com Dra. Zilda Arns:
“Sou absolutamente contra o aborto”
(..)IHU On-Line – O que a senhora pensa sobre o plebiscito da descriminalização do aborto?
Zilda Arns - Hoje estou convencida de que o aborto não é matéria para entrar num plebiscito, porque não se pode votar pela vida ou morte de um ser humano inocente e sem defesas. (…)
http://beinbetter.wordpress.com/
C.R.
-15/01/2010 às 0:52
A Dra. Zilda Arns foi um exemplo de dedicação e solidariedade.
Sua morte fará com que seu exemplo seja exaltado e lembrado.
Quanto às religiões, respeito a opção e o credo de cada um, realmente respeito.
Porém, apesar de ter sido criada no catolicismo, tendo inclusive estudado em colégio de freiras católicas, deixei de portar a carteirinha de católica. Minha ligação está em Deus, nos ensinamentos e conceitos deixados por Jesus e não aprovo várias posturas da igreja católica. Aliás, muito do que temos que suportar destes esquerdopatas, foi de responsabilidade da igreja católica. O MST, as Vias Campesinas, a Teoria da Libertação, são produtos gerados por esta igreja.
Yuri Morais
-15/01/2010 às 0:20
Zilda Arns como boa seguidora dos principios e dogmas catolicos foi sim coerente com suas escolhas e opiniões. Isso não a torna uma pessoa “santa” ou de tudo boazinha. Torna-se “santa” por se empenhar ao máximo a ajudar os necessitados. Porém, se quem é pró-aborto se torna agente da morte, então os seguidores de uma religião, inclusive Zilda, que no passado matou por diversos motivos (que quem le um pouco sabe quais são) mas basicamente por impor sua “santa e verdadeira doutrina” também se torna agente da morte.
Esperança
-14/01/2010 às 23:20
Uma pena, a pessoa de bem, valorosa e intrépida, convicta por seu ideal cristão só ser reconhecida depois da morte;na mídia é pouco divulgada sua pastoral em favor dos mais carentes,a criança.Se assim fosse teria sido maior o benefício em favor das mesmas.E VIVA ZILDA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!de norte a sul ,de leste a oeste, com todos seus voluntários…
Mario
-14/01/2010 às 23:19
Rezemos pela alma desta senhora. Pena que ela tenha como irmão D.Arns que tanto trabalhou para a fundação do PT e defendeu tantos os comunistas e os teologos da TL. Pelo meu pouco conhecimento desta senhora, me consta que as suas idéias não eram tão diferentes das do seu irmão. Ah sim, esta senhora atuava muito em conjunto com a Uniced, esta instituição que é uma das mais propagam o aborto do mundo.
Augusta
-14/01/2010 às 18:58
Drª Zilda.
A sua trajetória aqui na terra foi por demais importante não somente p/ nossas crianças,tbém p/ cada família deste Brasil aonde sua obra se manisfestava.
Creio que seus multiplicadores certamente continuaram com a sua obra Deus,na sua infinita bondade tocará em cada coração de seus seguidores.Drª Zilda serah eternamente referência para todos aqueles que atuaram, nas missões de um tempo em que os Direitos Humanos eram tidos como valores suprapartidários e inegociáveis.
Lamento profundamente tbém,pelos nossos militares brasileiros que, suas famílias sejam reconfortadas na Fé em Cristo.
Leo
-14/01/2010 às 18:17
Dra Zilda Arns, não morreu em vão.É o grito contra o aborto que pretendem implantar no BRASIL- com o PNDH 3-da famigerada Dilma, protegida de Lula.
neo-liberal otimista
-14/01/2010 às 17:10
Agradeço ao prezado colega blogueiro Renato pela informação, que de fato eu desconhecia !!! Mas a questão é que essa ONG defensora da morte continua usando a denominação “católicas” e isso é inadmissível !!! Portanto, muito tímida a posição da Igreja, apenas declarando não reconhecer a entidade !!! Essa famigerada ONG está usurpando de uma denominação que não tem o direito de usar !!! Nos dias de hoje, as pessoas acham meio fora-de-moda a aplicação da EXCOMUNHÃO !!! Pois não é não, a excomunhão, norma vigente no direito canônico, deve ser aplicada sim, principamente para os que usurpam o nome da Igreja Católica para defender teses que são a negação do próprio cristianismo !!!
Donata
-14/01/2010 às 15:35
Dra. Zilda Arns: A Verdadeira Filha do Brasil! Orgulho de ser Brasileira!
E sobre o “Eduardo disse: janeiro 13, 2010 às 8:05 pm”:
Até parece que só caiu a igreja, não é?
Faça-me o favor!
Cáthia zago
-14/01/2010 às 15:28
Há tão poucos representantes no mundo da estirpe de Zilda Arns,que se destacou pela caridade ao próximo, silenciosa, sem bandeiras,onde sua vocação médica e cristã prestou,com seus voluntários,serviços de melhoria de qualidade de vida indiscutivéis,necessários e de um alcance tão amplo que serviria para nortear qualquer projeto governamental sério nessa área social.
Perdemos muito.
Abraços.
Chiquita Bacana
-14/01/2010 às 15:27
Estamos mais pobres, de compaixão.
Ficamos “um pouco mais orfãos”, de bons exemplos: Dra. Zilda, Bruno, Arí, Davi, Leonardo, Douglas, Washinton, Tiago, Antonio, Kleber, Raniel, Emílio…
Caminhemos.
Jandira
-14/01/2010 às 14:51
Continuando…
Você não consegue dar direitos à natureza. Alguém deu direitos à natureza para ela destruir o Haiti. Ela se impõe.
E quanto à “divindade”, deuses não ficam solicitando direitos para quem não é deus e para seres inferiores.
Jandira
-14/01/2010 às 14:49
“Não descriminar o aborto, por ex., não seria admitir que o processo que transforma ou não um embrião numa pessoa só pode ser interrompido impunemente pela natureza (ou a divindade), não pela mulher, criando assim direitos para uma não-pessoa superiores aos de uma pessoa?”
Ai, Lilian, filha, que lógica é essa sua? Você não cria direitos para uma não pessoa. Faz parte da estrutura da realidade, porque como disse o Reinaldo, este “mundo como idéia” não cria a realidade. Continua…
Crítico
-14/01/2010 às 14:45
Campanha!
Odracir Silva
-14/01/2010 às 14:30
Aos caros Renato e neo-liberal otimista. Gostaria de lembrar-lhes q o propio santo padre, Bento XVI, comungou c/ politicos defensores do “direito de decidir”. No mais, nao vou declarar q sou “mais” ou “melhor catolico” q qquer outro, pois ainda me lembro da “parabola do filho prodigo”. Alias, talvez nao tenha tanta proximidade da Zilda Arns como o caro Reinaldo tenha, porem, eu nunca li ou ouvi ela dizer q pessoas q defendam o direito de aborto sejam “menos” catolicos.
JM e o grande erro da Igreja de SP
-14/01/2010 às 13:31
A Dra. Zilda Arns foi exemplo de integridade e amor ao próximo, merecendo todo nosso respeito. Por isso, faço minhas as palavras [mais uma vez da hora] de Yara Chiara qdo diz que ela foi “uma referência para todos aqueles que atuaram, embora de forma muito mais modesta, em missões humanitárias despidas da pregação marxista - missões de um tempo em que os Direitos Humanos eram tidos como valores suprapartidários e inegociáveis”.Pedimos a Deus para que lhe dê um bom lugar ao lado Dele.
Os estalinistas, no entanto – os ditos “teólogos da libertação”, travestidos de padres da Igreja Católica, não poderiam deixar de aproveitar o corpo da Dra. Zilda para reeditar um padre canalha – Lancelotti – que cometeu crimes, comprando carros de luxo com dinheiro que não tinha para um ex-egresso da FEBEM, que também não tinha dinheiro (de onde vinha o dinheiro: das ONGs do padre ou de roubos?) e que o denunciou como seu namorado, motivo pelo qual teria recebidos os carros de presente. Ter esse criminoso – porque quem comete crime é criminoso – rezando a Missa pela Dra. Zilda, uma pessoa íntegra, parece ter sido uma estratégia da defesa, ou seja, de LEGreenhalg. Dra. Zilda foi usada.
A Igreja de São Paulo deveria ter respeitado a memória e integridade da Dra. Zilda pondo um padre íntegro para rezar a Missa, não permitindo que os estalinistas, travestidos de padre, roubassem o corpo para com ele se locupletar.
Essa gente estalinista é tão canalha que não respeita nem mesmo os mortos.
giselle
-14/01/2010 às 12:13
O que aconteceu com a dra. Zilda é que a ala esquerdista da igreja sempre contabilizou o trabalho dela a favor da Teologia da Libertação que tenta converter a religião católica em braço religioso do esquerdismo.
Para ajudar Lula e sua turma colocaram Deus em segundo plano.
Na hora do aborto, e das células tronco seus aliados viraram opositores.
alerta
-14/01/2010 às 11:58
e lamentavel. tanta gente imprestavel, parasita e ordinaria que assombram esse pais continuam vivas e a nossa querida zilda foi-se. sera que deus e brasileiro .????????????????????????????????
Marta
-14/01/2010 às 11:25
Muito bom e muito bonito o seu texto, Reinaldo. D. Zilda Arns foi um belo exemplo de pessoa e de mulher. Ela não morreu, sua obra ficou e espero que continuem a segui-la.
Miranda
-14/01/2010 às 10:57
Bom Dia Reinaldo!
Independente da fé que professa, para mim o que vale é a “Obra” da pessoa, e Doutora Zilda é um destes exemplos ímpares, acredito na outra “vida” após esta, talvez no paraíso, acredito, pois senão, que significado teria esta nossa estadia aqui ? E os maus, aqueles que mesmo a caminho do necrotério, e temos muitos aqui, persistem e suas maldades, será que sairão vencedores no pôs-morte?, acredito que não!, simplesmente pelo fato de pessoas como Doutora Zilda existirem! dando significado às nossas vidas! Um belo significado!
Leitor assíduo
-14/01/2010 às 10:45
Muito bonita sua homenagem à Drª Zilda Arns, Reinaldo, e feliz a sua comparação com mulheres que são mensageiras da morte, com pretenções de galgar postos de comando.
Patricia Felix
-14/01/2010 às 10:40
Achei fantastica a matéria postada blog…
Recebi no twitter e dilvulguei no meu Twitter para que outros católicos tenham conhecimento e tambem possam refletir em tudo o que vc escreveu e acessarem…
O que é bom precisa ser divulgado…
Parabéns, que Deus abençoe vc cada vez mais com e lhe cada vez mais coerencia e profissionalismo…
Abraço
Patricia Felix - Com. Canção Nova
Renato
-14/01/2010 às 10:11
Neo-liberal otimista,
Só queria avisá-lo que a Igreja Católica no Brasil já se manifestou a respeito das “Católicas pelo Direito de Decidir”, esclarecendo que elas não são apoiadas pela Igreja, pois não comungam da doutrina católica.
É certo que a hierarquia no Brasil é omissa em alguns temas, mas pelo menos neste queria deixar claro que a Igreja se pronunciou.
Atenciosamente,
Renato.
Fabrício
-14/01/2010 às 10:01
A trajetória de Zilda Arns é o melhor antídoto à Teologia da Libertação, que deixou seu quinhão de miséria no Haiti com o triste legado de Jean Bertrand Aristide.
lilian
-14/01/2010 às 9:53
Olá, Reinaldo! Tb lamento a morte da Dra. Zilda e reconheço o direito que ela tinha de ser respeitada tb por sua posição em relação ao aborto e à pesquisa com células embrionárias. Concordo que não é hora de discutirmos essas questões, mas penso que não cabe ao estado adotar essa ou aquela posição religiosa ou político-ideológica, e sim, atuar com responsabilidade diante delas na saúde pública. Não descriminar o aborto, por ex., não seria admitir que o processo que transforma ou não um embrião numa pessoa só pode ser interrompido impunemente pela natureza (ou a divindade), não pela mulher, criando assim direitos para uma não-pessoa superiores aos de uma pessoa?
Everardo
-14/01/2010 às 9:50
A tragédia no Haiti não teria sido menor se os países tivessem seguido o exemplo do Brasil e ajudado ANTES. Mas, as consequencias da tragédia, agora expostas ao mundo, mostram a fragilidade daquele povo. Suas necessidades precisaram de uma tragédia para serem vistas. Muito brasileiros criticaram a presença das tropas brasileiras por lá. Agora compreendem qual era, realmente, o papel do Brasil, e o que representa de positivo para uma política mundial realmente humana.
Camilo Diniz
-14/01/2010 às 9:05
Quase não acreditei quando li a notícia da morte de Zilda Arns. Sabe, é duro ter que aceitar a morte de um mito, como foi D.Zilda. Aquela mulher que, com atitudes simples e modestas conseguiu salvar a vida de incontáveis crianças por todo o mundo. Enquanto as peseudofeministas gritam em defesa de uma falsa autonomia reprodutiva, e pelo macabro direito de abortar, matando um ser humano indefeso, Zilda Arns e a Pastoral da Criança, com a multimistura e o soro caseiro, por exemplo, resgatavam milhões de crianças da fome, da desnutrição e da miséria. Enfim, morre a mulher, fica o exemplo, o trabalho e o testemunho. A esquerda adora dizer “Che vive”. eu prefiro dizer: ZILDA ARNS VIVE!
Hélio
-14/01/2010 às 8:50
Jesus, o maior lider de todos os tempos preparou 12 que foram capazes de perpetuar seu exemplo.
Zilda Arns, a nossa Zilda, tocada pelos exemplos de Jesus foi capaz de fazer a multiplicação e chegar aos corações de milhões de pessoas e salvar vidas.
Hoje um misto de tristeza e alegria me invade. Tristeza pela perda irreparável dessa mulher incontestável. Alegria pela magnitude do seu exemplo pra minha vida.
Que o seu exemplo possa me tocar e a milhões de brasileiros, a trabalhar de coração puro por aqueles que ainda continuam na exclusão, mesmo vivendo num país tão rico!
José Ramalho
-14/01/2010 às 8:29
Ontem, no final do Jornal Nacional, nenhum minuto de silêncio para Zilda Arns. Nenhuma homenagem. Lamentável. Diferentemente, de quando morreu o “dono” da emissora. Diferentemente de Veja, que fez a homenagem por meio de um texto verdadeiro, que mostra a força e a coerência dessa mulher. Espero que ela seja capa da próxima revista. Precisamos reviver sua vida de amor, honestidade, entrega, verdade.
Paulo
-14/01/2010 às 7:06
“Em vez de usar as dificuldades da população pobre como matéria de proselitismo, a exemplo de um sem-par de ONGs movidas a vigarice política, Zilda seguia a máxima cristã: deixava-se conhecer pela Palavra, mas também pela obra.”
Seria melhor ler isso antes:
http://www.jusbrasil.com.br/noticias/1105553/justica-do-pr-condena-ong-ligada-a-zilda-arns
fininho
-14/01/2010 às 6:43
O edificio da câmara dos deputados e senadores do Brasil, deveriam estar dentro do Haiti neste momento. Infelizmente está em terra firme!
raimundo
-14/01/2010 às 5:05
morre a vida (zilda), vive a morte (dilma com seu decreto dos DH). É realmente um país mínimo, até no destino das boas pessoas.
Ronald
-14/01/2010 às 4:44
Marechal, a perda da Dra. Zilda e destes 11 militares é o knock-out da semana. Brasileiros ímpares e raros nestes tempos manobras insidiosas e golpes em que vivemos.
Sinto pelos que perderam suas vidas assim como pelos familiares surpreendidos com esta trágica partida de seus entes queridos.
Respeitosamente
Ronald
Elah
-14/01/2010 às 3:06
Foi-se a
Zil-dá
ficou a
Dil-má.
Para o azar do Brasil.
Haroldo
-14/01/2010 às 2:42
Rei, a Folha reproduziu na integra o discurso que Zilda fazia numa igreja no momento em que morreu. É um PRIMOR. Bonito mesmo, e longo como os seus posts. Talvez valesse reproduzir no blog. Aí vai o link
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u678942.shtml
neo-liberal otimista
-14/01/2010 às 2:41
Meu Deus, diria o cronista esportivo e gastronômico Silvio Lancellotti ! Eu chamei o “Padre” JULIO Lancellotti de Silvio !!! Que LAMBANÇA ! rsrsrs Desculpe-me pela ofensa, Silvio Lancellotti !!! Pois é, Reinaldo, em seu livro “O PAÍS DOS PETRALHAS”, um dos capítulos mais brilhantes trata justamente do episódio em que este HEREGE, chamado Julio Lancellotti, que ainda é “padre” (incrível, não?), NEGA A DIVINDADE DE CRISTO, ao dizer que se JESUS fosse mais cuidadoso não teria sido preso, julgado e crucificado, e teria morrido bem velhinho aqui na Terra !!! INACREDITÁVEL !!! Um “padre” negando JESUS como o Cordeiro de Deus oferecido em sacrifício pela remissão de nossos pecados !!!
anônima
-14/01/2010 às 2:36
“O Haiti é aqui…”ah! que merda que acontceu aquele povo, quanta dor, não consigo , não consigo aceitar …por que não os ajudaram a ser verdadeira nação? que tinham de errado?quero apenas entender a dor, não consigo.
FERNANDO
-14/01/2010 às 2:29
Em tempo: No comentário de 14/01/10 das 12:37h. Retificação!
- Maestria, e não - mastria
Luís
-14/01/2010 às 2:21
Foi uma grande perda, com toda a certeza.
Mas Reinaldo, acho que cometes um equivoco. O Post dá a impressão de um certo proselitismo na obra e na vida de Zilda Arns.
Ainda em tempo: me parece um tanto contraditório o post sobre a triste morte de Zilda em meio a divulgação de mortos por grupos de esquerda durante a ditadura. Contraditório pois os post parecem escritos pelo CIEx, parecem o “Livro Negro do Terrorismo no Brasil”, a resposta oficial do exército ao “Brasil Nunca Mais” de Don Paulo Evaristo Arns, cardeal e arcebispo emérito de São Paulo, irmão de Zilda e que documenta e relata as torturas sofridas pelos presos políticos.
Alligare
-14/01/2010 às 1:23
Que grande perda!
Quantas pessoas ainda existem no Brasil, com essa grandeza moral, integridade de caráter e firmeza na postura… Só posso torcer para que a Dra. Zilda, tenha conseguido deixar bons discípulos.
Descanse em paz Doutora. Eu te agradeço de coração - sem a tua presença, o mundo com certeza, teria sido muito pior. Aichi-Jp
Mosca
-14/01/2010 às 1:19
Caro Reinaldo,
Em um país onde a mediocridade é palavra de ordem, onde ser vulgar torna-se virtude e onde a a valorização da vida humana tornou-se uma falácia; é terrível sofermos uma perda da magnitude de D. Zilda Arns. Difícil será encontrar alguém com seu brilho, sua grandiosidade e nobreza de coração. Seu desaparecimento me deixa a cada dia com menos esperança que este país torne-se melhor.
Malu
-14/01/2010 às 1:07
Mais lamentável ainda foi saber que o celebrante da missa de ontem, na Catedral de São Paulo, era o Pe Lancelotti. Pensei que, ao menos, estivesse afastado.
neo-liberal otimista
-14/01/2010 às 0:39
Reinaldo, a Igreja Católica, sobretudo no Brasil, tem sido muito complacente com seus “inimigos internos” !!! Essa tal ONG “Católicas Pelo Direito de Decidir” é por si só uma ABERRAÇÃO !!! Ora, é ABSOLUTAMENTE IMPOSSÍVEL ser católico e ao mesmo tempo defender o aborto !!! Essa ONG, defensora da morte, deveria ser PROIBIDA pela Igreja de usar a denominação “católicas” !!! E suas militantes deveriam ser excomungadas !!! Mas, se nem o “Padre” Silvio Lancellotti, aquele que NEGOU A DIVINDADE DE JESUS CRISTO, foi excomungado, esperar o que de nossos cardeais ? Precisamos levar esses fatos ao conhecimento do Papa Bento XVI !!!
FERNANDO
-14/01/2010 às 0:37
Nobre Reinaldo, quando perdemos alguém do quilate e grandeza da Srª ZILDA ARNS e olhamos para trás, percebemos que o nosso país ficou mais pobre moralmente e espiritualmente e sem representatividade mundial. Uma senhora que passou toda a vida dela batalhando e dando o seu melhor em prol do povo pelo mundo. Prestou relevantes serviços ao nosso país e ao mundo, digna de louvores e aplausos mundial por tudo que fez e implantou aqui e lá fora. Àquela senhora nos dignificou com seus atos humanitários!. Perdemos à dona RUTH CARDOSO, extraordinária mulher ex-primeira dama, e agora a mastria e sensibilidade humana da dona ZILDA ARNS. Nossos mais profundos pesar!.
neo-liberal otimista
-14/01/2010 às 0:31
Reinaldo, belo post !!! Acrescento que, segundo um de seus filhos, Nelson, em entrevista coletiva em Curitiba, a Dra. Zilda Arns Neumann morreu enquanto discursava para uma platéia numa Igreja de Porto Príncipe !!! Falava do “bem sagrado” que é a vida de uma criança !!! Como católico, sinto claramente que há algo de beatitude, de santidade, de ungimento, numa morte desta forma !!! Todos os apóstolos foram mártires e tiveram uma morte terrível !!! A maioria dos santos também !!! Vejo clara a mensagem divina deste chamamento, e da forma como ocorreu !!! ZILDA ARNS, uma MÁRTIR em defesa da vida !!!
Sidney Chapecó
-14/01/2010 às 0:25
Tanta tranqueira neste país e vai embora justamente uma pessoa admirável como a Dr. Zilda Arns !!!!!
Que descanse em paz.
Abreu
-14/01/2010 às 0:12
Marechal Reinaldo Azevedo,
Obrigado pela honestidade do seu texto. Obrigado por tê-lo centrado na pessoa e na obra de Dona Zilda, sublimando sua legado, ressaltando sua renúncia ao prosetismo já que trabalhava por puro ideal, pois viveria muito confortavelmente se à causa não se dedicasse — da qual, diga-se não extaria nenhum proveito, de nenhuma natureza.
Obrigado, também, por não ter permitido que a merecidíssima homenagem se desviasse para outras manifestações que aqui seriam impróprias.
Mais uma vez seu texto me comoveu profundamente.
Acabei de assitir uma entrevista dela à TV Cultura, que recomendo:
http://www.tvcultura.com.br/rodaviva/programa/pgm0771
Que D’us a conforte.
Robson
-13/01/2010 às 23:58
Lamentável é toda essa tragédia. Mas Noço Guia, como não poderia deixar de ser, tá tentando tirar sua casquinha:
Manchete no globo.com:
“Lula liga para Obama para pedir cooperação no Haiti”
Como se o Obama não estivesse se mexendo desde bem antes disso. Assim o molusco pode dizer que o Obama só ajudou por causa da conversa com ele…
PS: Aliás, encontrei esta pérola no meio do press-release, ops, quer dizer, da matéria:
Segundo Lula, Obama disse que terá uma reunião com o ex-presidente Bill Clinton, que é o cara da ONU para essas questões, (…)
Assim mesmo. “Que é o cara”. O repórter ou é ignorante ou está tão treinado que repete feito papagaio o que lhe assopram.
José Luiz
-13/01/2010 às 23:52
Prezado Reinaldo
Boa noite.
Concordo plenamente com suas observações acerca dessa cidadã do mundo, que exerceu na plenitude o ofício que escolheu livremente: ajudar sem demagogia, sem proselitismo. Morreu como viveu: doando-se.
Acompanhei os debates acerca das células-tronco embrionárias. Defendo sua utilização na forma da lei aprovada. Isso não diminui em nada (ao contrário!) meu respeito por esta coerente católica, que assumiu abertamente a posição que julgava correta.
Que perda lamentável!
Atenciosamente; José Luiz
Luc-iana
-13/01/2010 às 23:49
Chorei ao saber de sua passagem
amém
Luc-iana
-13/01/2010 às 23:48
Chorei ao saber de sua passagem.
Reinaldo amém
Terrano
-13/01/2010 às 23:39
Muito afiado, Reinaldo.
Que bela oração.
João
-13/01/2010 às 23:11
Reinaldo, há um comentário muito infeliz às 22:19 redigido pelas patas de um tal de “Ricardo”. Engraçado, eu jamais celebraria a morte de um deles, por que insistem em agir de forma grotesca mesmo em circunstâncias tão sensíveis?
Abraço
João
Atenção
-13/01/2010 às 23:10
Reinaldo,
Atenção ao comentário do Ricardo 10:19. O pobre infeliz tem problemas com a própria sexualidade e só precisar se afirmar, mas creio que o momento não é muito oportuno.
Beto
-13/01/2010 às 23:10
Eu não a conhecia, nem tive conhecimento do seu trabalho, mas, pela repercussão, vejo que foi uma grande pessoa e médica.
Esteja em paz a D. Zilda Arns.
Que Deus a tenha em sua infinita glória.
Amém!
Yara Chiara
-13/01/2010 às 23:06
10:19 pm
De uma estupidez abominável. A internet faculta às pessoas a liberdade de fazerem tantas coisas bacanas. Alguns escolhem o ódio mais sombrio. Triste.
Homem do Porrete
-13/01/2010 às 22:48
ricardo 10:19, só no teclado voce é valente,quando a coisa fica feia é outro que tá com a malinha pronta pra se manda pra ilha,vagabundo mal educado.
PAULO SOLUÇÃO
-13/01/2010 às 22:46
“Quem se esforça com alegria”…
“Caminha para sua vitória.”
O Brasil e mundo perderam um “anjo” Zilda Arns, uma mulher humilde, de um sorriso encantador que fez tudo que podia em prol de seus semelhantes. É com grande dor que este “anjo” nos deixa. Deus de sua infinita gloria recolheu para estar junto de ti. Mas Ele nos enviará outros “anjos” para continuar a cumprir seus propósitos aqui na terra. Podemos até chorar sua perda, mas temos certeza de uma coisa - Deus sabe o que faz. Este “anjo” nos deixou um grande exemplo de que podemos sim amar nossos semelhantes. Amar como Jesus amou… Viver como Jesus viveu… Cantar como Jesus cantou… Deixo nestas poucas palavras meus sinceros sentimentos a família de Zilda Arns. Em especial ao Senador Flávio Arns. Desejo a todos muita paz coroado de muita SABEDORIA, CONHECIMENTO, ENTENDIMENTO e principalmente DISCERNIMENTO em todos seus caminhos e planos futuros.
PAULO SOLUÇÃO
http://www.paulinhosolucao.blogspot.com
Catarina
-13/01/2010 às 22:39
Dona Zilda, mesmo que não fosse católica, teria a mesma postura em relação ao seu semelhante, independentemente dessa ou daquela religião.
Com toda certeza, seu espírito já deve estar ofuscando, em outra esfera, com tanta luz e beleza.
É reconfortante saber que existiram e ainda existem pessoas assim ao nosso redor.
carol zabisky
-13/01/2010 às 22:31
Reinaldo, obrigada por suas palavras que, para mim foram como bálsamo lê-las!!!! Ver que ainda existem pessoas com bom senso qto o aborto e celulas tronco embrionárias dentro dos meios de comunicação…
Obrigada pelas palavras em relação à Dra. Zilda!
toninho
-13/01/2010 às 22:30
Que Deus receba essa advogada dos pobres no céu, e seus passos, sejam lembrados, como, a celebração da vida.
Vox Populi
-13/01/2010 às 22:21
Reinaldo,
“Zilda viveu a inteireza da experiência católica: deixou-se conhecer pela Palavra e pelas Obras. Foi, acima de tudo, coerente. E celebramos a sua obra e a sua fé”.
Feliz o ser humano que em vida não precisa de discursos para mostrar trabalho e morrendo deixa saudades pelas suas boas obras.
Nossos sentimentos aos familiares da Dra. Zilda Arns e aos familiares dos militares que morreram cumprindo sua missão de zelar pela paz no Haiti. Essa paz que os senhores dos Direitos Humanos fazem questão de destruir no Brasil.
Ricardo
-13/01/2010 às 22:19
dedetizado.
robson
-13/01/2010 às 22:04
D. Zilda sempre viverá pois ela transcendeu com sua obra as ações pífias e vazias das LBAs da vida.
Cleber Lúcio
-13/01/2010 às 21:59
Lamento o destino do pobre povo haitiano. Lamento a morte de todos os atingidos por esta tragédia. Lamento a morte dos brasileiros, todos cumprindo com seu dever. Alguns no dever imposto pela hierarquia. E uma no dever imposto por sua humanidade, sua fé, sua solidariedade. Vá com Deus, Dra. Zilda. Não te deram o Nobel, mas o Céu é todo seu.
Anônimo
-13/01/2010 às 21:55
Com certeza foi muito bem recebida no seu retorno a Pátria Verdadeira, a Pátria Espiritual.
A Vida Continua.
Nóis
-13/01/2010 às 21:40
No ponto. Conceituaste bem a vida e o trabalho desta Senhora. Enquanto nos ocupamos de mazelas da política, ambição, crime,… alguns seguem seguros de estarem a fazer o bem, certos de que o sentimento maior é a compaixão, tão execrada porém. Consciente do próprio bem-estar, o misericordioso busca compartilhá-lo. De modo altruísta, vê na satisfação da necessidade alheia o centro de tudo; generosamente, coloca-se na mesma situação de quem sofre. Não se trata de caridade, mas de entregar-se. Quantos de nós não vêem as injustiças, mas quem estende a mão, solidária? Quem se sacrifica? Quem se compadece?
Eduardo José
-13/01/2010 às 21:38
Seu texto não precisa de comentários, está belíssimo. Dona Zilda Arns é o grande exemplo de ser humano que coloca o amor ao próximo como fator principal em sua vida. Você disse tudo sobre o que é ser católico, aceitar e viver segundo a doutrina da Igreja e ser de verdade seguidor fiél da palavra de Deus. Como Dona Zilda Arns fez e viveu. Perdemos uma grande irmã, um grande exemplo de mulher e ser humano.
Maria Sylvia
-13/01/2010 às 21:37
D. Zilda Arns viveu e morreu segundo seus princípios e sua fé. Grande perda, sem dúvida.
Os desígnios divinos são mesmo indecifráveis algumas vezes. Por que um povo tão sofrido como o do Haiti ainda tem que passar por mais isso? Tomara que a ajuda internacional não fique só nas promessas desta vez….
Thereza
-13/01/2010 às 21:25
Que grande e triste perda para o nosso país….
Marcio B.
-13/01/2010 às 20:59
Farinha multimistura, suplementação alimentar que pelas mãos da Dr. Zilda Arns salvou milhares, talvez milhões de crianças da morte por desnutrição no Brasil e no mundo.
Só isso já é infinitamente maior do que qualquer fome-zero ou bolsa miséria.
A Farinha multimistura, colocou em xeque toda a teoria sociopata de que a desnutrição no mundo era causada pela alta taxa de natalidade nas classes pobres…
alan
-13/01/2010 às 20:59
Deus guarde junto a Si a querida Doutora Zilda Arns.
Ela, sozinha, e mulher, vale mais que a maior parte dos bispos da CNBB, e muito mais que o irmão dela…
Requiem aeternam dona ea, Domine, et lux perpetua luce at ea.
A porta inferi libera, Domine, anima ea.
LIMA
-13/01/2010 às 20:58
RAEINALDO.
A DRA. ZILDA MERECE TODO O RESPEITO DO POVO BRASILEIRO. SUAS POSIÇÕES ERAM INABALAVEIS E SEGURAS. QUANTO A DESCRIMINIZAÇÃO DO ABORTO, CASO ELA EXISTISSE A UNS MUITOS ANOS, MUITOS FETOS CANCEROSOS TALVEZ NÃO TIVESSEM VINGADO E, COM ISSO, HAVERIA MENOS PODRIDÃO NO PAIS.
Luiz Antonio
-13/01/2010 às 20:55
Reinaldo.
D. Zilda Arns deixará saudades. Sentiremos sua falta.
O Seu texto merece ser lido nas homilias.
Com sua liceça, vou sugerir pregá-lo no mural de minha igreja.
Com relação ao aborto, quem sabe alguns católicos avançadinhos passem a dar para a vida o valor que ela merece.
Abraços
MARCO ANTONIO
-13/01/2010 às 20:40
Caro Reinaldo,
Vai aqui uma modesta opinião de seu modesto e humilde leitor. Primeiro, uma pergunta: Por que Zilda Arns não teve sua participação no tal PNDH III.
Respondo: o aborto.
É simples. Não fosse esse ponto, lá estaria ela a assinar todo o resto, ou quase tudo. Concorda?
Um abraço.
carlos
-13/01/2010 às 20:33
Como catolico adimiro o trabalho dela e a Sra Zilda arns é a prova viva que o catolicismo luta pelavida não é feitos esses que pregam o aborto como forma de protejer a vida mais ñ investem um viten na educação e desviam dinhero público para angariar aliados
ney
-13/01/2010 às 20:26
O ocaso do destino ou seja das coincidências desaparece uma santa, que só professou e praticou bondades, fraternidade, decência, qualidades, moralidade, religiosidade. Num país tão carente como o nosso de pessoas com esta qualificação, é uma perda irreparável.
ivano
-13/01/2010 às 20:25
Zilda Arns, uma cidadã do mundo, seu exemplo de vida cristã e solidária aos desafortunados, é um marco de reflexão profunda e deverá gerar frutos indefinidamente. Ela nunca morrerá, estará eternamente no coração das pessoas de bem, uma luz perene no fim do túnel. Deixou registrada sua lição espiritual aos desavisados, Deus a chamou para homenageá-la pela missão humanitária cumprida regiamente.
Claudio
-13/01/2010 às 20:23
Belo texto, bela homenagem a Zilda Arns. Quanto ao aborto eu não tinha uma opinião formada sobre o tema até algum tempo atrás. Mas bastou acompanhar minha esposa no primeiro exame de ecografia de meu filho para minha opinião se definir. Ver aquele pequeno ser, com apenas um ou dois centimetros, com um coração forte pulsando dentro dele acabou com todas duvidas que eu tinha. Não importa o tempo de gestação, não ao aborto.
Iguinho
-13/01/2010 às 20:19
Antes de médico ou jornalista um pessoa deve ser católica.
Lucas Torino
-13/01/2010 às 20:18
É uma pena. Poderia ter ficado aqui a Zilda e mandar para o Haiti o tal padre Lancelotti. Aquele que pratica a pederastia do Senhor.
CerradoemChamas
-13/01/2010 às 20:15
Reinaldo,
Bela e merecida homenagem à Dra Zilda Arns!
Aquela senhora já era santa em vida, tal sua aura de comunhão com o humano e com o divino!
nei moreira
-13/01/2010 às 20:14
Reinaldo.:
Ficamos tristes pelo ocorrido com a Dra. Zilda Arns. Um exemplo para o Brasil e para o mundo pela sua total dedicação aos pobres e oprimidos. As homenagens terrenas, são aquelas que já conhecemos. Com certeza lá nos céus, com as Terezas de Calcutá e todos os Anjos, Arcanjos e o Pai Celeste, uma grande alegria.
Não há nescessidade de descrever sua firmeza de caráter e Fé Cristã.Nossas homenagens aos valorosos soldados do glorioso Exercito Brasileiro.
Sherlock
-13/01/2010 às 20:12
Rei,
Um belo texto e uma bela homenagem!
Pena que o relato das boas idéias e das boas ações de D. Zilda seja contaminado com as contradições dos boçais, embora a demonstração destas contradições nos ajudem a ver melhor as boas ações dela e as idéias nefastas deles.
Ao saber da morte de Zilda Arns (prematura, ainda que vivesse 100 anos, como diria o Augusto Nunes) não pude deixar de lembrar da D. Ruth. Ambas trabalhando de verdade em favor dos “oprimidos”, sem fazer proselitismo. Ambas morreram prematuramente, ainda que vivessem 100 anos.
Abraço.
theo
-13/01/2010 às 20:12
Que Deus conforte os familiares da Dra Zilda.
Eduardo
-13/01/2010 às 20:05
Um terremoto que derruba uma igreja em cima da fundadora da Pastoral da Criança não é motivo para duvidarmos que Deus existe?
Odracir Silva
-13/01/2010 às 20:04
Pode atee parecer q haa uma contradicao entre defender o “direito de decidir” e ser catolico. Porem, acredito q a questao sobre as catolicas q apoiam o “direito de decidir” nao ee assim tao preto no branco. Alias, nao haa nenhuma contradicao em defender o direito de aborto e ser catolico. Nao haa nas leis canonicas da igreja q isso fira algum dogma da igreja catolica. O ato em si, ee um pecado, e quem praticou ou ajudou no aborto, seraa automaticament excomungado. POREM, 1) a pessoa q foi excomungada ainda ee catolica, 2) Seraa reintegrado na comunidade da igreja se pedir o perdao. Jaa a defesa do “direito de decidir” nao ee causa para excomunhao.
Nausícaa
-13/01/2010 às 20:01
Assim é.
Thuma
-13/01/2010 às 20:01
Que descanse em paz…
Maria
-13/01/2010 às 19:41
Nem sempre concordamos, mas nesse caso, sim. Hoje mesmo eu comentava com uma pessoa que Kelsen dizia que toda pessoa é jurídica, pois pessoa é aquilo que a lei diz que é. Os escravos já foram considerados bens e mesmo as mulheres, não pessoas ou pessoas incapazes. Ainda hoje, no século 21, há ordenamentos jurídicos com a estipulação que a mulher tem a metade do valor como pessoa do homem (devendo se associar a outra para poder litigar com um). Assim, creio que a humanidade um dia se escandalizará com a idéia de que os embriões puderam um dia não serem considerados pessoas, apenas pelo seu diminuto tamanho (o que mais, realmente?). Mas pessoas como Zilda mostrarão que havia luzes…
Reynaldo
-13/01/2010 às 19:38
A vida é mesmo um grande e profundo mistério. Enviei um comentário (publicado) com o link do discurso da dra. ZILDA ARNS, em que dizia, havia sido proferido horas antes de sua morte. Errei. Soube agora, que d. Zilda morreu em meio ao discurso citado, em uma Igreja. Onde ela fala da proteção desde ANTES DO NASCIMENTO!! A vida é um mistério!
Rebune
-13/01/2010 às 19:34
Reinaldo, parabéns pela coragem em denunciar estes revanchistas, e, por favor, continue denunciando os crimes cometidos por estes “esquerdistas dinossáuricos stalinistas”. Mas isto deveria ser de maior divulgação, a fim de alcançar uma população crédula e desinformada. Pena que o Brasil perdeu uma grande brasileira, que sem proselitimos populistas ajudava a salvar crianças da desnutrição.
Aldo Matias
-13/01/2010 às 19:32
Reinaldo,
Dona Zilda Arns foi, sem dúvida, uma grande brasileira, uma grande mulher e uma grandissíssima obreira dos direitos humanos.
Meus sentidos pêsames à família. Meus sentidos pêsames aos brasileiros dignos.
Eduardo Gonçalves
-13/01/2010 às 19:31
Essa Grande Sra, a Dra Zilda Arns ,não tem nada pra se falar e sim em aprender como é possível respeitar o próximo e fazer o que sabemos em pró dos mais necessitados e orienta-los a sair dessa situação com honra e não com falsos benefícios e falsos programas de direitos humanos ,espero que a nosso povo tenha ela como referência e mude os rumos de nosso belo e rico País em nome dela passar a estabelecer que o único e verdadeiro jeitinho Brasileiro passe a ser o JEITINHO ZILDA ARNS e com certeza os rumos desses país se tornara o melhor e mais completo em ter o caráter digno como ela ,Viva o JEITINHO ZILDA ARNS
Dra. Zilda Arns fará muita falta.
-13/01/2010 às 19:27
Essa senhora representa o melhor do que um ser humano pode.
Ajudar o outro. Morreu fazendo isso. Deus a acolherá com a mesma bondade que ela exerceu com a nobreza de sua escolha.
Que mulher, que exemplo. Sua obra não morreu, é imortal.
A quem compete, que continue para fazer jus à sua insigne memória
Jaime Pimenta
-13/01/2010 às 19:15
Rachel disse:
janeiro 13, 2010 às 5:54 pm
Mulher admirável Rei.
Mesmo admirando seu ponto de vista - e quem sabe sabendo que ele seja maior e mais correto - sou a favor do aborto mas nunca deixei de admirar esta mulher extraordinária.
Rachel,
Você defende a pena de morte?
Caso não defenda porque a vida no útero é menos importante do que a vida de um condenado?
Temos sempre de nos lembrar de que fazer sexo é sempre opção e conceber um filho é um ato de vontade.
Sei, Rachel, que para você e as pessoas que defendem esse argumento é mais fácil eliminar o produto do erro do que enfrentar as consequências dos atos praticados.
Jaime Pimenta
Cris
-13/01/2010 às 19:09
Ô, Deus! Tô tão abafada, Rei. Tão, tão, tão… Nem tenho o que dizer.
Deus deve ter tido lá suas razões para fazer Zilda e os militares, que lá estavam pelos DIREITOS HUMANOS, mártires deste terremoto. Bem neste momento.
jvianei
-13/01/2010 às 19:07
Reinaldo, lendo alguns comentários abaixo não me contive. Como pode pessoas, serem favoráqveis ao aborto para a criança não sofrer? Isso lembra até o nazismo, quando crianças com algum tipo de dificuldade eram eliminadas p não sofrer.
Reinaldo, seu artigo está perfeito. Tenho orgulho de ser conterraneo da Dra. Zilda Arns.
Raphael Aguiar
-13/01/2010 às 19:07
“Cada ano uma vítima se perde nas ondas, e a sorte escolhe sorrindo os melhores dentre nós” (Álvares de Azevedo)
Zilda Arns, obrigado pelo seu belo exemplo de vida, por sua dedicação, por sua coerência. Meus pensamentos estão com seus familiares. Descanse em paz…
mineiro
-13/01/2010 às 19:05
caro reinaldo, eis um exemplo a ser seguido, idependente de religião ou bandeira partidária .que haja um reconhecimento maior a uma pessoa que lutou em favor dos menos favorecidos e nunca buscou o estrelismo tão comum em nossos dias …lamento por esta querreira não ter sido reconhecida com o nobel da paz alguns anos atrás..enfim fica seu exemplo para nós.
Zé Roberto
-13/01/2010 às 19:02
Que Deus a receba com o mesmo amor e carinho com que ela dispensou a todos nós!
João Melo
-13/01/2010 às 19:00
Reinaldo,
Que país sem sorte! Além dos graves problemas econômicos e políticos, vem um tremor de terra a acabar o pouco que RESTA.
Estamos tristes com a morte da Dra. Zilda Arns, irmã do sempre Cardeal Arns, de São Paulo. Também somos solidários aos militares brasileiros que perderam a vida. Que encontrem a PAZ.
Um grande abraço de seu fiel leitor,
João Melo, direto da selva amazônica!
http://www.economiaecapitalismo.blogspot.com
Rare nucae
-13/01/2010 às 18:56
Impressionante… Um prêmio Nobel para um espertalhão do aquecimento global (o Alzinho Gore ), outro para um presidente por suas futuras ( e furadas ) idéias. E para quem de fato fez: N A D A. Comendas, Titulos Honoríficos, Doutor Honoris Causa , Nobel da Paz, etc. são condecorações eminentemente politicas e de agrado ( ou puro puxassaquismo ) aos agraciados. Tito.
JOAO MELO
-13/01/2010 às 18:53
Caro Reinaldo, boa noite!
Além de ser um país miserável, pobre e com 1001 necessidades, vem um tremor de terra e arrasa ainda mais com o que RESTA. Triste situação. Para nossa maior tristeza, a morte da Dra. Zilna Arns, irmã do sempre Cardeal Arns de São Paulo, além de militares brasileiros.
Espero que a situação não fique ainda pior devido a corrupção e que este pobre povo consiga UM DIA ter PAZ.
Forte abraço de seu fiel leitor,
João Melo, direto da selva!
http://www.economiaecapitalismo.bogspot.com
Alex
-13/01/2010 às 18:48
conheco pouco o trabalho e a biografia desta senhora, mas admiro que em vez de usar o sofrimento dos pobres para o proprio beneficio - como faz o Lula e seus companheiros - ela colocou a mao na massa e fez o que pode para aliviar o sofrimento dos menos privilegiados. Nao concordo com algumas opinioes que ela tinha: eu sou a favor do aborto e das pesquisas com celulas-troncos, mas isso nao impede de dar valor merecido ao trabalho dela.
Sharp Random
-13/01/2010 às 18:48
Jesus foi um homem de ação.
Zilda Arns seguiu o exemplo e deixou o caminho muito bem sinalizado.
Sharp Random
-13/01/2010 às 18:46
O carma de um povo também se estabelece pela conivência com os desmandos de seus governantes.
Todo aquele que em tendo condições de agir, cala e se omite, faz tanto mal quanto aquele outro que pratica o equívoco pensando que está fazendo a coisa certa.
Emiliana
-13/01/2010 às 18:45
Oi Reinaldo,
Que bela homenagem!
Que texto forte, terno e verdadeiro!
Seria muito bom se esse texto pudesse estar estampado em algum jornal, amanhã.
Agradeço poder tê-lo lido.
Abraço
Renata
-13/01/2010 às 18:43
Não me preocupo com a legalização do aborto e das pesquisas com células-tronco embrionárias, porque isso não torna essas atitudes obrigatórias - continuarão sendo uma escolha, e quem é contra continuará podendo optar por não fazer. Diferente de censura à informação, desrespeito à propriedade privada, etc., que atingem a todos. Embora discorde de diversas posturas de Zilda Arns, minha admiração e respeito por ela vêm de uma postura muito simples: ela FAZIA. Não ficava de discurseira. Estou cada vez mais sacuda de hipócritas e de discurseira vazia. Não dá pra levar a sério quem se leva demasiadamente a sério, o que é regra nas militâncias e seus insuportáveis clichês.
Laerte
-13/01/2010 às 18:43
Quando era adolescente li num almanaque uma frase que evidentemente nunca esqueci,onde estava escrito: Ha homens que são como velas, queimam-se para dar luz aos outros , é exatamente o caso de Zilda Arns.Gostaria também de enviar minha solidariedade às familias dos honrados soldados brasileiros que sacrificaram suas jovens vidas em favor do sofrido povo Haitiano.
polimático
-13/01/2010 às 18:40
Estou muito triste em saber da morte da dra. Zilda Arns, muito triste mesmo.
É só o que tenho a dizer neste momento.
Carlo Germani
-13/01/2010 às 18:33
Caro Reinaldo,
Outro dia comentei sobre os “bagaços espirituais”, onde afirmei
que tipos como os “Lulas da vida”, deveriam desencarnar.
Não sei a razão, mas o comentário foi recusado.
Tem tudo a ver com a tragédia de Zilda Arns.Este ser humano representa o oposto destes “bagaços espirituais”.
A pergunta com indignação é: Por que ela e não os Lulas da vida? Depois de tanta dedicação e sentimento a causa dos necessitados,onde em momento algum,usou de populismo e demagogia, qual a razão de tirá-la desta missão,onde os verdadeiros direitos humanos foram a
meta principal?
Fã do Grifo
-13/01/2010 às 18:26
Carlos disse as 5:34 pm
(…)
Sempre tem aquele que é insensível. Não importa a ideologia política, o Brasil perdeu uma de suas grandes cidadãs.
REINALDO RESPONDE
Eu cortei o comentário a que você alude porque me pareceu inaceitável.
ORITAS
-13/01/2010 às 18:22
É SEM DÚVIDA UMA PERDA E TANTA, EXCETO D. RUTH CARDOSO,
AS PRIMEIRAS DAMAS ATÉ HOJE SÓ SOUBERAM ESBANJAR O DINHEIRO PÚBLICO E COM CERTEZA INCITAR OS ALOPRADOS DOS MARIDOS PRESIDENTES A FAZEREM O MESMO, COMO É IRÔNICO ESSA NOSSA VIDA, D. ZILDA APROVEITANDO AS CASCAS DE OVOS E DOS LEGUMES PARA SALVAR VIDAS ENQUANTO AS TRAÇAS DOS PALÁCIOS ESBANJAM DINHEIRO EM FESTAS E SABE-SE LÁ “DEUS” EM QUE MAIS.
speed
-13/01/2010 às 18:21
Reinaldo, faço coro a quem lamenta o falecimento da Dra. Zilda Arns. Mas, não fosse a obsessão pelo conselho de segurança da ONU do nosso presidente e seus diretos, teríamos a Dra. Zilda aqui no Brasil, em Angra ou S. Luiz do Paraitinga. E um contingente de 1300 soldados treinados pacificando os morros do Rio, aniquilando o poder do trafico. Sr. Lula: já que o senhor é “o cara”, liga pro seu brother Obama, pro mano Sarkozy, pro Chavez, Morales, Correa, Lugo, Kischner e companhia bela e fale que o Haiti agora também é problema deles. Quando tem platéia, é fácil ser generoso: gaste os USD 10 milhões aqui, canalizando esgoto de comunidades carentes. No Haiti, os $$$ não chegam a quem precisa.
Rogério Reis
-13/01/2010 às 18:15
É tão estranho, os bons morrem antes. Zilda Arns é um exemplo de vida para todos, a humanidade perde com a ausência dela.!
kIKO
-13/01/2010 às 18:12
Belo texto para lembrar Zilda Arns; pessoa exemplar.
Maria Lucia Ferreira Leite
-13/01/2010 às 18:10
Reinaldo Azevedo,
Aceite os meus mais comovidos parabéns por êsse texto lindo sobre a nossa querida Zilda Arns!
Poderia fazer algumas considerações sobre o que foi dito, mas seria uma redundância…
Mas, o último parágrafo foi demais!
“Zilda viveu a inteireza da experiência católica: deixou-se conhecer pela Palavra e pelas Obras. Foi acima de tudo coerente.
E celebramos a sua obra e a sua fé”!
Muito obrigada!
Thuya
-13/01/2010 às 18:07
Lamentável a morte da Dra. Zilda Arns. Já pertenci a Pastoral da Criança e sei o quanto o trabalho dela foi importante para a redução dos índices de mortalidade infantil no Brasil. E custa tão pouco.
É uma grande perda para o Brasil, mas principalmente para a Pastoral.
Lamento também pela morte dos brasileiros.
Quando você escreveu sobre a decisão dela, minha e de qualquer católico-apostólico-romano, quanto ao aborto e o uso de células-tronco, eu fico pensando que num país onde se matou e hoje os que mataram são premiados com polpudas bolsas-ditaduras, e o quanto esse dinheiro na mão de entidades respeitáveis como a Pastoral da Criança podia salvar vidas, parece tudo virado de ponta cabeça.
Brasileira
-13/01/2010 às 18:07
Quando há boa vontade o milagre acontece.
Com poucos recursos, 1,00 por criança assistida, a Pediatra e Sanitarista Zilda Arns provou que é possível realizar o milagre da multiplicação.
É um dia triste para o Brasil, perdemos uma grande mulher.
Aos militares que estavam no país em missão de paz, rendo também minhas homenagens.
alvaro
-13/01/2010 às 18:02
A elite brasileira, cujo significado tem sido tão desvirtuado pela esquerda empedernida, perdeu uma de suas maiores representantes.
Elite é Zilda Arns, Adib Jatene, José Mindlin e tantos outros que se doam ao próximo.
ricardo
-13/01/2010 às 18:01
exatamente!
os esquerdistas psicopatas e decrepitos que redigiram aquela merda, alem de pensarem em como matar mais fetos, pensavam em como ganhar mais grana com os inúmeros processos que resultariam daquela excrescência, como se os processos existentes (ate de netos!!!!!!!!!) já não sugassem o suficiente os cofres públicos!
e os adEvogados ja deviam estar feitos abutres na carniça, esfregando as mãos pelas comissões gordas que iriam receber…
Maria Helena
-13/01/2010 às 18:01
Mas não precisa, necessariamente, que alguém seja católico, Reinaldo, pra se colocar contra o aborto - um assassinato dos mais covardes, porque se mata quem não pediu pra ser gerado e sequer se lhe dá o direito de nascer. Se não se pode, ou não se quer ter filhos, que não os faça. Simples assim. Há métodos anticonceptivos aos montes à disposição de todos. Penso assim e não sou católica, nem apostólica, nem romana. Muito menos da igreja universal do rico individual edir macedo. D. Zilda merece as honras que sua grandeza de alma promoveu. Ter sido católica foi só um adendo.
Brasileiros (a) no Haiti
-13/01/2010 às 18:01
São 11 militares e a médica Zilda Arns.
Exército confirmou através de coletiva e notas para a imprensa.
G1, em Brasília
13/01/10 - 16h51 - Atualizado em 13/01/10 - 17h06
- 1º Tenente BRUNO RIBEIRO MÁRIO
- 2º Sargento DAVI RAMOS DE LIMA
- 2º Sargento LEONARDO DE CASTRO CARVALHO
- Cabo DOUGLAS PEDROTTI NECKEL
- Cabo WASHINGTON LUIS DE SOUZA SERAPHIN
- Soldado TIAGO ANAYA DETIMERMANI
- Soldado ANTONIO JOSÉ ANACLETO
, todos do 5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena-SP.
- Cabo ARÍ DIRCEU FERNANDES JÚNIOR
- Soldado KLEBER DA SILVA SANTOS;
ambos do 2º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em SANTOS-SP.
- Subtenente RANIEL BATISTA DE CAMARGOS
do 37º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lins-SP.
- Coronel EMILIO CARLOS TORRES DOS SANTOS
do Gabinete do Comandante do Exército, sediado em Brasília-DF.
- Médica ZILDA ARNS
CALLONI
-13/01/2010 às 18:00
CARO REINALDO
CONCORDO COM TUA COLOCAÇÃO A RESPEITO DA DRA. ZILDA ARNS, EM RELAÇÃO A SUA MISSÃO HUMANITÁRIA. É LOUVÁVEL SUA DEDICAÇÃO E SUA ATUAÇÃO NA ATENUAÇÃO DAS MAZELAS, ESPECIALMENTE DAS CRIANÇAS. APOIO SUA CAUSA E, COMO MÉDICO EM ATIVIDADE VISUALIZO TODOS OS DIAS AS DIFICULDADES DA POPULAÇÃO DE BAIXA RENDA. PORÉM, NA MINHA ÓPTICA, VISLUMBRO UMA CONTRADIÇÃO EM SUA COLOCAÇÃO A RESPEITO DO ABORTO.O ABANDONO DO CATOLICISMO LIBERTARIA PARA A ACEITAÇÃO DO ATO.NÃO HÁ COMO FUNDAMENTAR ESTA POSIÇÃO NUMA ÉTICA UNIVERSAL( KANT).
Reynaldo
-13/01/2010 às 17:57
Último discurso de D.Zilda Arns, ontem, hotas antes do terremoto que a vitimou. Veja, prezado Reinaldo, como seu texto nest post, é a confirmação da vida de Zilda, dos valores e da FÉ, íntegra e real,que professava. Fará falta.
http://www.pastoraldacrianca.org.br/discurso_haiti.pdf
Felipe Junckes
-13/01/2010 às 17:56
Uma gigante sem dúvida. Subscrevo o artigo, na verdade, trata-se da cultura do povo trabalhador de Santa Catarina. Era parente nossa de segundo grau, aqui de Forquilhinha. Um dia de luto realmente. Vale a pena ler sua biografia.
Daisy
-13/01/2010 às 17:55
Reinaldo, com tantos abutres por aí, é justo Dra. Zilda que vai?!
Às vezes não entendo bem esses estranhos caminhos de Deus.
As crianças do planeta vão sentir sua falta. E, minha criança interior, está extremamente magoada.
Abraço.
rorschachbr
-13/01/2010 às 17:55
Reinaldo, esta senhora de fato era católica, essa deste grupo 71 apenas fingem que são. Detalhe : não sou católico.
Rachel
-13/01/2010 às 17:54
Mulher admirável Rei.
Mesmo admirando seu ponto de vista - e quem sabe sabendo que ele seja maior e mais correto - sou a favor do aborto mas nunca deixei de admirar esta mulher extraordinária.
Pra mim, a única figura de destaque nos últimos anos no Brasil. Não sabia a razão pela qual ela não era reconhecida como merecia e espero que você esteja errado Rei, é muito torpe pra ser verdade.
Grande doutora Zilda Arns!
Clau
-13/01/2010 às 17:52
o Brasil precisava de mais Zildas e de muito menos lulas,
Viva a vida vivida por D. Zilda, o evangelho vivido na prática, em seus atos, e não em palavras. Vida digna e dignificante
thais
-13/01/2010 às 17:52
Admirável a visão do seu irmão, ao dizer que a morte dela foi muito bonita, já que estava lá por uma boa causa. Isso nos faz enxergar que ela já tinha cumprido brilhante e lindamente sua missão aqui na Terra, e que não devemos nos lamentar por isso. Ela deixou um exemplo que todos devíamos copiar: ajudar ao próximo, sem limites!!! Fique com DEUS dra. Zilda, e obrigada por tudo que fez por esse país!
Rods
-13/01/2010 às 17:51
REI.
CONCORDO COM VC A MEMÓRIA DOS MORTOS MERECE RESPEITO, INDEPENDENTEMENTE DE SUAS IDEOLOGIAS.
NO CASO ERA NOTÓRIO O ALINHAMENTO DE Dª ZILDA COM A ESQUERDA, LEIA-SE CNBB “ET CATERVA”.
MAS, VAMOS PRANTEAR OS MORTOS QUE SÃO MUITOS E DEIXAR DE LADO A QUESTÃO DO MARTÍRIO, SE FOI DE CORAÇÃO SUA OBRA, TENHO CERTEZA QUE ELA FEZ SEM PRETENDER RECONHECIMENTOS, INCLUSIVE, IDEOLÓGICOS.
Rods
Carlos
-13/01/2010 às 17:51
Prezado Reinaldo
não professo o catolicismo como religião nem tampouco sou evangélico que se opõem ums aos outros e brigam por nicho de poder.
A questão esquerda e direita não cabe no debate sobre a vida e morte dessa ilustre senhora que resolveu em vida salvar crianças da miséria que no caso do Brasil tem sim raízes no sistema econômico
mal utilizado pelos homens de poder.Basta ver-nos que independente
da matriz ideológica, estes se apoderam do estado para obter ganhos desonestos.Ainda mais, temos Presidente que não reconhece o filho para não atrapalha sua carreira política, temos ainda imprensa que se cala porque o mesmo pertence a mesma ideologia do dono de jornal.Adeus Zilda.
Gerson
-13/01/2010 às 17:49
Tenho visto catástrofes acontecerem em países diversos. A primeira imagem é de Presidentes falando em cadeia de rádio e Televisão levando conforto, solidariedade e esclarecimentos à população do país que presidem. No início de 2010 o Brasil foi assolado por catástrofes e mortes e nosso “Presidente” não se dignou a interromper seus tragos na praia. Quando me lembro do Franklin “top-top” passo a entender bem a personalidade dessa gente. Quanto à imprensa, tem dado mais importância ao câncer da Hebe (nada contra essa Senhora).
Paulo Murilo
-13/01/2010 às 17:49
Sem querer ser chato, mas já sendo: uma das poucas vezes em que você está com a mesma opinião da grande maioria…
Seu Creissu
-13/01/2010 às 17:48
Belo texto.
Ao que disserem que aliaste Zilda à sua causa (mas é dela) digo:
Vivemos (e morremos) por aquilo que acreditamos, ou seja, a fé.
mameluco
-13/01/2010 às 17:48
Dessas que valorizam a religião que pratica: humana, ética e solidária. Espero que seja respeitada sua morte e que não tentem usá-la para discursos vazios.
Roberto Domingos
-13/01/2010 às 17:44
Sem dúvida já está ao lado de DEUS, o Brasil está de luto.
QUAKER
-13/01/2010 às 17:43
PODEM ESPERAR QUE O APDEUTALATA VAI TENTAR TIRAR PROVEITO POLITICO NESTE EPISODIO;
JUSTAMENTE PARA ISTO ESTAMOS AQUI.
REINALDO VOLTE MESMO ESTE ASSUNTO E FALE DO VERDADEIRO AMOR QUE ESTA SENHORA NÃO CONSEGUIU MOSTRAR A ESTE PRESIDENTE IGNORANTE CHAMADO LUIZ INACIO LULLA DA SILVA QUE NESTE PAIS TEM INTELIGËNCIAE QUE NÃO PRECISA EM NDA DESTA CAMBADA DE BANDIDOS ADMINISTRA POR UM IDIOTA PRESIDENTE;
ZILDA ARNS,DEIXARA SAUDADES E FARA FALTA AO BRASIL.
HAVERA DE CHEGAR A HORA QUE DEUS NOS LIVRAR NÃO DESTE TIPO DE SER HUMANO. MAS LIVRAR-NOS DE IBECIS TERRORISTAS LEIA-SE DILMA ROUSSEFF {A ESTELA}QUE LUTARAM APENAS EM PROL DO PROPRIO BOLSO.
SALAFRAS!!!:
Paulo
-13/01/2010 às 17:42
É lamentável que grandes figuras como a Dra. Zilda acabe nos deixando tão precocemente, e deixando o país mais carente de pessoas desta dimensão, é triste ver o bando de Petralhas tomando conta do poder no Brasil, mas fica a esperança de que este bando também não é eterno.
anonimo
-13/01/2010 às 17:42
Rei. A vida é injusta: vão embora para a outra vida os bons , como Zilda Arns incansável em seu trabalho de defesa desta vida, ficam por aqui os desnecessários carregadores de isopor….
aep
-13/01/2010 às 17:41
Triste dia. Dia de luto.
TITO
-13/01/2010 às 17:41
Caro Reinaldo,
É com grande comoção que me associo aos brasileiros,independente de partidarismos,ideologias ou crença religiosa,com pesar pela morte da Drª. Zilda Arns, uma pessoa digna e que não abdicou dos princípios de nortearam a sua fé e com obras em que celebrava a vida humana .Exerceu o seu ofício como médica ao lado dos que mais necessitavam da sua ajuda e o do seu trabalho sem a necessidade dos holofotes para ser reconhecida internacionalmente.Morreu num dos países mais pobres do mundo fazendo o que sabia fazer - lutando pela vida e a dignidade do ser humano.Até parece um desígnio de Deus.Que desfrute o descanso dos justos.A sua obra não perecerá !
Diogo
-13/01/2010 às 17:39
Nosso Lula não fez 5% para os pobres do que fez D Zilda. Transformuo-se em pai dos pobres usando dinheiro dos nossos impostos para fazer comicios e marketing. A história deverá valorizar quem merece.
Clau
-13/01/2010 às 17:38
Bravo! Bravo!
Rogério Lucas
-13/01/2010 às 17:34
Um erro seu, execrável, claro que só de digitação. À certa altura está lá ZILMA. Por um D você não transforma esta quase santa em um quase demônio. Não tem comparação, mas é um fato, como você mesmo poderia dizer.
verdao
-13/01/2010 às 17:33
Caro Rei,
Isso sim e que e defender os direitos humanos, inclusive colocando a propria vida em risco, descance em paz, Dra. Zilda e obrigado por tudo de bom que a snra. fez a este mundo.
Saude.
Daniel Stolf
-13/01/2010 às 17:32
Sobre o trabalho da boa doutora, realmente inquestionável.
Esse sim é o tipo de “fogo” que nosso presidente deveria admirar, não o de déspotas sanguinários.
Danielle
-13/01/2010 às 17:30
Zilda Arns. Menos um ser decente, iluminado, que botava as coisas em pratica, compassivo, tudo de bom. Nos catolicos, somos obrigados a ouvir desses trocinhos como “Catolicas pelo Direito de Decidir” (que ouvi ao vivo, numa ONG em que trabalhava, no Rio de Janeiro, e tive o prazer/desprazer de entrar num bate-boca com elas - e ganas de lhes enfiar tapas na cara), coisas “avancadas” como EUGENIA, e perceber por tras de seu discurso a preocupacao da reproducao intensiva dos ratos (digo, os pobres). Os mesmos ratos de que Dna. Zilda tanto se preocupava, e agia a favor.
Oh mundo, que abriga seres tao abjetos e tao sublimes ao mesmo tempo! Vou acender uma vela e rezar por Dna. Zilda.
Marcio M.
-13/01/2010 às 17:29
Belo comentário sobre Zilda Arns REINALDÃO.
Fico pensando que a petralhada deve estar um pouco aliviada, pois a desgraça de muitos (terremoto no HAITI) é o alívio (nas manchetes) da desgraça dos outros (comuno-petralhas). Aliás, desgraças e misérias que continuam sendo muito bem denunciadas por você. Borduna neles REINALDÃO!!
Leonel Gomes
-13/01/2010 às 17:27
Por Zilda Arns, o Brasil precisa sim ficar de luto.
Günther
-13/01/2010 às 17:26
Hoje um dia muito triste com milhares de mortos no pobre Haiti, e ontem já desesperançoso no Brasil pela investida totalitária desses “atrapetralados”, leio seu comentário doce e sincero a respeito de Zilda Arns. Voltei a ter esperança num Brasil melhor e liberal!
AJS RJ ANTICOMUNAS
-13/01/2010 às 17:23
Reinaldo,
Eu lamento a morte da Doutora Zilda e a dos militares.
tinkerbells
-13/01/2010 às 17:22
Estou chocada e triste com a morte dessa grande brasileira, em um país onde os modelos para as mulheres são as Helenas da novela das 8. Se pode servir de consolo, D. Zilda morreu como viveu - ajudando as pessoas, minorando o sofrimento e levando uma palavra de consolo para quem perdeu as esperanças. O Brasil está de luto.
anônimo
-13/01/2010 às 17:20
Uma curiosidade
As televisões estrangeiras estão mostrando cenas em que vemos claramente soldados brasileiros ajudando a pobre e infeliz população do Haiti.
E as nossas televisões? Quando irão mostrar cenas similares?
Gilmar
-13/01/2010 às 17:19
E com pesar que escrevo, pois realmente é um motivo de luto o ocorrido este “SER HUMANO” sim com letra maiúscula pois esta realmente o merece ,em um país tão carente de pessoas sérias como ela parece que vão mais cedo, talvez o seja pelo principio que DEUS esta precisando de ajuda.São pessoas como Zilda Arns que me fazem acreditar que este país ainda vale a pena.Como vc disse morreu como viveu sempre pensando no próximo, coisa tão rara hoje em dia.
É realmente um pesar bem como as mortes ocorridas nesta nação ja tão destruida a qual deixo o meu pesar.
anônimo
-13/01/2010 às 17:19
E as televisões brasileiras ?
As televisões estrangeiras estão mostrando cenas em que vemos claramente soldados brasileiros ajudando a pobre e infeliz população do Haiti.
E as nossas televisões? Quando irão mostrar cenas similares?
Nicão
-13/01/2010 às 17:13
Quanto aos militares, pode-se criticar a utilidade da sua presença no Haiti, mas o sentido de missão, o treinamento e a experiência que trazem (inclusive os que tombaram), são valores preciosos.
Parabéns pelo texto Reinaldão. Ela, e eles!, merecem a homenagem!
E pensar que tanto vagabundo do “paço” poderia ter “se explodido” que não faria a menor falta, a não ser pela merda espalhada…
Eduardo
-13/01/2010 às 17:12
Zilda Arns tinha grandes virtudes. A maior delas, para mim : INTEGRIDADE.
Sergio
-13/01/2010 às 17:11
Fazer o quê né Reinaldo: para cada Zilda Arns existem 1.000 lancelottis da vida …
rildo justino
-13/01/2010 às 17:08
perdemos a catolica que teve o verdadeiro direito de decidir e decidiu ajudar as crianças do nosso brasil presenciamos uma santa em vida
Gaucho
-13/01/2010 às 17:08
Sua missao foi cumprida, essa mulher maravilhosa , com certeza se iguala a tantas outras santas da nossa amada Igreja e que agora desfruta de todos os gozos celestes.
Daniel Stolf
-13/01/2010 às 17:07
Lamento você tenha misturado estudo de células-tronco com aborto.
Também sou contra o aborto na maioria dos casos, exceto em caso de estupro, risco de vida para a mãe e fetos nati-mortos
(Acho que fetos anencéfalos se enquadram nos 2 últimos casos, já que HÁ risco de vida para a mãe e um bebê que nasce sem cérebro tem todas as características de morte cerebral, bem descritas pela ciência médica)
Já estudos com células-tronco não tem nada a ver com aborto, por favor! Ninguém vai tirar um feto do útero para fazer estudos! Faz-se uso de embriões congelados em clínicas de fertilização in vitro. Ao ser contra, é preciso também emitir uma opinião sobre produção e destino de embriões congelados
Renato
-13/01/2010 às 17:06
Caro Reinaldo,
Sou teu leitor assíduo embora discorde de você em muitas questões. Também discordo em relação ao aborto. Mas jamais ousaria discordar das tuas palavras em relação à grandeza de Zilda Arns. Tive a oportunidade de conhecê-la pessoalmente e posso testemunhar que, além de tudo o que já foi dito, ela era de uma generosidade contagiante, um exemplo de coerência e de bondade.
Não importa o quanto discordemos. Quando alguém como Dna. Zilda se vai, todos perdemos.
Um abraço e meus parabéns pelo sucesso do blog.
Carlos Renê
-13/01/2010 às 17:03
Rei
Texto impecável.
Zilda foi a mulher que mais contribuiu para a queda da mortalidade infantil neste país.
“Por quem o sinos dobram”
-13/01/2010 às 17:03
“- Recruta se apresentando, Marechal !”
“- Hoje é dia triste, Senhor !”
“- Perdemos 11 Bravos Soldados da Pátria Brasileira,
Heróis Anônimos e humildes da Nossa Amada Nação !!
…Longe de suas Famílias e de seu Sagrado Solo Telúrico.
Perdemos também outra Brasileira,
Essa mais amparada pelo Destino,
Pois estava junto às suas Queridas Crianças.
Uma Mulher de Valor !!”
“- Dia de Luto e Lamentos entre todos nós !”
V&OL, TRx !!!…
José Laudir Vefago
-13/01/2010 às 17:03
Não por isso, a Dra. Zilda Arns é natual daqui de minha terra, Criciúma/SC, mas o comentários do Reinaldo e da Yara foram emocionantes. A Zilda é prova inequívoca de que a defesa intransigente da vida é mais transformadora do que qualquer revolução.
eidia
-13/01/2010 às 17:01
Como já cantava o Gonzaguinha: “pobre não tem mesmo vez; ou não dá sorte ou dá azar.” Tristeza absoluta a tragédia.
eidia
http://www.oquevivipelomundo.blogspot.com
Alfredo
-13/01/2010 às 16:59
Não a conhecia pessoalmente, mas foi uma das pessoas mais simpáticas que existiu em nossa atualidade. Como o destino às vezes é trágico, soldados morrem longe da missão que estão executando, e um ser humano notável também se vai, justamente por estar desejando o bem do próximo.
Esperança
-13/01/2010 às 16:57
Falta alguém em Porto Príncipe, e esse alguém é o presidente Lula.
Não foi ele quem liderou uma corrente internacional de ajuda ao Haiti,organizou um jogo da selação brasileira de futebol contra a seleção local? Se foi ele o autor disso tudo deveria viajar para lá imediatamente,para liderar a corrente internacional de solidariedade aos haitianos. Afinal há brasileiros mortos entre os soterrados.
Lula ganharia uma midia mundial gratuita e adensaria sua candidatura ao Prêmio Nobel da Paz.Porém, arriscar-se, quem há-se?
Mas, a depender da mobilidade desse governo para atender vítimas de tragédias,como a que aconteceu em Angra dos Reis, pode esperar que Lula não vá ao Haiti- Carta Polis
Guilherme
-13/01/2010 às 16:56
Caro Reinaldo
Fico triste pela morte de quem trabalha pelos desvalidos. Mas como não a conheci (ou o seu trabalho), não posso, simplesmente, dar “crédito” e validar as posturas dela… simplesmente porque não as conheço. No entanto, a morte de Zilda lembra-me a morte daquela freira humanitária americana (Dorothy Stang)e, também, uma notória comunista. Conhecendo ainda quem é o irmão de Zilda (D. Paulo Evaristo Arns) e as tristes idéias que ele deixa transparecer (uma triste miríade de esquerdices furibundas), não me espantaria nada se Zilda fosse uma espécie de Dorothy Stang brasileira. Tomára que assim não seja, seria mais um lâmpejo de luz nas trevas que nos envolvem mais dia a dia.
CMarcondes
-13/01/2010 às 16:55
Levei um choque quando ouvi hoje pela manhã esta triste noticia.
Que perda para nosso pais. Com tanta tranqueira por ai, tem que morrer alguem que tinha muito a oferecer pro pais.
CMarcondes
André Ricardo, amazônimo
-13/01/2010 às 16:50
Só assim o Brasil consegue ficar menor ainda…
Reinaldo,
Você poderia confirmar uma informação. Ela concorreu ao Nobel da Paz em 2002 e perdeu pra Cruz Vermelha, confere?
Ninguém duvida que ela faz muuuiitto mais que o Obama…
Vlad
-13/01/2010 às 16:49
Meu foco, nesta intervenção não é sobre a Zilda Arns (apesar de merecer todos discursos de aprovação), mas sobre a postura do Govêrno Petralha diante de catástrofes.
Com relação ao terremoto em Haiti (cujo povo merece, é claro, toda ajuda possível). os petralhas já divulgaram que já está enviando 8 aviões da FAB, não sei quantos milhões de reais de ajuda, o Lula disse que está abalado, etc, etc.
E QUANTO AOS BRASILEIROS DA TRAGÉDIA DO FINAL DO ANO EM ANGRA DOS REIS?
E QUANTO AOS FLAGELADOS DAS ENCHENTES PELO BRASIL TODO?
Nem uma palavra… nem um socorro… nem uma ajuda.
LULA PASSOU CURTIU SUAS FÉRIAS NESTE PERÍODO…
E NÃO DISSE UMA SÓ PALAVRA!!!
Alexis Kauffmann
-13/01/2010 às 16:48
“Em primeiríssimo lugar, quem é católico MESMO sabe que não tem “direito de decidir” sobre essa matéria. Zilda sabia: o ÚNICO caminho é a subordinação à doutrina. Em segundo lugar, as pessoas são livres, aí sim, para renunciar ao catolicismo, que é uma escolha, não uma imposição.”
Considerando sua linha de raciocínio, peço a você, Reinaldo, que se posicione: na sua opinião, os católicos têm o direito de impor aos não católicos sua subordinação à doutrina católica? Porque é isso o que acontece com a lei atual: vale para todos, não apenas para os católicos.
JAXS26
-13/01/2010 às 16:47
Zilda Arns fechou com chave de ouro sua passagem por este planeta: exercendo a caridade; a excelencia dentre as virtudes humanas.
angelo sardo
-13/01/2010 às 16:46
Neste momento, não interessa quem colocou nossos soldados lá ou por quais razões. Inicialmente, devemos lembrar que todos eles são voluntários. E a suprema glória para um militar é ser útil, seja no Brasil ou em qual quer lugar do mundo, onde pessoas sofram e clamem por ajuda. Que a glória e a honra sigam norteando nossos militares, pois eles são a expressão do que de melhor existe em nosso país. Enganados estão aqueles que pensam que o objetivo do soldado é matar e bombardear. Já fiz parte do Exército e carrego eternamente os ensinamentos que lá aprendi. Que Deus os protejam.
André
-13/01/2010 às 16:46
Reinaldo,
A obra de Dra. Zilda deixará saudades. Por outro lado do trabalho dessa senhora ficam sementes valiosas.
Gostei muito de sua colocação. Admiro a clareza e a firmeza das posições da Dra Zilda. Dedicação, serenidade e solidez moral são qualidades cada vez mais raras.
mineirinha: ela está no céu
-13/01/2010 às 16:44
Com brilho próprio e de alma iluminada já está a brilhar no firmamento, que é para onde olhamos quando em busca do alento que nos livre dos homens maus e insanos, poderosos e pérfidos.
Incisiva
-13/01/2010 às 16:42
Zilda Arns mostrou, a cada passo, como se escreve e como se executa um PROGRAMA DE DIREITOS HUMANOS sem fronteiras e, verdadeiramente, PELA VIDA!!!
Srs. petralhas que se prezem!
Voltem a seus gabinetes e tentem reescrever essa vergonhosa e autoritária proposta para COMANDAR a vida do PAÍS, assinada por um presidente, igualmente, inconsequente e irresponsável.
Joguem-na no LIXO!!!!
Nós não estamos pedindo comando autoritário!
Peçam perdão por suas inutilidades e gastanças no erário público.
Curvem suas cabeças diante de ZILDA ARNS!!!!
Vera L.
-13/01/2010 às 16:34
Reinaldo tenho muito respeito pela pessoa Zilda Arns, bem diferente dos padres, bispos de passeata, nunca usou a Pastoral da Criança para DIVIDIR, só SOMAR. Conheço a Pastoral faz muitos anos,só coisa boa, mostrou às mães como cuidar de seus filhos com os recursos que dispunham e as que não tinham nem esses, encontrou a fórmula da multi mistura. Na Pastoral têm voluntárias de outrs religiões, até nisso ela congregou. Nunca vi Zilda Arns fazer proselitismo do que fazia. Ela sim é a grande responsável pela queda da desnutrição e morte infantis, trabalhou com os governos sem ser subserviente. Criticava quando precisava.
Hoje não se respeita a individualidade de cada um,ela RESPEITAVA.
Paulo Henrique
-13/01/2010 às 16:34
Lamentei sua morte quando soube pela TV. Foi uma mulher corajosa, sensata e muito dedicata a ajudar as outras pessoas. Zilda defendeu a vida em muitas situações difíceis. Ela merece ser lembrada por tudo, para sempre…
Alexandre
-13/01/2010 às 16:33
OK. Sem polêmicas. Você é católico e tem que ser mesmo contra o aborto. Mas, por mais que isso revolte a fé cristã, em uma sociedade democrática, não seria necessário existir o canal apropriado para que quem pense diferente possa praticar o aborto?! Eu sou pessoalmente contra o ato de abortar, mesmo sendo ateu, mas acho que as mulheres deveriam poder decidir sobre este assunto dentro da legalidade e de critérios estabelecidos para tanto.
Silva Júnior
-13/01/2010 às 16:33
Quero deixar aqui os meus mais profundos sentimentos e desejar que Senhor Deus conforte o coração de seus familiares.
Arnickol
-13/01/2010 às 16:33
Prezado li e reli o seu artigo dessa famosa figura humana, Drª Zilda Arns, se é q se pode dizer, “ela morreu feliz, feliz por estar junto a aqueles q sempre defendeu _ os pobres”.
.
Carlos B.
-13/01/2010 às 16:31
Lamentável estas mortes, devemos contabilizar a quem colocou estes brasileiros em situação de risco, o Governo Lula terá que esplicar para as mães destes militares porque eles vão voltar para casa em um saco preto, e o que mesmo eles estavão fazendo lá? A maior glória de um soldado é morrer pela sua pátria, o que não é o caso. “Indignação JÁ!”
Lilí
-13/01/2010 às 16:30
Sempre acreditei que morremos da mesma forma que vivemos.
Deus não perde a ocasião de nos falar, e muitas vezes por ocasião da morte de seus amados Ele costuma ser muito claro na sua mensagem, como neste caso. A Sra. Zilda acaba de entrar para sempre na Glória, para alegria de todos os que professamos a mesma fé.
O Locutor
-13/01/2010 às 16:30
Zilda Arns deveria ser o exemplo, para a Inutíl se espelhar, mas ela prefere colocar Botox. Zilda Arns e Ruth Cardoso, grandes perdas para o país. Rezemos por elas.
leo
-13/01/2010 às 16:27
Palco de tantas tragédias, o Haiti mais uma vez se depara com o imprevisível: vidas ceifadas por um terremoto.
Merecem nossa torçida, preces, e orações, em particular os brasileiros, nossos bravos militares e civis, que lá estavam para ajudá-los e que agora voltam para os seus em silêncio.
Carlos M.
-13/01/2010 às 16:25
Rei,
Tudo a ver.
Hoje me senti muito passado.
A Dra Zilda morreu como sempre viveu, e assim ficará para sempre em nossas almas, corações e lembranças: com muita dignidade!
Vc não tem idéia de como eu gostaria de colocar uma tarja preta de respeito no canto superior direito deste comentário.
Abs,
Carlos M.
Yara Chiara
-13/01/2010 às 16:23
Toda vez que um justo se vai, o mundo perde um pouco da razão de ser. Justos nunca são repostos.
Ela representava, sim, a vida, e morreu representando-a: Zilda Arns foi uma justa na plena acepção da palavra.
Ela é uma referência para todos aqueles que atuaram, embora de forma muito mais modesta, em missões humanitárias despidas da pregação marxista - missões de um tempo em que os Direitos Humanos eram tidos como valores suprapartidários e inegociáveis.
Entre esses direitos, está aquele que é condição de todos os outros: a vida.
Ela defendeu o princípio da vida, que começa já no útero, e a vida como princípio, que não aceita ter seu fim antecipado pela violência.
carlos
-13/01/2010 às 16:22
Caros e caras,
Excelente a colocação do Reinaldo sobre essa mulher católica e que fez seu trabalho sem discriminações religiosas. Importante também lembrar sua liderança à frente do também católico movimento PASTORAL DA PESSOA IDOSA.
Memyself
-13/01/2010 às 16:15
Foi um choque ler hoje sobre a morte da grande dra. Zilda Arns. Era uma pessoa de grande coragem. Uma das brasileiras (e dos brasileiros) mais admiráveis que já houve.
Lamento também pela morte dos militares brasileiros em Honduras e espero que suas famílias encontrem forças para suportar momento tão difícil.