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15/08/2011

às 6:15

Voto distrital – Ou se aprimora a democracia, ou o país vai à breca!

Inexiste no mundo um modelo político que seja absolutamente imune à ação dos corruptos. Ao contrário do que pode supor o senso comum, o melhor remédio contra a corrupção ainda é a democracia. As ditaduras não só se caracterizam por ser notavelmente corruptas como transformam seus vícios em virtudes. Os leitores certamente andam um tanto enfarados com a política no Brasil. Não sem razão. De fato, nunca se assistiu a tal estado de coisas. Se é assim, a nossa democracia é, então, mais corrupta do que foi a ditadura militar, por exemplo? Certamente! Estaria eu me contradizendo. Só aparentemente.

Se quisermos romper o ciclo infernal em que se meteu a política brasileira, será preciso radicalizar a democracia — no caso, a democracia representativa. O Brasil está se transformando na República dos ladrões em razão do nosso déficit democrático. Por isso mesmo, é preciso que nos mobilizemos — sim, leitor, eu, você, todos aqueles com quem falarmos e que estejam em nosso radar — para ir à raiz da questão. O Brasil precisa fazer uma reforma política — e sei que não é fácil — para instituir no país o voto distrital. A corrupção só existe, é claro, porque existem os corruptos. Eles estão em todo canto. Mas há modelos que são mais e há modelos que são menos amigáveis com os  canalhas. Esse que está em vigência no Brasil é a verdadeira Disneylândia dos safados, dos aproveitadores, dos batedores de carteira, dos assaltantes do dinheiro público. E a ascensão do PT ao poder só extremou o que já havia de pior no Brasil. Explico.

O presidencialismo brasileiro depende em larga medida do Congresso. Um presidente da República, ainda que tenha um poder enorme, certamente fará um governo pífio se tiver uma maioria congressual que lhe faça oposição. Por isso se formam as coligações antes das eleições e os acordos depois. A farra partidária brasileira sempre leva o eleito de turno às compras. Como o estado brasileiro detém uma máquina gigantesca, faz-se a já conhecida distribuição indecorosa de cargos, e a gestão da coisa pública acaba se confundindo com a mera ocupação de espaços no aparelho estatal. Já não é um espetáculo bonito de se ver, mas isso ainda não caracteriza o lupanar em que se transformou a vida pública brasileira. Afinal, governar com aliados é mesmo do jogo.  Noto à margem que, se o estado brasileiro fosse menor, diminuiria o número de canalhas. Este é diretamente proporcional ao tamanho daquele. Mas mesmo esse presidencialismo que se convencionou chamar de coalizão pode ser exercido com padrões morais mais elevados do que isso que temos visto. É preciso mudar — e temos de nos mobilizar para isso, ainda que a luta seja longa — o sistema de representação.

Pensemos um pouco. Boa parte dos males da política brasileira deriva do fato de que os cidadãos não têm o menor controle do Congresso, das Assembléias Legislativas e das Câmaras de Vereadores. Conte até cinco e diga em quem você votou nas eleições passadas para esses cargos. Quase ninguém lembra. O sistema proporcional, atualmente em vigor — que manda para as casas legislativas os candidatos mais votados depois de definido o quociente eleitoral dos partidos —, é um modelo parido pelo capeta. Parece especialmente pensado para alijar a população da política.

Seu pior e mais escandaloso defeito é transformar a Câmara Federal, as Assembléias e as Câmaras dos Vereadores num circo que reúne, com as exceções de sempre, lobistas dos mais variados tipos: de empresas, de sindicatos, de categorias profissionais, de igrejas e, nos últimos tempos, das ditas “minorias”. Esses parlamentares deixam de representar a população — a quem não precisam prestar contas — e passam a atuar como representantes do lobby que os elegeu. É o sistema perfeito para criar os candidatos das máquinas milionárias — especialmente as de caráter sindical (do trabalho ou do capital, pouco importa) — e as celebridades da hora (Tiriricas, Romários e Popós…).

Num modelo em que os partidos tivessem de indicar nomes para disputar o voto em distritos, os candidatos teriam de falar com o conjunto da população de uma área limitada — que será, necessariamente, mais plural do que o público de um sindicato, de uma categoria profissional ou de uma “minoria”. Os candidatos a deputado federal, a deputado estadual e a vereador seriam obrigados, no modelo distrital, a prestar contas à comunidade na qual têm sua base eleitoral: é lá que disputam uma espécie de eleição majoritária com nomes indicados por outros partidos. O eleito do “Distrito X” vai representar o conjunto das pessoas do seu distrito — homens, mulheres,  trabalhadores, empresários, estudantes, héteros, gays, católicos, evangélicos… As casas legislativas deixariam de ser esse triste amontoado de corporações de ofício que vemos hoje.

A batalha pelo voto distrital é difícil, sei disso. Afinal, ele teria de ser instituído, num ambiente de reforma política, com os votos daqueles que  são beneficiários do modelo em vigor. A dificuldade é grande! Mas temos de insistir nessa idéia para 2012,  2014, 2018, quando der. Uma coisa é certa: sem a pressão da sociedade, isso não vai acontecer. O PT, por exemplo, não só rejeita o voto distrital como defende o voto em lista fechada. Eleitores votariam no partido. Definido o número de cadeiras, assumem as vagas os definidos previamente. Vale dizer: o PT quer aumentar o nosso déficit democrático.

Não sou ingênuo — não muito ao menos. Um peemedebista da turma de Sarney ou Temer será sempre o que é, pouco importa se eleito pelo sistema proporcional ou distrital.  A questão é outra: em que modelo o seu trabalho pode ser acompanhado mais de perto?; em que modelo ele pode ser mais cobrado?; em que modelo a sua má conduta tem mais chances de ser punida? Larápios que representam corporações e lobbies tendem a ser eleitos pelos seus pares, ainda que, com freqüência, atentem contra os interesses do conjunto da população. Precisamos de deputados que não sejam “do setor de ensino”, “do sistema financeiro”, “dos metalúrgicos”, “dos bancários”, “dos sem-isso-e-sem-aquilo”; precisamos, em suma, de representantes do povo que representem o povo, não uma corporação de ofício. O custo de campanha, como efeito colateral, cairia enormemente. Afinal, o candidato não teria de ficar amealhando votos numa área territorial imensa.

Há um grupo de pessoas empenhadas em levar adiante essa batalha. Visite o site www.euvotodistrital.org.br. Reitero: não se trata de uma tese salvacionista; não estamos diante “da” resposta para todos os males. Trata-se apenas de uma mudança saudável, que ampliaria a democracia. O movimento quer colher um milhão de assinaturas para que se tenha tempo de votar uma emenda que institua o voto distrital já nas eleições municipais de 2012. Falta muita coisa. Até agora, há 22 mil assinaturas. Vai dar? Não sei. Qualquer mudança tem de ser votada até outubro. Se não for possível para 2012, que se tente para 2014 ou para depois.

Pudéssemos mudar a consciência de todos os homens e direcioná-los sempre para o bem, não precisaríamos de voto distrital ou proporcional. Nem mesmo precisaríamos de votos ou eleições. Estivessem todos imbuídos do bem comum, pronto! Seria a paz perpétua. Infelizmente, as coisas não se dão assim em sociedade. É preciso criar mecanismos e instituições que dificultem o trabalho dos maus e dêem relevo à obra dos bons.

Eu os convido a entrar na campanha em favor do voto distrital. Não vamos melhorar a democracia brasileira se não melhorarmos a qualidade da representação. Essa é uma boa luta!

Por Reinaldo Azevedo

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177 Comentários

  1. Marcus Mesquita

    -

    18/09/2011 às 12:45

    Quem não está indignado com muitos dos representantes do povo? O que fazer? Participa de algum partido político? Utiliza seus meios para cobrar, mudar, inovar e fazer valer seus direitos? Voto distrital ou não, qualidade dos políticos e “conversa pra boi dormir”. Enquanto não conscientizarmos cidadãos, desde o início de suas consciências não haverá mudança. E o caminho é um só: Educação! Vamos melhorar a educação básica, aí formaremos pessoas dignas, cidadãos, profissionais e políticos exemplares.

  2. Elsa Bordignon Eggers

    -

    16/09/2011 às 16:24

    Não concordo com o voto distrital, bem como julgo um absurdo os votos excessivos de quaisquer candidato serem repasssados à outros candidatos do mesmo partido que não tenham votos suficientes para serem eleitos; á exemplo do Tiririca (não sei o nome do elemento) que elegeu uma carrada de candidatos que não seriam eleitos por não terem votos suficientes.

  3. Adair Brasília

    -

    15/09/2011 às 14:55

    Em relação ao Senado, como acontece em todos os países onde existe essa instituição, há a representação da região e não da população, com predomínio, no caso brasileiro, de regiões despovoadas e atrasadas. É um defeito intrínseco de todos os senados. A solução seria simples: somente terá representação no Senado o estado que se mantiver com suas próprias rendas (sem ajuda federal!). As regiões que não se enquadrassem (praticamente a maioria dos estados brasileiros) seriam transformadas em territórios federais, sem representação no Senado.

  4. Adair Brasília

    -

    15/09/2011 às 14:20

    O voto distrital resolverá o grave problema de superrepresentação das regiões despovoadas e atrasadas (ou subrepresentação das regiões populosas e adiantadas) do Brasil, tanto na Câmara como no Senado.
    No sistema distrital a população total é dividida em distritos com população aproximada, fazendo com que o estado do (sarney) Amapá tenha somente um ou dois representantes, e não oito como ocorre atualmente.

  5. Hugo

    -

    18/08/2011 às 19:30

    O Senado atual já é eleito por sistema majoritário, o que deveria trazer maior aproximação com o eleitor e, teoricamente, inibir a corrupção. Por quê não é assim? O fato de nada menos que 2/3 (DOIS TERÇOS!!!) dos senadores serem suplentes é a resposta. Dois terços dos senadores não receberam um só, único, singular, mísero voto para ocuparem o cargo e “representam” o estado sem terem sido escolhidos por ninguém. Acabar com a suplência é urgente, e felizmente essa reforma política de que se fala, embora fadada ao fracasso, vai ao menos trazer este único ponto positivo, que deve ser aprovado pelos congressitas. Ao menos isso.
    Um ponto essencial para melhorar a democracia, aliado ao voto distrital, é separar a eleição legislativa da executiva. Assim será dado destaque às propostas de cada deputado, e os que tiverem feito maracutaia e votado em leis impopulares terão seus malfeitos expostos pelos adversários eleitorais.

  6. Hugo

    -

    18/08/2011 às 19:22

    Amadeus, veja em http://www.euvotodistrital.org.br/artigos/voto-distrital-x-curral-eleitoral/ um artigo que explica em quê os distritos eleitorais seriam diferentes dos redutos eleitorais atuais dos deputados.
    Os deputados estaduais e vereadores não são nem um pouco mais próximos dos eleitores que os deputados federais. Representar uma área geográfica menor não faz a menor diferença; o eleitor continua sem conhecer os representantes.
    João: restará a você esperar que a maioria da população em outro distrito que não o seu compartilhe as suas opiniões, que são minoritárias no seu distrito. Com o voto distrital os eleitores votarão nos candidatos que defendem as mesmas ideias que eles. O voto proporcional não é mais justo por representar as pequenas minorias; na verdade esse sistema exclui todos os eleitores que votaram em candidatos perdedores, deixando (supostamente) representados apenas os que votaram nos candidatos eleitos. Ou seja, o sistema proporcional DEIXA A MAIORIA SEM REPRESENTAÇÃO. No sistema distrital, quem votou em candidato perdedor sabe que estará sendo representado pelo deputado que ganhou no distrito e saberá de quem cobrar explicações. Ou seja, no sistema distrital TODOS TÊM REPRESENTAÇÃO, não importa a ideologia. E de que adianta uma minoria de 1% (como os comunistas radicais, por ex.), conseguir 1% das cadeiras do Congresso? Não vai fazer diferença nenhuma nas votações. E isso se o voto no Brasil fosse ideologizado, porque sabemos que não é.
    O Congresso só existe porque é inviável fazer plebiscitos sobre temas complexos todos os dias. Assim, o Congresso deve espelhar a vontade da população, e o deputado deve ser um substituto daqueles que fariam a votação no plebiscito. Se a maioria da população em todos os distritos for contra o aborto, é justo que 100% do Congresso seja contra o aborto, já que num plebiscito o aborto venceria de qualquer
    maneira.

  7. Bernardo

    -

    18/08/2011 às 0:47

    Se essa proximidade toda q teriamos com o distrital fizesse a diferença, só teriamos deputados estaduais bons e vereadores santos.

    o amapa (por exemplo) seria 1 distrito, alguem tem duvidas q sarney conseguiria ser eleitor por mais 200 anos? Alagos teria 2 distritos… será q Collor e Calheiros iriam ficar de fora? Repito: só teremos uma real democracia qnd colocares SEVEROS limites no gasto na campanha. Enquanto nao tiver limites, sempre irão vencer os mais ricos, sempre! E ai esses gastam milhoes de reais na campanha e irão querer ter um retorno no “investimento”. Eu já faço minha parte nesse quesito. nao voto em candidatos q gastam fortunas. mas ai, atualmente, só tem como saber disso quem acompanha a politica de perto. Pq os valores q gastaram na campanha que eles declaram no site do TSE são totalmente ilusórios! cada dep federal gasta de entre 3 a 5 milhoes mas declaram em média 200 a 500 mil reais.

  8. Ivan

    -

    17/08/2011 às 15:35

    1) O Voto para senador já é distrital, sendo o distrito igual ao estado, é o senado um exemplo de moralidade?

    2) Voto distrital favorece os partidos grandes, qual é o maior partido do Brasil? Os petralhas não sabem, mas seriam os maiores beneficiados com o voto distrital.

    3) O Tiririca seria eleito de qualquer forma, ele foi o deputado mais votado do país! Quem morasse no distrito dele teria o Tiririca como único representante, que maravilha!

    4) No voto distrital é possível alterar o resultado da eleição mudando a disposição dos distritos, Hugo Chaves usou essa artimanha na última eleição, é isso que queremos pro Brasil?

    O único jeito de melhorar a representação é melhorar a qualidade dos candidatos e dos votos e não de mudanças nas regras.

    Pra finalizar: Deus nos livre do voto em lista!

  9. Marcelo Trincado

    -

    16/08/2011 às 15:14

    Não entendi o ponto do “seu Creissu” se a modificação do voto proporcional é para se tornar similar ao distrital, qual a vantagem do proporcional?

  10. Marcelo Trincado

    -

    16/08/2011 às 15:12

    Eu voto distrital.

  11. Seu Creissu

    -

    16/08/2011 às 14:55

    Reinaldo, a Inglaterra está se arrependendo do voto distrital. Um estudo recente provou que com poucas alterações o voto proporcional pode ser melhorado a ponto de se tornar similar ao distrital (com distritões).

  12. Raul Trajano Sibemberg

    -

    16/08/2011 às 13:22

    Sugiro que sendo um membro da mídia tenhas uma postura mais ética em relação à transparência de sua opinião pessoal sobre os partidos. Ou, pelo menos, que tenhas uma base argumentativa para defender suas posições, porque não tens nem argumentos fortes e coerentes nem aparenta ter conhecimento sobre os assuntos dos quais fala.

  13. Marcelus G. Zalotti

    -

    16/08/2011 às 11:39

    Bom, fiz algumas perguntas na página do site sobre voto distrital misto e proporcionalidade — http://www.facebook.com/photo.php?pid=7627121&id=600905786 — vamos ver como eles responderão…

  14. samuel

    -

    16/08/2011 às 10:46

    A democracia americana foi fundada no voto distrital. Porque não fizemos o mesmo? EU VOTO DISTRITAL. Esse é o caminho.

  15. Ricardo Velez Rodríguez

    -

    16/08/2011 às 10:34

    Brilhante a matéria do Reinaldo Azevedo! Concordo plenamente. Se conseguíssemos que, para as eleições municipais, fosse instaurado o voto distrital, certamente começaríamos a mudar a podre política brasileira, que é podre não por excesso de representação mas por falta e por distorção dela.

  16. Salvador Andrade de Magalhães

    -

    16/08/2011 às 9:25

    Voto facultativo.No atual estágio de pouca conciência política da sociedade brasileira, seria um tiro no pé. Seria entregar o poder defintivamente para os petistas(leia-se: CUT, MST, CENTRAIS SINDICAIS,FUNCIONÁRIOS PÍBLICOS).Depois de 12 anos no poder,dá para se imaginar quantos “companheiros” vão estar nas folhas de pagamento da Petrobrás e outras “…brás”.

  17. Salvador Andrade de Magalhães

    -

    16/08/2011 às 9:01

    Reinaldo: eu havia feito um voto de ignorância frente ao que tenho assistido no panorama político atual. Um vigarista que passou oito anos passeando, conhecendo o mundo às nossas custas, fazendo doações milionárias a países extangeiros, não cumpriu nada do que prometeu, ser avaliado como grande estadista e o homem que construiu os alicerces para o que de bom vivemos, ser considerado ventilhão da pátria, é terrível. Estou de volta. Adiro a sua campanha.

  18. Vinícius

    -

    16/08/2011 às 7:09

    ATENÇÃO ATENÇÃO
    Reinaldo, para angariarmos o apoio necessário, proponho:

    1) 175 distritos cada um com 750.000 eleitores.
    2) Fica claro que os estados com menos de 750.000 eleitores seriam 1 distrito único.
    3) Em cada distrito, elegem-se 3 deputados federais.
    4) O voto seria no partido, em lista fechada.
    5) Cada partido elabora uma lista com 4 candidatos (eles teriam rosto).

    OU SEJA: AS VANTAGENS DOS DOIS SISTEMAS RESUMIDAS.

  19. Vinícius

    -

    16/08/2011 às 7:05

    ATENÇÃO ATENÇÃO

  20. Vinícius

    -

    16/08/2011 às 7:05

    ATENÇÃO ATENÇÃO

  21. Eduardo

    -

    16/08/2011 às 4:36

    Outras alteraçoes da legislaçao podem trazer benefícios, como por exemplo, aprvar a LEI DA AÇAO PENAL PÚBLICA. Existe no sistema jurídico espanhol e prevê a possibilidade do povo iniciar açoes penais contra safados nacionais. No caso do Brasil, teriam que construir um novo prédio para um forum dedicado apenas a esses processos, mas valeria a pena ver a cara dos Sarneys diante de uma açao movida pela populaçao que nao aguenta mais tanta corrupçao.

  22. Marcio Saccon

    -

    16/08/2011 às 2:37

    Alem do voto Distrital, seria interessante pensar algo em Camaras Regionais Para que o Deputados, so fossem a Brasilia em casos de decisoes NACIONAIS. Hoje com a tecnologia é bem possivel manter-se integrado virtualmente.
    Assim o Deputados poderiam estar proximos às suas bases, com custos bem inferiores.
    O que acham???

  23. misael

    -

    16/08/2011 às 2:17

    Rei você é lindo e fomenta a beleza política, PARABÉNS por mais esta iniciativa e apartir da divulgação em seu BLOG o voto distrital vai ser uma realidade!

  24. Felipe Junkes

    -

    16/08/2011 às 1:06

    Sempre fui favorável, juntamente com o voto facultativo.

  25. Denis Marcio Souza

    -

    16/08/2011 às 0:50

    EXCELENTE CAMINHO PARA A POLITICA NO BRASIL!

  26. -

    16/08/2011 às 0:33

    Voto distrital? Voltaremos ao tempo em que ainda se fazia tráfico negreiro no Brasil, galera(??),e necessárias foram várias revoltas até 1930 para botar um fim nessa armação que psdb (distrital) e pt (lista fechada), sem falar no amontoado de espertalhões, larápios e coronéis do pmdb, querem resgatar. Se você é Militar, Bombeiro, Policial, Evangélico ou de outro segmento que realmente ama e luta pelo Brasil e pelos Brasileiros, pode esquecer representações, tudo nas patas sujas do governo no poder (petralhas) e seus agentes,ditos movimentos sociais, CUT e ONGs. No distrito, acha que os “caciques locais” vão prestar alguma conta pra você? E já que mandam no pedaço, qualquer contrariedade será resolvida como antes, na bala! Novos partidos? Nem pensar. O sistema que hoje já é corrompido e tendencioso ficará engessado. Nenhuma liderança surgirá fora das cúpulas dos “grandes” partidos que temos hoje.

  27. Valternei

    -

    15/08/2011 às 23:44

    Distrital já ja assinei a petiçao e estou divulgando toda a semana para os amigos. Obrigatoriedade de comparecer a urna precisa ser mantido(o voto nao é obrigatorio pode se votar nulo), se abolir isso o povo vai pra praia e nao vota.E se democracia é “o poder que emana do povo” esse povo tem a responsabilidade de dizer quem estara no controle deste poder. O Senado tem que ser mantido é ele que da igualdade entre os estados da federacao. O numero de deputados precisa reduzir para 300.

  28. the call of ktulu

    -

    15/08/2011 às 22:47

    Reinaldo, há 7 anos fiz um intercâmbio em Toronto e coincidentemente havia um referendo de primeiro ministro. Pelo fato de Toronto ser a maior cidade do Canadá, deve haver mais de um distrito por lá, chegando a delimitação geográfica ficar na escala de bairros (em contraste, os distritos nas províncias geladas e despovoadas obviamente são bem maiores!). Lembro que a campanha chegava a ser de porta em porta. Certamente a distância entre o eleitor e seu representante é bem menor do que no caso brasileiro. Quando vi a campanha do voto distrital, assinei no mesmo momento!

  29. Caio

    -

    15/08/2011 às 22:36

    Há outros pontos a considerar para uma reforma política. Por exemplo, o excessivo número de congressistas: 81 senadores e 513 deputados federais. Isso é necessário? É uma imensa “teta” e desperdício de dinheiro. Outro exemplo: se partirmos do pressuposto que o legislativo deve ser o fiscalizador do executivo (lógica de freios e contrapesos), logo, independente, por que escolhermos na mesma eleição parlamentares e chefes do poder executivo? Quem costuma votar num determinado candidato a presidente, geralmente, vota em senadores e deputados do partido do candidato a presidente escolhido. Poderia haver um ano de eleições para chefes de poder executivo e, dois anos depois, para membros do poder legislativo.
    O principal para que uma democracia possa desenvolver-se é a educação, formação e consciência do povo. O Brasil tem muitos analfabetos e nosso sistema educacional é ruim. Vejam: http://www.estadao.com.br/especiais/mapa-do-analfabetismo-no-brasil,142319.htm
    Levando tudo isso em conta, nossa democracia ainda está engatinhando. Há muito a ser pensado e debatido.

  30. hestia

    -

    15/08/2011 às 22:18

    Já tinha visto ontem o site e já me manifestei a favor. Mas o que precisamos é uma reforma que aprimore a democracia EXcluindo A OBRIGATORIEADE DO VOTO. Como está,a campanha é fácil demais pra eles.Quero ver eles se elegerem com voto distrital e voto nao obrigatório!

  31. Jackson Leite

    -

    15/08/2011 às 22:02

    Esta sim é uma luta que vale a pena! Devemos nos unir para salvar a nossa inferma democracia do famigerado PT, o qual usa justificativas como “devemos fortalecer os partidos, que estão muito fracos” para implantar o sistema de listas fechadas e instaurar de vez sua ditadura comunista. Unamo-nos pelo voto distrital, para o nosso bem, para o futuro de nossas crianças, enfim, pelo que ainda resta deste país.

  32. João Máximo

    -

    15/08/2011 às 21:04

    Reinaldo, já assinei a petição e compartilhei o link no Facebook. Temos que fazer a nossa parte e depois cobrar dos políticos a aprovação do Voto Distrital.

  33. LUIZ CELSO CASTEGNARO

    -

    15/08/2011 às 20:51

    CARO REINALDO, SOU FAVORÁVEL AO VOTO DISTRITAL,A INVERÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DE RECURSOS COM UM PERCENTUAL MAIOR AOS MUNICÍPIOS AOS ESTADOS E POR ULTIMO PARA A UNIÃO, É NO MUNICÍPIO QUE TUDO ACONTECE, SOU FAVORÁVEL A EXTINÇÃO DO SENADO E A REDUÇÃO DRÁSTICA DO NUMERO DE DEPUTADOS E VEREADORES, VAMOS POR ESTA GENTE PARA TRABALHAR

  34. Luiz Fernando

    -

    15/08/2011 às 20:40

    Tio Rei!
    Dá um “up” neste post!

  35. Emilio

    -

    15/08/2011 às 20:37

    Eu sou pelo voto distrital.

  36. mceu

    -

    15/08/2011 às 20:17

    com o voto distrital é mais fácil controlar/cobrar desempenho do candidato eleito desde que seja feita a cobrança/controle do mesmo após as eleições, senão fica tudo igual…

  37. SAULO

    -

    15/08/2011 às 20:04

    APOIADO O VOTO DISTRITAL!!!

  38. SAULO

    -

    15/08/2011 às 20:01

    ME PERMITA DISCORDAR EM UM PONTO: A CORRUPÇÃO NO PERÍODO MILITAR FOI SIM, INFINITAMENTE MENOR QUE A ATUAL, UMA TESE TALVEZ SIMPLISTA É QUE HAVIA A CERTEZA DA PENA SE FOSSE PEGO AGINDO CONTRA OS INTERESSES NACIONAIS, EM CONTRASTE COM A IMPUNIDADE VISCERAL DE HOJE.
    ALÉM DA POLÍTICA NÃO SER GERIDA EM PROL DE POLÍTICO OU PARTIDO ALGUM, QUAL PRESIDENTE MILITAR QUE SAIU MILIONÁRIO? NÃO SE PODE DIZER O MESMO DO PRIMEIRO FILHO DE LULA! E NEM DA SUA FILHA-PRODÍGIO!

  39. SergioL

    -

    15/08/2011 às 19:57

    Quer tentar?
    Tente, mas não vai mudar nada!!!
    Muda a parte podre (a eleição, mas as moscas(os politicos) continuam os mesmos.
    Quem viver verá!

  40. Wiston

    -

    15/08/2011 às 19:00

    Pode funcionar em um país com população educada politicamente, que faz valer seus direitos e fundamentada por partidos ideológicos. O representante do distrito é conhecido, sabe-se seu posicionamento político e em princípio, como vai votar. E aqui em bananolândia? Com a corrupção petralha subindo aos píncaros, subornando, chantegeando, corrompendo a tudo e a todos? Votei n’um candidato a Deputado Federal que nunca vi pessoalmente, mas conheço seu trabalho e suas opiniões por TV e jornais. Se fosse distrital? Quem indicaria? Não é mais fácil corromper um distrito do que todo um Estado? Melhor “figuras da moda” do que biônicos do lulla. Gostaria de melhores e mais aprofundadas explicações sobre o sistema distrital.

  41. João

    -

    15/08/2011 às 18:32

    Voto distrital seria péssimo, pode funcionar pra vocês de São Paulo, mas na Bahia seria uma desgraça completa.

    Com voto distrital eu já sei que nunca mais conseguirei eleger alguém que defenda minhas liberdades (religiosa, de expressão, etc), seja contra cotas de qualquer tipo, contra o aborto (o povo é contra, mas vota no socialista que luta à favor) , a favor de impostos mais baixos e tivesse outras opiniões similares às minhas em outras áreas. Voto distrital mata as opiniões minoritárias. O voto proporcional é o único que garante que todos os cidadãos tenham voz no congresso (com o distrital, 50%-1 de todos os cidadãos do país podem ficar sem nenhuma representação, no proporcional não).

  42. picopel

    -

    15/08/2011 às 18:13

    Acabei de dar o meu voto pelo Distrital

  43. Edison

    -

    15/08/2011 às 17:52

    Já há tempo em que apoiei o voto distrital no site do deputado paulista. Só lamento a resistencia das pessoas, até aquelas que tem discernimento pra frequentar este blog. A primeira grande questão que aflora é a seguinte: deixar como está vai melhorar ? As respostas às demais perguntas que poderiam ser levantadas são negligenciáveis.

  44. João Carlos Junior

    -

    15/08/2011 às 17:41

    Ok, a proposta é boa e incorpora um arsenal mais adequado ao combate contra a corrupção. A pergunta é: quem vai fazer a reforma política? Ou estamos acreditando que esse Congresso possa produzir provas contra ele mesmo?

  45. ilmarnasc

    -

    15/08/2011 às 17:36

    Concordo com o voto distrital e assinei.Mas,vai ser difícil!Os petralhas não concordam com o voto distrital.Pois querem continuar a fazer conchavo e roubar os cofres públicos.Temos que fazer alguma coisa para tirar o Brasil das mãos dessa quadrilha que estão ficando,cada dia Mais ricos.Enquanto isso,a saúde,a educação e a segurança está cada dia pior.E não adianta dizer que não tem dinheiro.Para o pobre não tem!Mas,para os amigos,os filhos e neta do lula tem.Fora!cambada de vampiros…

  46. Raissa Pedra

    -

    15/08/2011 às 17:26

    Reinaldo.
    Como sempre,lindo texto e análise perfeita,levando ao leitor a se perguntar se ainda o voto distrital pode ser implantado no pais? Me lembrei da campanha FICHA LIMPA da qual participei ativamente colhendo assinaturas,até mesmo
    em Praça Pública.O resultado todos sabemos,resistência vexatória do Congresso,valendo até espertesa linguística do Senador Dorneles,LIMITAÇÃO DA ÉTICA AO TEMPO pelo STF,
    grande naioria dos acusados de corrupção eleitos e/ou reeleitos.
    Gostaria de ainda ter esperança como você,mas confesso pelo que vejo das pessoas querendo levar vantagem em tudo,
    políticos defendendo sem qualquer escrúpulo seus interesses escusos,a decadência da educação,falta de civismo,não me entusiasmo com qualquer medida,pois minha crença nas pessoas e no sistema é a menor possível.
    Como você levantou essa bandeira e é ainda uma das poucas pessoas que inspira confiança pela sua coragem e capacidade,vou assinar,mesmo acreditando que voto distrital,lista fechada aberta,tudo dará no mesmo pois a questão esta na capacidade do eleitor saber julgar quem merece o seu voto,e isso esta longe de existir.

  47. Danilo Max

    -

    15/08/2011 às 17:22

    Apoio esta mudança, Tio Rei. Conte com o meu apoio.

  48. Vera L.

    -

    15/08/2011 às 17:13

    Reinaldo,
    Só há pouco entrei no Blog! Que surpresa! hoje cedo já falei disso do pessoal colhendo assinaturas para o voto distrital. Li ontem e achei MUITO BOM. Que bom que você disponibilzou o link! Eu acredito no voto distrital. Os politicos estão MUITO longe da população. Lá BEM LONGE se protegem e BRIGAM com a IMPRENSA que desmascara os corruptos. Quando tiverem que PRESTAR CONTAS para quem VOTOU NELES será diferente.

  49. José Alberto Scur

    -

    15/08/2011 às 17:10

    Qualquer semelhança…

    Por Ayn Rand*:
    Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada;

    quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores;

    quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você;

    quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.

    *Ayn Rand filósofa russo-americana (judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa.

  50. Nausícca

    -

    15/08/2011 às 17:08

    Voto distrital? Não, muito obrigado. E, permiti-me responder mais:
    Voto em lista partidária? Não, muito obrigado.
    Horário “grátis” em tv e rádio para partido político? Não, muito obrigado.
    Fundo público de centenas de milhões de reais para partidos políticos? Não, muito obrigado.

    Idem para sindicatos e adjacências.

    Esses privilégios não cabem mais no bolso das pessoas do século XXI.

    Vão trabalhar, vagabundos!

  51. Jorge

    -

    15/08/2011 às 17:02

    Perfeito com essa pressão para o voto distrital e com peso do PT para a lista fechada, chegaremos ao Voto Distrital Misto, que é justamente um sistema que reúne esses dois anteriores e me parece ser o melhor. Afinal só o distrital acaba se perdendo a idéia de unidade, os representantes do povo só iriam querer defender suas bases e deixaria de lado o todo.

  52. Alberto

    -

    15/08/2011 às 16:53

    Caro Reinaldo,

    Brilhante, como sempre! Pena que não entre na cabeça da grande maioria do eleitorado brasileiro, o que se encosta e sobrevive às custas do “bolsa esmola”
    É um absurdo verificar que um político do Piauí, do Amapá, ou de Rondonia, tenha o mesmo pêso que um de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná ou Santa Catarina. O voto distrital corrigiria essa distorção. Afinal de contas, os estados com número maior de eleitores teriam de ter maior número de representantes.
    Resta saber se o Zé Ribamar, vulgo Zé Sarney, o Renan Calheiros, o Sérgio Cabral, e a CORJA PETISTA irão concordar com isso.

  53. andré fernão

    -

    15/08/2011 às 16:49

    Reinaldo,
    Elogiar seus escritos já perdeu o sentido há muito, mas este é especialmente bom…diferente; talvez por tratar com uma esperança (até uma certeza) sobre um tema tão desesperançoso.
    Abraço,
    AF

  54. mendes

    -

    15/08/2011 às 16:48

    Concordo com o AMADEUS. O Amapa com certeza seria um distrito, nem por isso o Sarney seria melhor ou deixaria de se eleger. O pequeno SE ou AL, nada mudaria. Apenas os grandes estados seriam divididos e tudo ficaria como está.
    O que para mim parecia pior a longo prazo acho que pode melhorar, seria a lista fechada. O PT por exemplo viraria o partido do JOse Genuino, do Ze dirceu, do lula e seus indicados na lista,os velhos de sempre, e em pouco tempo acho que os eleitores desistiriam deles. O mesmo com o PMDB.
    As novas lideranças que surgirem excluidas das tradicionais, pois estariam sem espaço ‘na lista’ criariam novos partidos sem os vicios e conchavos de decadas.

  55. veiaco

    -

    15/08/2011 às 16:07

    Voto distrital ou não, não munda nada. O voto não garante as barbaridades que os votados estão fazendo por aí em termos de corrupção. O que está faltando é a volta constitucional da independência dos três poderes. o senador Pedro Simon em um de seus pronunciamentos semana passada, só faltou apagar a luz do senado. Afirmou que quem decide são as lideranças e os outros senadores ficam sabendo pelos jornais. Por outro lado quando a PF age dentro da lei a população aplaude e os poderes constituídos divergem. O problema não é o voto é o que estão querendo fazer com o voto.

  56. Mako

    -

    15/08/2011 às 15:36

    Voto distrital já!

  57. Amadeus

    -

    15/08/2011 às 15:34

    -
    Reinaldo,
    -
    A defesa do Voto Distrital parte da enganosa percepção de que a proximidade entre eleito e eleitor possa melhorar a representação.
    -
    Por essa lógica as Asembleias Estaduais seriam melhores que a Federal e as Municipais ainda mais virtuosas.
    A dos Municípios minúsculos, essas então seriam imbatíveis como bom exemplo.
    -
    E no entanto não isso que vemos.
    Hoje um pequeno município do triângulo mineiro está com a totalidade dos seus vereadores na cadeia, acusados que foram por indébta apropriação de recursos do erário.
    -
    O Voto Distrital é uma herança do início dos sistemas represntativos, de uma época em que a informação circulava em lombo de cavalo.
    Hoje eu não preciso conhecer pessoalmente os políticos de Ribeirão Preto para saber das estripulias do clã dos Rossi.
    Do mesmo modo, sem ter botado os pés no Amapá sei o que por lá se passa com as emendas da deputada Pelaes.
    -
    Sugiro aos entusiasmados com o Voto Distrital que façam uma análise do mapa de votação dos Deputados Ferederais do seu estado.
    (o TSE oferece o DowLoad da votação por municípios)
    -
    Baixei o arquivo com o mapa de São Paulo.
    Uma rápida passada de olhos me permitiu identificar vários eleitos com votação concentrada em determinados redutos, equivalentes aos futuros Distritos.
    E me pergunto:
    Em que um Jonas Donizete, um Abbe ou um Dimas Ramalho, com votações fechadas em determinadas áreas, são superiores a um Chalita, um Freire ou a um Faria de Sá?
    -
    Com o Voto Distrital os paulistas se livrariam do Tiririca, do Maluf, do Zé Aníbal.
    Mas os Valdemares da Costa Neto teriam a garantia de emprego vitalício.
    -

  58. augusto

    -

    15/08/2011 às 15:33

    Reinaldo essa bandeira do voto distrital seria uma solução ou tentativa de reforma decente do governo e política brasileira. Eu apóio!

  59. Paula

    -

    15/08/2011 às 14:51

    Reinaldo, eu assinei e encaminhei, mas minha esperança é menor q a sua: quem lhe disse q este país já não foi à breca?

  60. snitram

    -

    15/08/2011 às 14:39

    A Itália tem máfia. Nós temos uma dezenas delas, talvez uma centena, todas encasteladas no estado brasileiro.

  61. Celina Vieira

    -

    15/08/2011 às 14:30

    EU APOIO O VOTO DISTRITAL

  62. R.C.P.

    -

    15/08/2011 às 14:28

    Divulgado!!!

  63. Helena

    -

    15/08/2011 às 14:28

    Já assinei e enviei pra muitos, mas muitos mesmos que tb irão assinar.
    Chega de bandalheira, e de reclamar, vamos fazer o que pudermos pra mudar essa roubalheira institucional.
    FORA PT

  64. ade

    -

    15/08/2011 às 14:27

    eu concordo com o sistema federalista. cada estado tem a suas leis. não estaríamos a mercê de juízes que votam ideologicamente uma marcha da maconha , acasalamento de dois homens ou duas mulheres como arremedo de casamento ou família,a postergação da maioridade criminal etc…Os Impostos gerados pelo estado no estado ficariam.È esta a minha concepção de política. OS políticos e o Estado devem interferir o mínimo possível na vida do cidadão.Aliás, isto que estamos vendo não é política.È a antimatéria da
    política,é o muro da sem- vergonhice,os canalhas de cabelos brancos tingidos,é o mal no seu estado orgástico.

  65. Ricardo

    -

    15/08/2011 às 14:24

    Caro Reinaldo:
    Apóio o movimento há meses; tendo, inclusive, feito campanha a favor nas redes sociais. No entanto, não consigo entender a letargia da juventude brasileira; todos parecem anestesiados com tantos escândalos políticos. Espero que o seu apoio ajude a aumentar o número de assinaturas.

  66. Wilson Rodrigues

    -

    15/08/2011 às 14:19

    Parabens Reinaldo, você descobriu o primeiro ingrediente para fabricar a pólvora, quando você tiver conseguido os demais ingredientes, só faltara a licença para para fabricá-la e, esta só será fornecida (se for, o que duvido)pelos ladrões de plantão. Ora esta, eles tem roubado tanto e sido incomodados tão pouco, chegam a ganhar mandatos de presente mesmo depois de tê-los jogado fora por conta da sanha, porque haveriam de fazê-lo?. O caminho é muito mais longo, melhor dizendo, mais complicado, não necessáriamente longo e, depende muito mais da coragem de um povo, que com certeza não é um atributo do brasileiro, que só tem coragem para reclamar, nunca de lutar por algo que seja um pouco mais que a sobrevicencia, como ocorre com o nordestino que é esfolado dia e noite à seculos enquanto a casta de plantão se locupleta, fazendo de conta que constrói poços artezianos; transporta agua imprópria para o consumo em carros-pipa para deleite de alguns afortunados que gozam de prestigio junto aos mandatários e, este é só um misero exemplo. E não venha me falar dos cara pintadas, pois que eles não passaram de bois-de-piranhas (veja onde está o tal de Lindberg de Farias, todo frozô como senador, como se diz aqui na Bagia) para tirar um idiota que pensou que era Deus e, portanto tudo podia, até contrariar os verdadeiros dono do poder, aqueles que voce mesmo mostra hoje a que preço foram comprados pelo ” Salvador; Apedeuta; sei lá o que de Banania, todos apelidos interessantes para um lárapio contumáz, formado e forjado pelas lutas sindicais, tão armadas e espalhafatosas quanto aos socos do TedBoy Marino). Não amigo, eles não irão entregar assim, só mudaremos se tomarmos (o poder é claro, porque de resto já tomamos, todo dia, nem precisa ser de noite). Como tomar?, eis a grande questão que se apresenta e exige resposta. Certa feita, ouvi de um espanhol mediano de cultura (media baixa), fraco de dinheiro (era pedreiro) mas que todo ano se dava ao luxo de trazer sua bela mulata para rever a familia aqui no Brasil`a seguinte frase: – A história de um povo se escreve com sangue!. Ainda não colocamos ninguém deles para sangrar………, deverá ser um bom começo.

  67. selva

    -

    15/08/2011 às 14:18

    Ja assinei .Como o PT quer so os mais corruptos conseguirao se eleger.

  68. Gabriel Birkhann

    -

    15/08/2011 às 14:16

    Votei e divulgo.

  69. macedo

    -

    15/08/2011 às 14:08

    Complexo e demorado. Mais fácil é alegrar os aliados com cargos, mas prender e demitir os corruptos às pencas, sistemàticamente, com execração midiática expressa, algemas, etc etc. Afinal entre ficat com cargos e refrear a roubalheira, é melhor que ficar sem nada…….. Endureçam, ou melhor, cumpram fielmente as boas leis e modofiquem aquelas que por fragilidade jurídica, “protegem” os corruptos. É mais rápido. Precisamos de indignação social para ontem e precisamos escancarar sempre todos os fatos de corrupção, presentes em todas as esferas e não só em Brasília. Fora LADRÕES !!!!

  70. En passant

    -

    15/08/2011 às 14:05

    Não comente a abertura de um grupo de sabidos, até analfabetos, para orientar uma Nação. Seja corajoso… seja forte. Não merece referência da inteligência o insulto à comunidade de estudantes e acadêmicos.
    Mestre não é animador…
    Lembre-se, ainda no sentido de introduzir ética na política, as prisões do Turismo, em visão abrangente, considerando as emendas e os beneficiados na Câmara, é uma forma de pressão para obrigar votações. Um coitado murmurava: ora, vai tirar o sono de muita gente, nada irá ao povo e seremos forçados a votar qualquer matéria.
    A sua força jornalística pode conferir e acompanhar (o número de beneficiados, lícita ou ilicitamente, mas todos no balaio de suspeitos, é muito crítico).
    A intenção não foi punir o grupo de presos (algemados e fotografados, uma bobagem seguida de gritos invulgares), apontar o risco do voto negativo… da abstenção… A sua experiência pode oferecer outros elementos para leitura e avaliação da sua imensa legião de visitantes.

  71. Marcel D. Beghini

    -

    15/08/2011 às 13:42

    Tio Rei… já viu essa reportagem do CB? Dinheiro do FAT estaria sendo utilizado para bancar burocracia ministerial:

    http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2011/08/15/interna_politica,265530/dinheiro-do-fat-e-usado-para-custear-gastos-de-ministerio.shtml#.TklJTJ3Vl-9.twitter

    Abraços!

  72. Valdir Junior

    -

    15/08/2011 às 13:37

    Eu já votei !!!!!!!!
    Vai ser um trabalho muito dificil esse de uma reforma politica , mas temos que começar de algum ponto e que seja esse !!!!!!!!
    Precisamos urgentemente de um sistema que seja em beneficio do povo e não dos politicos para o bem do país .
    VAMOS NESSA BRASIL !!!!!!!!

  73. EMERSON

    -

    15/08/2011 às 13:17

    Não dou 1 mês para a canalha classificar o movimento como “reacionário”. Resistir a este assédio será a grande prova de fogo.

  74. Beatriz

    -

    15/08/2011 às 13:10

    Eu Sou a favor, e muito, do sistema parlamentarista! vamos trabalhar em cima disso, cada um fazendo a sua parte e principalmente atolando as caixas de emails de nossos parlamentares tanto do senado quanto à camara dos deputados! e principalmente mostrando aos nossos amigos de emails a importancia do parlamentarismo, é um trabalho de formiguinha, mas com persistência chegaremos lá!

  75. Rapha Feres

    -

    15/08/2011 às 13:05

    Arnaldo, entendo seus argumentos sobre o voto distrital, mas tenho algumas dúvidas.
    Será que isso não iria desvirtuar um pouco a função do legislativo, que deve trabalhar com leis que, em sua grande maioria, têm impacto em toda população e não em um grupo reduzido (distrito)?
    Pergunto-me como um deputado prestaria contas com seu eleitorado distrital? Realizando obras e liberando verbas para a região? Isso não é trabalho do prefeito ou dos vereadores?
    E como faria para vencer uma eleição um deputado ou senador com propostas para todo país? Suponhamos um senador com excelentes propostas para educação ou a saúde do país, como ele vai conseguir o voto de alguns bairros de uma cidade?

    Acredito que as ações do legislativo têm efeito de longo prazo e são difíceis de se identificar o autor. Talvez somente quando a população estiver mais educada e economicamente mais saudável ela julgue (e vote) melhor o legislativo, podendo se focar em tempos menos cotidianos e impactos menos diretos e visíveis.
    O que vc acha?

  76. RICARDO

    -

    15/08/2011 às 12:59

    Tio Rei,
    Veja essa:
    Na cidade de Maragogipe/BA, o prefeito PETISTA foi afastado do cargo por 90 dias, acusado de corrupção. Em represália, os órgãos públicos paralisaram todas suas atividades (escolas, postos de saúde etc), por determinação do alcaide.
    Também na Bahia, agora na Cidade de Madre de Deus, o paço municipal está cercado por jagunços que impedem a entrada do vice-prefeito empossado em decorrência da cassação da prefeita PETISTA, acusada de abuso de poder político e econômico.
    Haja democracia!!!

  77. zamir anjos

    -

    15/08/2011 às 12:58

    Antes de ler o seu artigo já tinha lido no site da FS, quando li comentei que este movimento eu assino embaixo e não somente assino mas vou catalizar votos no facebook etc..É a nossa chance de mudar as coisas neste país.
    Os de centro e de direita são pessoas ocupadas demais com seus afazeres para iniciar movimentos de passeatas ir para as ruas etc.
    Diferente das hordas esquerdistas apaniguados de sindicatos, de políticos e com boquinhas nos orgãos do governo que não primam pela excelência de resultados, tem vida mansa no trabalho então tem muito tempo para ir para as ruas infernizar a vida dos outros com nomes de movimentos sociais.
    A internet neste sentido veio dar folego a uma classe media sufocada por esta gente e tem um tempinho para ir no computador escrever suas insatisfações.

  78. Emilio Só

    -

    15/08/2011 às 12:57

    Tiro o carro da garagem e observo que não há veículos obstruindo o portão. Vejo que a rua fora completamente recapeada e sinalizada. Os quebra-molas foram todos retirados. Minha sensação é de que não há urgência no ar, tudo fora providenciado a tempo. Um motoqueiro me concede a vez gentilmente e segue em fila como as demais criaturas civilizadas. Mais adiante, uma carroça, com chapa de identificação, segue o caminho regular no horário conforme placa de advertência. O cavalo usa fralda especial para não sujar as ruas. Dirijo-me ao centro da cidade. Há agentes de trânsito orientando os motoristas por quase todo o trajeto. Entendo a razão do bom comportamento do piloto da moto – do carroceiro também. Chego ao destino e vejo que não há flanelinhas. Ufa! Passo o cartão magnético de estacionamento na máquina assentada na calçada e compro o jornal. Leio em destaque: “Povo reage contra onda de crimes contra o Erário Público. Justiça começa mutirão por cima apurando falcatruas no governo federal”. De repente, “bip, bip, bip”, o despertador me traz de volta ao Brasil real. Eu estava sonhando… Prezado Tio Rei, já estamos na breca. O desenvolvimento de uma nação começa pelo município. A figura mais importante do município (e do mundo) é o cidadão, e este não tem uma pessoa que efetivamente o represente. Hoje, o indivíduo mora num local pobre, se candidata a vereador, ganha as eleições, e a primeira providência que toma é se mudar para um bairro nobre, quando não para outro estado ou município. Daí a importância para que sejam criados os Conselhos Municipais, em lugar das atuais Câmaras de Vereadores. Cada bairro teria o seu conselheiro; de fato, o representante do cidadão na Prefeitura. Se esse representante vier a mudar de bairro, deverá ser imediatamente substituído por outro morador. Só assim, de baixo para cima, do cidadão para o “grandão”, conseguiremos acabar com essa lama que está aí a nos atormentar e não deixa nossos sonhos se realizarem.

  79. MárciaRuiz

    -

    15/08/2011 às 12:57

    Fui votar e o site me informou que eu já havia votado.
    Há muito acredito que o voto distrital puro é o mais correto no aperfeiçoamento da Democracia e mobilizador da participação das pessoas. Muitos se desinteressam porque se sentem inúteis e impotentes em sua participação, e não sem razão.
    Para não esquecermos em quem votamos, coloquem seus títulos de eleitor num envelope maior e clipem seus comprovantes de voto à colinha que levamos na hora de votar. Fica umm pacote gordinho mas é bem útil para repetirmos ou não os votos, além de ficar o registro e não precisarmos recorrer à memória.

  80. ovs

    -

    15/08/2011 às 12:54

    Nós pessávamos que na democracia ninguém era obrigado a sair de casa para ir votar, porém, se não for votar paga multa ao próprio governo.
    Perguntamos que democracia é essa, onde o Sr. manda e nós temos que obedecer? isto é, tem que sair de casa para votar ou justificar nas urnas???

  81. PT e Dólar SEM RUMO

    -

    15/08/2011 às 12:53

    Desde que NÃO tenha voto em lista fechada………….

  82. Anónimo

    -

    15/08/2011 às 12:51

    Fui assinar e o site me informou que eu já havia assinado, há tempos entendo essa ideia do voto distrital como e mais correta pelos argumentos que você, rei, muito bem colocou.
    Devo ser uma ET mas eu sei em quem votei em todas as eleições. Mas para isso, é preciso guardar as colinhas que levamos na hora do voto. Coloquem seus títulos de eleitor num envelope e clipem o comprovante de votação junto à cola. Fica um envelope gordinho mas vale a pena para repetir os votos em quem não decepcionou e para não votar mais em quem enganou.

  83. Marcondes

    -

    15/08/2011 às 12:48

    Fora do contexto desta reportagem, mas devo colocar.
    Fonte de Boas Linguas diz:
    “Que as “palestras” (verborréias) que são dadas pelo Apedeuta, não passam de LAVAGEM de dinheiro desviado.”
    Ele não recebe. Apenas vai lavando o que foi roubado e/ou desviado.

  84. Billy

    -

    15/08/2011 às 12:45

    Desculpe, mas não consigo vislumbrar onde que a situação vai melhorar. Talvez, ficaria pior. Poderia explicar, já que pesquisando nada encontrei para sanar minhas dúvidas. Distrito = Município? Se não, quem vai determinar? O candidato residirá obrigatoriamente no distrito? Quantos distritos e de que tamanho Rio ou SP terão comparando por exemplo com o Pará? “Coronéis”, desses aliados ao PT, não ficariam com poder ainda maior? E se o MST ou a CUT “invadir e tomar” um distrito? Muitas dúvida.

  85. Brasileiro

    -

    15/08/2011 às 12:44

    Esse seria de fato o momento da sociedade reagir. Nenhum presidente deveria ser refém de um bando de corruptos. E se só assim é possível governar no Brasil, então a sociedade esclarecida tem de sair às ruas e protestar, reagir e deixar claro que não vai aceitar essa situação. Não vai aceitar que a presidente vire refém dessa canalha. O ex presidente fhc até aconselhou Dilma: “ Num presidencialismo de coalizão troca-se a governabilidade por favores, cargos e tudo o mais que se junta a isso ”. Deixou a situação muito bem clara. Aconselhou Dilma a fingir que não vê a corrupção. O fato é que em nosso sistema vigente ou o presidente dá o “toma-lá” ou não governa. Esse seria de fato o momento da sociedade reagir. Mas não como os imbecis ideológicos querem. Esses querem o fora Dilma, como se isso fosse resolver o problema do país ou acabar com o sistema corrupto que se instalou desde a redemocratização. Muito pelo contrário. Seria a hora da sociedade esclarecida, não a golpista, dar todo o apoio a presidente, pois ela é uma vítima do sistema. Teríamos que deixar claro que sabemos estar Dilma sofrendo pressão exatamente porque ela não quer “ trocar favores, cargos e tudo o mais que se junta a isso…” por uma suposta governabilidade. Lutamos tanto pela democracia e agora descobrimos que ele está nos saindo por demais cara.

  86. Neide Izabel

    -

    15/08/2011 às 12:37

    Tio Rei,
    Obrigada por divulgar a causa do voto distrital. Pode contar comigo, mandarei para todos os meus contatos.A semente já foi lançada e tenho certeza irá gerar bons frutos.Não percamos a fé.

  87. Elah

    -

    15/08/2011 às 12:27

    Assinei e estou divulgando!

  88. Henrique

    -

    15/08/2011 às 12:25

    Tio Rei,
    .
    Obrigado por me mostrar como por em prática o que sempre senti. Já aderi e mandei para todo mundo.
    .
    Além dos benefícios óbvios que vc apresentou, o voto distrital ainda terá o efeito complementar de restaurar a representatividade do voto em geral, que foi desvirtuada pelo “Pacote de Abril” de Geisel, de 1977. Coisa própria da ditadura de então.
    .
    Para os que não se recordam, ele instituiu a sub-representação dos Estados mais populosos, limitando o seu número de cadeiras na Câmara, e sobre-representando os Estados menos populosos, que passaram a ter um mínimo de deputados.
    .
    O objetivo daquela ocasião era assegurar à famigerada ARENA o controle do Congresso. O resultado, que perdura até hoje, é que um deputado por um Estado mais populoso, como São Paulo, representa dez vezes mais eleitores que os de um estado como Roraima.
    .
    Trocando em miúdos: o voto de um cidadão de Roraima vale dez vezes mais que o meu. Basta! Quero que prevaleça a Constituição, que todos sejam iguais perante a Lei, inclusive quanto à sua reprentação no Congresso. Só isso.

  89. amadeu

    -

    15/08/2011 às 12:23

    A coisa ta complicada,o PT e seu novo socialismo já não teme mais partidos e não teme mais a sociedade intelectual e leiga nem a rica nem a pobre,ele já tem até novos seguidores e partidos com o mesmo dilema”não existe ideologia(esvaziando tanto os comunistas da gema PSOL como os prototipos de direita DEM/PFL) esquerda e direita é coisa do passado”,vide PSD do Kassab”!O pior é que isso q o lula deixou como herança ou como a base para sua volta ao poder já foi feito por Mussoline,vamos ver se a sociedade aceitará a longo prazo ou desprezará.
    No geral o PTismo já criou uma nova sociedade ou um novo socialismo,juntou ricos,sindicalistas,e uma grande parte da população q com muita propaganda se acha a nova classe média.O Ptismo é o socialismo dessa nova classe média!

  90. Rinaldo

    -

    15/08/2011 às 12:23

    O melhor mesmo é cada estado cuidar da sua vida. O mais rico estado da federação,São Paulo, enche os cofres públicos. Ou seja, pra que nós paulistas precisamos de assistir essa lambança toda dos ladrões vindo do Amapá, Acre, Bahia, Rio de Janeiro… etc etc?

  91. Jorge

    -

    15/08/2011 às 12:22

    Sou voto distrital desde criançinha !!!

  92. LG

    -

    15/08/2011 às 11:57

    Bem, conquanto eu considere que o problema de fundo da política brasileira seja muito mais grave do uma mera alteração formal do sistema representativo ou uma mudança do sistema de governo, pois a desgraça está mesmo é na hegemonia que as esquerdas e o pensamento de esquerda alcançou sobre o país, admito, contudo, que realmente existe um grave problema tanto no sistema representativo, quanto no próprio sistema de governo que adotamos.
    1º) sou adepto do voto distrital puro, com os parlamentares sendo eleitos dentro de seus distritos, e sou até radical neste ponto, pois defendo a existência de listas partidárias com nomes dos políticos a serem apresentados ao distrito (note bem,não a lista fechada, com o eleitor votando na legenda, mas lista aberta, porém limitada de nomes, conforme o partido ou a coligação). E penso que a eleição distrital deveria inclusive ser aplicada aos municípios com mais de 500 mil habitantes, com regiões da cidade, englobando diversos bairros, funcionando como distritos;
    2º) precisamos urgentemente adotar o sistema parlamentarista. O presidencialismo, em 120 anos de existência, já mostrou que corresponde a uma desgraça completa e que não é possível no Brasil. É foco de crises, de corrupção, ninho de ditadores, e, sobretudo, deixa o parlamento na zona de conforto da total irresponsabilidade governativa. É preciso chamar os parlamentos à função de assumir a responsabilidade de governo e de direção dos destinos do país, fazendo pesar sobre eles a espada de Dâmocles da dissolução e das moções de censura e de desconfiança. Tenho a certeza de que poríamos fim aos reinos dos baixos cleros que temos assistido nos últimos anos e em toda a carga de desgraças que causam ao país.
    Reinaldo, precisamos de mudança sim, e urgente. Digo até que necessitamos já de uma nova Constituição. Mas aí já outro assunto, eu sei… De qualquer forma, o certo é que não temos hoje no Brasil uma democracia, mas sim uma cleptocracia de esquerda praticamente imune à ação das instituições. Só não vejo é no teatro da política atual qual força será capaz de modificar este estado deletério de coisas. Penso que chegamos a um ponto praticamente de não-retorno e somente um grande cataclismo de fora para dentro poderá sacudir os rumos deste processo nefasto ao qual vamos submetidos.
    O buraco em que o Brasil se meteu é de dimensões oceânicas. Pena que sejam pouquíssimos aqueles que conseguem enxergar no escuro…
    Um abraço a todos.

  93. Marcelo-Serra/ES

    -

    15/08/2011 às 11:56

    O “distritão” parece mais afinado à letra normativa. O Estado como distrito e circunscrição eleitoral, nos termos propostos, se ajusta melhor ao modelo de representação do povo brasileiro, esteja ele em São Paulo ou no Acre. O deputado é a voz do povo no Parlamento. Já a concepção do “distritinho”, nos termos apregoados por Alckmin, aponta para a identificação do parlamentar com a localidade, a espacialidade, características próximas da representação senatorial. O senador é a voz do Estado no Parlamento. Ademais, o poder econômico é mais forte em regiões restritas. É aí que predomina a força dos cabos eleitorais. É aí que se flagra o “voto de cabresto”, diferente do voto de opinião, racional e crítico, que emerge no seio dos conjuntos mais avançados politicamente.

    O argumento de que o voto majoritário no “distritão” enfraquece os partidos é sofisma. Para começo de conversa, o que seria melhor para vivificar a política: 28 siglas amorfas ou 10 partidos com ideários fortes e claros? A massa pasteurizada da política é produzida pelos laboratórios de conveniências da estrutura partidária. Dizer que as campanhas, hoje, são realizadas em nome dos partidos é faltar com a verdade. Hoje, vota-se no perfil individual, não no partido. As campanhas são fulanizadas. Todos os entes – com exceção de uma ou outra sigla do extremo ideológico – bebem em fontes incolores, insossas e inodoras.

    O que ocorreria com a adoção do voto majoritário e consequente eliminação das coligações proporcionais seria a integração/fusão de partidos. A busca de maior força e densidade propiciaria natural integração de parceiros, principalmente de pares com identificação histórica ou parentesco ideológico.

    É improvável que os partidos, no afã de obter grande votação, passem a compor suas chapas com demagogos, populistas, celebridades e famosos. Uma plêiade de olimpianos (perfis que habitam o Olimpo da cultura de massa) tenderia a se isolar. Fora de seu hábitat, sem vocação e motivação, acabariam sendo objeto de muita crítica. Após a fosforescência inicial, os pequenos “deuses” desceriam à terra dos mortais, tornando-se figuras banais, até porque não contariam mais com agasalho midiático. O que será de Tiririca sem o chapéu de palhaço no circo da mídia? A vida útil de uma celebridade, sem a luz do farol, é curta. Não se deve esquecer, ainda, de que o País, a cada ciclo histórico, avança na estrada civilizatória. Haverá um momento em que o eleitor, mais racional, exigirá que cada macaco permaneça em seu galho.

  94. João da Bahia

    -

    15/08/2011 às 11:56

    Prezado Roberto SPC de 15/08/2011 às 10:05
    Você escreveu: … nos locais onde fala sobre “A Fazenda” que sempre ocupa lugar de destaque na primeira pagina do site.
    Aqui em Salvador quando vou nos barzinho (moro em bairro popular) a grande discussão é se o E. C. Bahia desce para a segundona ou se o Vitória sobe para a primeira. E haja polêmica!
    Se alguém tentar explicar sobre a opção do voto distrital acham que você é tirado a intelectual e perguntam se você é candidato à algum cargo político.
    Lembrando que nem todos discutem futebol, mas a grande maioria sim!

  95. Observadordepirata

    -

    15/08/2011 às 11:53

    Que democracia é essa que uma pessoa sem voto chega ao poder? Que democracia é essa, com essa forma de suplência? Depois reclamam que os partidos viraram máfias e com proprietários que fazem ditatorialmente o que bem entendem. Pegam um Tiririca da vida e por conta do caminhão de votos que recebem , elegem mais 5 apaniguados escolhidos a dedo! Vamos acabar com essa pouca vergonha.

  96. MACUNAÍMAS S/A

    -

    15/08/2011 às 11:52

    Cabe lembrar que existem dois tipo e voto distrital, o misto e o puro. Aceitaria o voto distrital puro mas não o misto. O maior apelo do voto distrital está na ideia de que se acabaria a amnésia de quem vota sem se saber depois em quem votou. Isso levaria a um melhor acompanhamento de seu candidato e uma melhor avaliação se merece um não permanecer como representante do povo. Algumas coisas são certas: Alguma coisa precisa ser feita urgentemente, o que for de interesse estrito da população, diga-se, da nação, só sai pelo esforço do próprio povo e não de quem nos representa. Aberrações como “coeficiente eleitoral”, coligações com direitos de bloco e não de partidos isolados para facilitar o toma-la-da-cá, pervertendo a ideia do pluripartidarismo, entre outras. Isso não é, nem nunca será democracia.

  97. nina

    -

    15/08/2011 às 11:39

    Rei,
    Onde eu assino?

  98. Roberto Vieira Cavalcanti

    -

    15/08/2011 às 11:32

    Aproveito para acrescentar uma sugestão “antitiriricas”.Os candidatos que tomariam posse seriam apenas aqueles que estivessem classificados dentro do número de vagas disponíveis, independentemente da sua votação ter sido suficiente para eleger mais de um. Com isso os próprios partidos evitariam esse tipo de candidato.

  99. Renata

    -

    15/08/2011 às 11:29

    Sou pelo voto distrital e por uma redução drástica no número de partidos. Acho que melhoraria bastante. Mas acho também que, se a nossa política é corrupta, é porque a sociedade de um modo geral também o é (ressalvadas as poucas exceções sem voz), e VOTA nos corruptos que lá estão. Paulo Maluf, José Sarney, Fernando Collor, Roberto Requião, Dilma, Lula. Nenhum deles foi “puxado” por quociente eleitoral, todos foram colocados lá diretamente por gente que se identifica com eles e os acha as pessoas certas para os cargos certos. As pessoas violam leis de trânsito, subornam guardas e fiscais, arranjam atestados falsos pra faltar ao trabalho, jogam lixo na rua. Nossa política é a cara dessas pessoas. Aquela velha frase, “cada povo tem o governo que merece”, continua valendo.

  100. JB.

    -

    15/08/2011 às 11:28

    Destaco uma frase desta longa análise: “não há corrupção sem corruptos”. Acrescento: e sem corruptores, entre os quais, sem dúvida alguma, devem figurar alguns barões da mídia.

  101. MARIAH

    -

    15/08/2011 às 11:15

    digo: impeachment

  102. PARASITOLOGO

    -

    15/08/2011 às 11:15

    Caro Reinaldo ,não sei se vc já leu sobre um projeto popular eleitoral e pelo cara do projeto tem dedo petralha ,porque o que eles propõe é que o voto seja por lista e isso com certeza tem as mãos sujas do petralhismo e se vc puder se informar melhor sobre esse projeto podemos anular o andamento desse projeto com esse formato ,se for adiante como um projeto popular ,muita gente vai assinar sem entender o que está por trás do voto em lista fechada e temos que impedir esse modelo que vai destruir mais ainda a frágil e fracassada política nacional.

  103. Paulo Fernandes

    -

    15/08/2011 às 11:13

    Não há dúvida, precisamos mudar este modelo representativo pelo voto distrital. Mas se temos que mexer na Constituição, seria oportuno reduzir drasticamente os cargos públicos que possam ser preenchidos por indicações dos políticos para que as instituições se tornem realmente independentes e à prova de barganhas do governante da vez.

  104. Zezão

    -

    15/08/2011 às 11:08

    O sistema do voto em listas fechadas era o adotado nas eleições dos comitês centrais do partido comunista na União Soviética, na DDR e demais ditaduras do Pacto de Varsóvia. Só entravam nela os cupinchas lambe-sola mais safados e covardes, a escória mais abjeta que se dispusesse a puxar o saco do ditador.

  105. Mancio

    -

    15/08/2011 às 11:06

    Os sistemas proporcional e distrital tem vantagens e desvantagens. Voce bem disse das desvantagens do sistema proporcional. Agora, ca entre nos, o lobby e os currais eleitorais estariam longe de ser eliminados caso tivessemos o sistema distrital. Veja o caso dos Americanos. Por outro lado, a grande vantagem seria que a politica seria feita em nivel local, nao nacional, como agora. Contudo, o presidente ainda teria dificuldade para passar seus projetos de lei cujos interesses vao em oposicao a determinados interesses locais. Mas o Brasil nao teria nada a perder. Como diz o Tiririca, ‘pior que ta nao fica’.

  106. Anônimo de todo dia

    -

    15/08/2011 às 11:05

    Não consigo imaginar o eleitor dos rincões e das periferias (maior parte do eleitorado) entender essas metodologias e, muito menos, se interessar por elas. Infelizmente, falar em democracia no Brasil é uma inverdade, falta o “demo”.

  107. André Costa

    -

    15/08/2011 às 11:01

    Reinaldo, Bom dia! Eu radicalizaria um pouco mais… Além do voto distrital, penso que seria saudável dissociar a eleição legislativa da executiva. Creio que isto valorizaria o pleito legislativo. Da forma como ocorre hoje, o povo só dá importância para o voto em Presidente, Governador e Prefeito, votando em qualquer porcaria para Senador, Deputado e Vereador. Abraço!

  108. MARIAH

    -

    15/08/2011 às 11:00

    Bom dia, meu Rei!

    Muito boa a análise sobre o voto distrital,já aderi e tenho enviado aos meus contatos a mesma idéia.Haveremos de conseguir as mudanças que queremos, afinal não conseguimos um Impeachiment um dia?

  109. Márcio

    -

    15/08/2011 às 10:58

    Independente do voto distrital ser um avanço, não acho que é a principal modificação para melhorarmos o Brasil e acho que é de dificílima aprovação justamente por depender da aprovação de quem se beneficia do modelo atual.

    Além disso, acho que com todos os defeitos do sistema atual, ele possui virtudes e poderia ser bastante funcional.
    Assim como acho que muitos políticos ruins continuariam sendo eleitos com o voto distrital – vc mesmo citou o Sarney, outros tipos de corrupção surgiriam com o voto distrital, como a manipulação dos distritos.

    Dito isso, acho que uma outra reforma – também de difícil aprovação, mas nem tanto – é ainda mais essencial. A reforma do judiciário. Um sistema judiciário mais funcional sim coibiria a corrupção e o crime (e não só entre políticos) e poderia realmente eliminar os Sarneys da vida pública.

    Ainda como ponto positivo de uma reforma judiciária, o primeiro debate seria (e está sendo) no próprio meio do judiciário, com propostas efetivamente positivas, ao contrário do que vemos nas propostas da reforma política que vão na contramão.

    Se tivermos um judiciário capaz de prender efetivamente mensaleiros em prazo razoável, ministros envolvidos em corrupção, etc, mesmo com o sistema atual teríamos um avanço sem par, muito superior ao avanço de implantar o voto distrital.

    Mais ainda, acho que uma reforma do judiciário tem um apelo popular muito maior, mais fácil mobilizar a sociedade do que regras novas para o voto, o que é pouco compreendido pela população. Aliás, acho inclusive que a população em geral tem menos apreço pela honestidade do que gostaríamos, basta ver a popularidade do Lula independente do número de safadezas em que se meteu. Mais uma vez, isso comprova que o judiciário seria um caminho mais seguro para coibir a corrupção.

    Mais velocidade nos julgamentos, decisões vinculantes, menos recursos de advogados, menos instâncias, punições maiores… Enfim, tudo melhoraria o sistema político e ainda o empresarial, o criminal, enfim, a sociedade como um todo.

  110. Anticomuna

    -

    15/08/2011 às 10:44

    Reinaldo.VOTO EM LISTA FECHADA É UM TAPA NA DEMOCRACIA. Creio que o Sistema de Voto Distrital, não somente rima mas seria especial.Doutro modo, não resta nenhuma dúvida.”O BRASIL VAI PARA A BRECA.”

  111. Democracia?

    -

    15/08/2011 às 10:43

    Democracia no Brasil, Reinaldo? Imagine um país onde o “cidadão” é fichado com um número, o CPF, além daquele normal da identidade. Onde mais existe prisão diferenciada para quem tem curso superior? Onde um assassino, réu confesso, pode ficar em liberdade por mais de dez anos? Onde mais existem 2 (duas) Justiças, uma normal e a outra trabalhista, como aqui? Em uma democracia séria motoqueiros e passageiros são OBRIGADOS por lei a usar capacete e cinto de segurança? Onde mais no mundo algemas são colocadas apenas em presos pobres e miseráveis? JÁ VIU MILHONÁRIO, POLITICO CORRUPTO OU CRIMINOSO DE COLARIO BRANCO IR PARA A CADEIA PARA CUMPRIR CASTIGO POR SEUS CRIMES NESTE PAIS, REINALDO?

  112. Aldo

    -

    15/08/2011 às 10:40

    ODIOSA DISCRIMINAÇÃO CONTRA GRUPO MINORITÀRIO
    Desculpe sair do assunto mas veja esta nota da coluna de Ancelmo Gois no Globo
    “O Movimento pela Legalização da Maconha convoca,através da redes sociais,para sabado,uma campanha de doação de sangue no Hemorio.
    Segundo Renato Cinco a doação se baseia na portaria 1 353 do Ministério da Saúde de junho,”que permite ao usuário ficar apenas doze horas sem consumir a droga para doar sangue” Mas o pessoal do Hemorio estaria criando dificuldades”
    Em vista disto eu proponho:
    1_Uma lei propondo cadeia para maconhofóbicos como os do Hemorio.
    2-Sistema de cotas para maconheiros nas universidades e no serviço publico,principalmente no liberal Supremo Tribunal Federal

  113. Branda

    -

    15/08/2011 às 10:31

    Querido Reinaldo, já assinei a lista há algum tempo e até sugeri seu nome como jornalista de apoio à divulgação. Agora que entrastes na luta, espero que as assinaturas se multipliquem para vencermos esta batalha pela democracia e a moralidade no trato da coisa pública. Voto distrital já!

  114. Aí é que está...

    -

    15/08/2011 às 10:25

    “O Brasil precisa fazer uma reforma política — e sei que não é fácil…”

    De fato, não é nada fácil, num país carente de cidadania, onde um debate como esse é incompreensível para a imensa maioria. Precisamente aquela que vota em Apedeuta, Tiririca, etc…

  115. José Silva Jardim dos Ursos

    -

    15/08/2011 às 10:20

    Tão importante quanto o voto distrital é a drástica redução da quantidade de cargos comissionados distribuídos pelo Poder executivo que são mais de 20.000. A maior parte dessas posições deveria ser ocupada por funcionários de carreira.

    Aliás os funcionários de carreira honestos e competentes deveriam definir através de seu órgãos de classe quais as posições que deveriam obrigatoriamente ser ocupadas por funcionários de carreira. Se não o fazem ou são omissos ou são incompetentes e imaginam que podem vir a ocupar tais posições através do aparelhamento do Estado pelo partido.
    O ideal seria que essa quantidade fosse reduzida para algumas centenas porém como há mais do que 35 ministérios acho que será difícil de chegar a tal número, mas uma redução para cerca de 2.000 funções (ordem de grandeza dos cargos distribuídos pelo Poder Executivo nos Estados Unidos) já seria razoável.

  116. Orlando Catanduva

    -

    15/08/2011 às 10:17

    Sempre achei o voto distrital o melhor sistema. E acrescentaria além dele outras mudanças importantes: voto facultativo e mandato de cinco anos sem direito a reeleição para o Poder Executivo.

  117. Steve Ling

    -

    15/08/2011 às 10:12

    A divisão em distritos respeitará a proporcionalidade? O que não ocorre hoje, pois um acreano tem nove vezes mais representatividade na Câmara dos Deputados que um paulista. O melhor do voto distrital é que ele cria um vinculo e a necessidade da prestação de contas.

  118. Adriano

    -

    15/08/2011 às 10:12

    Se o PT é contra, eu sou a favor.

  119. WALDEMAR

    -

    15/08/2011 às 10:05

    De pleno acordo com o voto distrital.Mas seria malhor por em prática aquela frase de Capistrano de Abreu (acho!) todo brasileiro com vergonha na cara. Não nprecisaríamos de “base” e “oposição” só de homens decentes. É UTOPIA?mas…

  120. Roberto SPC

    -

    15/08/2011 às 10:05

    Caro Reinaldo,
    Para que este movimento ganhe força é necessário que a população tenha conhecimento do que é o Voto Distrital e como isto poderá benificiar a todos.
    Julgo de vital importância a participação de todos que já estão convencidos divulguem o conceito, para que o movimento ganhe força.
    - Um exemplo: A Revista Veja poderia disponibilizar reportagens e entrevistas sobre o tema nos locais onde fala sobre “A Fazenda” que sempre ocupa lugar de destaque na primeira pagina do site.
    Neste link Fernando Henrique Cardoso explica o que significa o Voto Distrital e quais seus benefícios para a sociedade: http://youtu.be/g212dkVcx0w

  121. Luciano

    -

    15/08/2011 às 10:00

    Tem um outro detalhe sobre o voto distrital: Ele vai tornar possível o “recall” de deputados e vereadores. Nossos políticos sabem muito bem disso, por isso a aprovação e a implantação do sistema será ainda mais difícil do que se pensa.

  122. Gaucho

    -

    15/08/2011 às 10:00

    Eu te digo em quem eu votei sem ter pensado: Presindente. Serra – Gov. nulo – Deputados E e F .nulo – e vereador. Daniel Guerra de Caxias do Sul

  123. Jorge Silva

    -

    15/08/2011 às 10:00

    Podem me linchar, mas na ultima eleição acabei votando em branco para deputado… Infelizmente estou pagando o preço. Vivendo e aprendendo.

  124. Simone Miranda

    -

    15/08/2011 às 9:50

    Já assinei e repassei!!

  125. Luciano

    -

    15/08/2011 às 9:45

    Voto distrital é a primeira de uma série de medidas a serem implementadas em uma reforma política. Outra medida é corrigir a representação dos estados na câmara dos deputados, hoje desequilibrada.

  126. Wilker Delgado

    -

    15/08/2011 às 9:44

    Rei,,já fiz minha parte e vou tentar mobilizar outras pessoas para que participem da petição. Não é a solução definitiva, mas É O PRIMEIRO PASSO. O segundo passo é o fim da reeleição e o terceiro passo é o fim da impunidade. Politico corrupto tem que mofar na cadeia

  127. Cris Rocha Azevedo

    -

    15/08/2011 às 9:38

    Rei

    apóio fortemente o Voto Distrital, mesmo porque o conhecemos aqui em Floripa.
    É costume que os candidatos a vereador e a deputado estadual façam suas campanhas BEM localizadas. Assim, temos os “candidatos da Lagoa”, os da Costeira e assim por diante. Costuma-se votar nos candidatos do seu bairro.
    Funciona e funciona BEM!
    Não só sabemos, como conhecemos muito bem aqueles em que votamos. “Trombamos” com eles na rua, quase todos os dias.
    Depois de mais de 10 anos morando aqui, não sei mais votar em quem eu não saiba quem é, inclusive onde mora, e onde eu posso encontrar.

  128. Sabah

    -

    15/08/2011 às 9:37

    Assinei essa petição logo que surgiu, e recomendei a todos os amigos da minha lista de E-mail. Acho que poderá surtir os efeitos desejados já para 2012, basta os comunicadores desse país fazerem a sua parte, divulgando a ideia e apelando à adesão. Diante do quadro atual, será mais fácil convencer e angariar apoios, mesmo daqueles que sequer pensam serem possíveis as mudanças.

  129. Marco DXB

    -

    15/08/2011 às 9:33

    Reinaldo, ja assinei a petiçao faz tempo. E ja a divulguei antes também. Hoje divulguei novamente. De passinho em passinho a gente chega la!

  130. José de Araújo Madeiro

    -

    15/08/2011 às 9:33

    Reinaldo,

    Repassando para você:

    Estamos numa guerra civil. O Estado estabeleceu um tipo de ação contra a reação da nação que certamente não se submeterá à Ditadura PTralha.

    Mas é um guerra civil não declarada,pelos assassinados em percentual alarmista, pelo narcotráfico, pela corrupção, pela impunidade, pela resposta da PresidentA indignada pelas algemas de bandidos políticos e omissa no caso da morte brutal de uma juíza.

    O Estado conivente com o crime e não respeitando os cidadãos e às pessoas decentes do país, dos que pagam seus impostos.

    Tendo na Dilma uma participação ativa do lado oposto do seu dever, como a maior autoridade do país, demonstrando nada saber, não se preocupar e não ter competência para reverter o processo.

    É o comunismo mais sórdido, surgido das entranhas do Foro de São Paulo e comandado pelos PTralhas do Lula, mais cruel e mais atrazado do que o comunismo da Albânia e do PRI do México.

    Precisamos encontrar uma forma de varrê-los do poder, antes que o processo no Brasil se torne irreversível e a República Brasileira seja destruída por si mesma.

    Para essa persona do Lula não encontramos adjetivos!

    Att. Madeiro

  131. Reno

    -

    15/08/2011 às 9:32

    Eu voto distrital!

  132. Shlomo

    -

    15/08/2011 às 9:28

    Abaixo-assinado para que a Justiça Federal julgue logo Lula, para ele entrar no rol de acusados do Mensalão:

    http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N13087

    ASSINEM!

  133. di Carvalho - Minas/ Sul

    -

    15/08/2011 às 9:22

    BOM DIA.
    REINALDO, PERMITA-ME ASSINAR EM BAIXO DESSE TEXTO PERTINENTE. UM TEXTO NOTA DEZ!
    TAMBÉM PENSO NA RELEVANCIA DO VOTO DISTRITAL, MAS OS LADINOS IRÃO MUDAR O QUE ESTÁ AÍ? COMO VOCÊ DISSE, NÃO VAI SER FÁCIL, SÓ MESMO COM AS ASSINATURAS, MAS NÃO É SÓ AS NOSSAS, E SIM, AS DAQUELES QUE PENSAM QUE SE BENEFICIAM COM O QUE ESTÁ AÍ. POR ISSO A DIFICULDADE.
    UNAMO-NOS PARA O BEM COLETIVO!!!
    COM ESSA TURMA DO TOMA LÁ DÁ CÁ, É CHOVER NO MOLHADO, CADA UM QUER TIRAR PROVEITO DA SITUAÇÃO PARA MELHORAR A SUA FOTO NO “SANTINHO” E GARANTIR OUTRA AVENTURA NO PODER.
    PENSEMOS NISSO!!!

  134. Andre Tadeu de Carvalho

    -

    15/08/2011 às 9:18

    No Estadão deste domingo saiu uma matéria de uma página sobre o euvotodistrital. Pena que na seção abaixo da matéria descritiva, o jornalista tente pegar o leitor incauto em uma pegadinha, tentando demonstrar um certo amadorismo do grupo. Atribuiu ao PSDB como se estivesse totalmente fechado no voto distrital (o que é meia verdade, pois nunca o PSDB definiu se o voto distrital era puro ou misto, somente definindo um projeto de lei que tramita no Senado de autoria de Aloysio Nunes pelo voto distrital misto há uns meses e por votação na alta cúpula do PSDB).
    Eu já assinei a petição e recomendo que assinem. Facilitará muito o trabalho para escolher um candidato e para os mesários (como eu).

  135. nego heinz

    -

    15/08/2011 às 9:16

    Caro Rei,
    Coincidência, sábado eu me inscrevi no site e queria comentar isso no seu blog. Excelente. Precisamos, mesmo, de algum canal de atuação prática para defender “o pior de todos os sistemas políticos, com excessão dos demais”.
    Nego Heinz

  136. Flamengo

    -

    15/08/2011 às 9:11

    Sendo hoje uma segunda-feira, aproveito a oportunidade para relembrar as excelentíssimas senhoras diuuuma e patricia a minha proposta de enviar o zagueiro welinton para o ministério da defesa de diuuuma e mandar o cersamuringa para o instituto lula. A defesa do Flamengo ganhará muito em qualidade e o Ministerio da Defesa ídem. Quanto ao instituto lula não há nenhuma preocupação com a qualidade uma vez que o mesmo não possui nenhuma utilidade relevante, é apenas uma ego trip……

  137. PecoReitz

    -

    15/08/2011 às 9:10

    Não tenho duvidas que é a saida mais curta e democratica. A democracia começa dentro de casa, na familia, no predio, no bairro, isso é voto distrital, concerteza diminue muito a corrupção politica. Eu votei.

  138. Regina Brasilia

    -

    15/08/2011 às 9:09

    Voto Distrital é o início da civilização eleitoral. Urge. O avanço viria com voto facultativo. Um passo por vez, no entanto.

  139. Rods

    -

    15/08/2011 às 9:01

    REI.
    EU ACEITO O CONVITE, PORÉM, ENQUANTO A PALULÉIA, MANIPULADA PELAS PREBENDAS OFICIAIS E OFICIOSAS, CONTINUAR VOTANDO NA LIXÍVIA QUE VIVE INFESTANDO AS ASSEMBLÉIAS, CÂMARAS E SENADO, TENHOS POUCAS ESPERANÇAS EM QUALQUER ALTERAÇÃO, AINDA MAIS, QUANTO AS TAIS URNAS ELETRÔNICAS, UM BUNKER INESPUGNÁVEL E COONESTADO ATÉ PELA PRÓPRIA JUSTIÇA, SÃO “INFISCALIZÁVEIS”.
    O POVO BRASILEIRO PRECISA, URGENTEMENTE, REVER SEU CARÁTER E CASO O MELHORE, FAÇA POR MERECER UM PAÍS MELHOR, ALIADO AO FATO DE QUE PRECISAMOS DE UM PARTIDO CONSERVADOR, PARA SE CONTRAPOR A ESBÓRNIA QUE ESTÁ INSTALADA AQUI.
    Rods

  140. Luiz Fernando

    -

    15/08/2011 às 8:58

    Já assinei faz tempo.Realmente é um avanço para deter a cleptocracia hoje instalada.Também pode ajudar a resolver a questão da representatividade proporcional.Vamos nessa.

  141. Heloah

    -

    15/08/2011 às 8:56

    Convite aceito.
    Já havia assinado, agora vou conversar com amigos e parentes!

  142. Carlos

    -

    15/08/2011 às 8:55

    Querido Reinaldo, concordo a respeito do voto destrital, mas o único modo a curto prazo, de fazer com que o povo
    seja ouvido, é cortar o máximo possível o oxigênio que mantém esse pessoal no poder, defendo a desobediência civil. Por algum tempo, cidadãos compram o mínimo necessário, empresas deixam de recolher, quero ver até quando eles aguentam, ou eles começam a trabalhar sério
    ou não tem grana nem para seus sálarios milionários, contra o câncer, paliativo não funciona.

  143. Andorinha solitária

    -

    15/08/2011 às 8:52

    Valeu, Reinaldo! Nao so participo como divulgo. A minha parte, eu farei. Obrigada.

  144. Pimenta

    -

    15/08/2011 às 8:50

    Obrigado Tio Rei!! Eu já assinei faz tempo..eheheheheh…
    Realmente não é salvacionista, mas ajuda BASTANTE a colocar LUZ na atuação dos representantes da população!
    Mais uma “na mosca” Tio Rei! Saludos!

  145. SCF

    -

    15/08/2011 às 8:48

    Por falar na excrescência do voto proporcional, assim como o voto obrigatório, ambos são herança (maldita) da época da ditadura Vargas! E, como esses aprox. 80 anos evidenciam empiricamente, ambos são um grande fracasso! Passou da hora de se livrar deles, né? PS – eu já assinei a petição.

  146. JB

    -

    15/08/2011 às 8:48

    O voto de lista fechada, como quer o pt e seus aliados, só irá beneficiar os caciques dos partidos e aqueles que já são possuidores de mandato. Se houver alguma renovação, ela será muito pequena.Na verdade não mudará quase nada, os safados que aí estão continuarão ditando as regras.Não só aderi a campanha do voto distrital, desde o início, como enviei e-mails a todos os meus contatos.

  147. ALERTA! ALERTA!

    -

    15/08/2011 às 8:44

    O link indicado não está funcionando, apenas está destacado com outra cor.

  148. Ronaldo

    -

    15/08/2011 às 8:37

    Reinaldo:
    Enquanto o povo brasileiro estiver dormente não haverá reforma política séria e saudável. Isso tenderá a acontecer quando efetivamente nos sentirmos ameaçados pelas conseqüências desastrosas da atual falsa democracia; em tal momento, também a classe política estará propensa a ceder para não perder. O voto distrital é uma das medidas necessárias para sanear a democracia. Mas além dele se mostram indispensáveis, também, o voto facultativo, a supressão da hegemonia dos partidos políticos, com a possibilidade de eleição de candidatos independentes.

  149. Eduardo

    -

    15/08/2011 às 8:30

    No Conjur de hoje: Juiz De Sanctis perde ação contra editora Abril e jornalista Reinaldo Azevedo.

  150. A democracia não é exclusividade de nenhuma mônada social

    -

    15/08/2011 às 8:19

    Finalmente algo no seu blog que vale a pena ser lido! Eu sou de esquerda, mas nao me importo em tornar o congresso mais conservador se isso significar a moralização das instituições públicas e o controle do fisiologismo. O problema do Brasil não é irracionalidade barbára da lógica sistêmica, como colocam as esquerdas; nem a corrupção de valores empreendida metodicamente pelas esquerdas em seu intuito de hegemonia cultural, como colocam as direitas. Se um ou outro pudesse colocar em prática seus projetos de sociedade (desde que não radicalmente e respeitando o caráter de não-totalidade próprio à democracia) isso já significaria um grande avanço para o Estado, à medida em que se livra daqueles que ocupam suas fileiras apenas para defender interesses próprios (Ongs corrompidas e aqueles antigos donos do poder, resquícios coloniais, que se acham donos do país) e barganham com os partidos que têm agenda política de fato (PT e PSDB), deixando-os reféns de interesses escusos. Mesmo sendo de esquerda eu não me importaria com um governo conservador, desde que algum projeto (democrático) de sociedade pudesse ser realizado de fato. E gostaria de lembrar ao autor do blog que a esquerda tem um projeto democrático de sociedade e que a visão que associa à esquerda uma essência autoritária é profundamente ideológica e falha em fazer uma interpretação da realidade, deformando-a. O mesmo vale para a visão de esquerda que procura associar à direita uma essência ditatorial. No Brasil, o mínimo de dignidade no sistema político já seria um avanço imenso.

  151. Lopes

    -

    15/08/2011 às 8:11

    Se o PT é contra, certamente é bom!

  152. Alexandre Souto

    -

    15/08/2011 às 8:11

    Outra coisa que poderia ser feita é intercalar as eleições do executivo e do legislativo.

    Se o executivo não agrada por algum motivo a população tem a chance de eleger um legislativo menos condescendente na metade do seu mandato, colocando-lhe freios. Ou o oposto, se o executivo está de mãos atadas pode-se eleger um legislativo mais próximo.

  153. CLAUDIO/NITERÓI

    -

    15/08/2011 às 8:09

    Não está abrindo.

  154. PACATO

    -

    15/08/2011 às 8:08

    BOM REI.
    À ÉPOCA DA ELABORAÇÃO DA CONSTITUIÇÃO DE 1988,EU JÁ DISCUTIA COM AMIGOS A NECESSIDADE DO VOTO DISTRITAL SER INCORPORADO À MESMA.POR CAUSA DO CORPORATIVISMO SEMPRE SAFADO DESSES NOSSOS(?)REPRESENTANTES,NUNCA O FOI!
    POR ISSO,NESTE MOMENTO,ESTOU INDO AO http://WWW.EUVOTODISTRITAL.ORG.BR E…
    FUI!!!

  155. Paulo X

    -

    15/08/2011 às 7:58

    Já havia assinado a petição ontem, e me cadastrei como voluntário.

  156. Moura

    -

    15/08/2011 às 7:56

    Caro Reinaldo, se toda mídia estivesse engajada nessa luta teriamos resultados, a grande maioria da população não tem a verdadeira informação do que está realmente acontecendo, com a mídia, principalmente nos pequenos munícipios, nas mãos de politicos que a usam em seu benefício. Porém não vamos desistir !!!

  157. Itamar

    -

    15/08/2011 às 7:53

    Jáestou espalhando seu ótimo artigo entre os meus contos.
    Valeu!
    Vamos Nessa!

  158. Anônima

    -

    15/08/2011 às 7:47

    SO HÁ UMA SOLUÇÃO O VOTO DISTRITAL

    EU VOTAREI

    TU VOTARÁS

    ELE VOTARÁ

    NÓS VOTAREMOS

    VÓIS VOTAREIS

    ELES DEPUTADOS E SENADORES VOTARÃO

  159. jgomes

    -

    15/08/2011 às 7:44

    Reinaldo,
    Faz algum tempo que assinei a petição para o voto distrital
    e recomendo a todos que conheço que assim o faça. Sei que não é realmente a panacéia para todos os males nossos, mas é o começo para que controlemos as feras que habitam Brasília, com
    nossa permissão,diga-se a bem da verdade. E vale a pena dar
    uma olhada na carta aberta escrita pela Associação dos Delega-
    dos da Polícia Federal. Há grandes verdades alí.

  160. Fernando

    -

    15/08/2011 às 7:40

    O link para o site euvotodistrital está errado.

  161. Jorge Marum

    -

    15/08/2011 às 7:37

  162. José Pereira

    -

    15/08/2011 às 7:30

    Caro Reinaldo, bom dia!
    Eu já fui lá e assinei, mas entrando por este endereço:
    [ http://www.euvotodistrital.org.br ].
    Se clicar no link do texto, não abre, dá erro.
    Se puder corrigir, vai melhorar.

    MODERADOR AGRADECE: a correção será feita em algum tempo.

  163. Antonio Augusto Carvalho

    -

    15/08/2011 às 7:16

    Reinaldo,
    Com o pedido de perdão convenientemente devido a quem mais sabe de português que eu, abomino a expressão puramente esquerdista “conjunto da população”. Argh!
    Quanto ao mérito: estou dentro! Já coloquei a expressão “Voto distrital: essa é uma boa luta!” em minha assinatura nas mensagens que envio.

  164. anônimo

    -

    15/08/2011 às 7:16

    Eu tenho as minhas dúvidas em relação ao voto distrital. Em cidades de médio porte, caso os moradores queiram ter um representante em Brasília, os eleitores são obrigados a se unir em torno de apenas uma candidatura. E os eleitores geralmente não se importam se o deputado é corrupto. O importante é que o sujeito traga verbas federais para o município. Enfim o problema não se resume aos Tiriricas da vida.

  165. AC

    -

    15/08/2011 às 7:13

    Minha sugestão para o aprimoramento da democracia, vem de Honduras: fim da reeleição.

  166. anonimo

    -

    15/08/2011 às 7:10

    Voto distrital já!!

  167. amauri

    -

    15/08/2011 às 7:08

    Bom dia Reinaldo!
    Cansamos de ouvir por todos, inclusive politicos, que a educação no Brasil é muito ruim. É por este motivo que estes mesmos politicos são eleitos. Se o capital humano não melhorar neste país, não haverá meios de a corrupção declinar. abs

  168. RICARDO

    -

    15/08/2011 às 7:02

    Tio Rei,
    Na mosca!
    Conte conosco.

  169. OhMyGod! - o verdadeiro!

    -

    15/08/2011 às 6:57

    Caríssimo.
    Não restam dúvidas de que o atual modelo de candidatos / eleição, dão margens a muitas “artimanhas”, elegendo quem mais tem dinheiro, que por sua vez provêm de “doações” (legais e ilegais).
    Não temos motivos para acreditar que “doações” não continuem a existir num eventual modelo “distrital”. Nada, realmente nada impede que candidatos “comprados” se elejam utilizando-se dessas “artimanhas”.
    Recentemente li uma série de artigos sobre manipulação baseada em sólidos conhecimentos, utilizando mensagens subliminares. Conhecem aquela musiquinha que não sai da mente da gente? Aquela de “alguém” lá? Pois é… Custam dinheiro, mas dá certo… Aquele outro, de bigodinho ridículo, “tedesco” do século passado? Tinha também seus truquezinhos…
    Então, é preciso uma “equipe” de preferência não governamental, para análise de propagandas eleitorais, televisivas ou radiofônicas…

  170. Juliano Rastelli

    -

    15/08/2011 às 6:56

    Mais uma vez obrigado pela dica. Acessei, li, entendi e assinei.

  171. Paulo

    -

    15/08/2011 às 6:56

    O link do voto distrital não está direcionando para lá.

  172. Paulo

    -

    15/08/2011 às 6:55

    A idéia é ótima. Só tem um problema: estamos no Brasil. Quem dá as cartas são os corruptos. Além do mais, o jeitinho brasileiro supera tudo. Logo arrumarão um meio de tornar o voto distrital tão corrupto quanto o anterior.

  173. Eduardo

    -

    15/08/2011 às 6:49

    Cliquei no link e apareceu uma página em branco.

    MODERADOR AGRADECE: a correção técnica será feita em algum tempo.

  174. anônimo

    -

    15/08/2011 às 6:48

    O ideal seria acabar com o autoritário voto obrigatório. Ninguém vai se dar ao trabalho de ir até a zona eleitoral pra votar no Sarney ou no Tiririca.

  175. Lodisval Félix

    -

    15/08/2011 às 6:42

    O problema político brasileiro é tão grande que a simples idéia de diminui-lo já deve ser abraçada. Primeiro podamos os galhos dessa árvore nefasta depois a colocamos abaixo.

  176. Marcus Meyer

    -

    15/08/2011 às 6:36

    Concordo com o voto distrital, sim, mas tão importante quanto ele é que se mude também a qualidade dos candidatos. Se continuarem os mesmos que estão aí, o que vai mudar é apenas o momento em que os lobbys os comprará. Em vez de financiar suas campanhas, estes parlamentares serão comprados depois de eleitos e trabalharão para o patrão que lhes pagar mais. É preciso também que os candidatos tenham um perfil mais patriótico!

  177. PoPa

    -

    15/08/2011 às 6:22

    Caro Chefe, eu já assinei há algum tempo esta petição. Estamos com pouco mais de 22 mil assinaturas e os organizadores pretendem chegar a 100 mil. Não é uma coisa fácil, pois a assinatura, para ser realizada, exige o número da identidade. Neste país corrupto, é complicado fazer isso mas, pelo bem maior, é necessário e importante, pois não poderá ser dito que há duplicidade de assinaturas ou invenções de assinantes.

    Voto distrital seria o sonho maior de qualquer um que aprecia a democracia. Quem não quer isso são os políticos que ganham apoios de vários locais e não prestam contas a nenhum. E eles ainda querem voto em lista, para ficar mais fácil ainda!!!

 

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