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13/06/2009

às 6:05

VEJA 4 - Educação: Quando ensinar é uma guerra

Alunos desmotivados, indisciplina, infraestrutura precária e violência. São muitas as adversidades enfrentadas pelos professores - e o maior prejudicado é, mais uma vez, o bom ensino


Camila Pereira

Fotos Cristiano Mariz
“VOU QUEBRAR A SUA CARA”
A professora Isabel Ribeiro e o pátio da escola onde leciona (à esq.), em Brasília: ameaça de agressão durante a aula

 Os relatos dos professores que aparecem nesta reportagem lançam luz sobre um problema hoje disseminado nas escolas - públicas e particulares - do país: a relação com os alunos é tensa, quando não violenta, e motivá-los nunca foi tão difícil. Para ensinar, é preciso enfrentar toda sorte de adversidades, da indisciplina que reina na sala de aula a, em casos mais extremos, agressões físicas. A essas situações, soma-se ainda o desafio de trabalhar, muitas vezes, em lugares onde não há sequer a infraestrutura mínima, como nas escolas em que chega a faltar energia elétrica. Um conjunto recente de números ajuda a mostrar quanto tudo isso piora o clima na sala de aula. Para se ter uma ideia, 52% dos professores ouvidos em pesquisa da International Stress Management Association (Isma), feita em São Paulo e Porto Alegre, admitem atitudes agressivas com seus alunos, tendo sido irônicos ou até rudes. Não para por aí. Os próprios professores também são vítimas do ambiente ruim: de acordo com dados da Unesco, 47% já sofreram agressões verbais vindas de alunos. Nesse contexto, não causa espanto o que conclui um estudo de abrangência nacional conduzido pela educadora Tania Zagury: ele mostra que as maiores dificuldades enfrentadas pelos professores são justamente manter a disciplina e despertar a atenção dos estudantes - duas das condições básicas para uma boa aula. Diz Tania, em coro com outros especialistas: “Não há dúvida de que o desafio de ensinar ficou maior”. Aqui

Por Reinaldo Azevedo
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34 Comentários

  1. Ana Carla, Fabiola,matheus

    -

    14/07/2011 às 10:59

    Bem… ficou claro que a democracia escolar falhou.Os alunos nao estao respeitando mais os professores e os colegas e a mesma coisa com os professores tambem nao estao respeitando os professores como chingar os alunos e os alunos chingar os professores

  2. realista!

    -

    27/08/2009 às 12:58

    Como membro da classe dos unversitários, há muito me insurjo contra os modismos pedagógicos e, mais, contra as diversas correntes pedagógicas que trazem soluções mirabolantes para o problema do ensino mas totalmente descoladas da realidade. Isso não é culpa do professor. outro fator importante também é a não participação dos pais na educação dos filhos!

  3. realista!

    -

    27/08/2009 às 12:49

    O Pedagogismo é o fator principal para essa decadência da educação! Dentre as diversas conclusões que tive, podemos destacar a contra-mão do governo federal em matéria de educação, afastando-se das modernas pesquisas científicas que têm lugar em diversos países do mundo e abraçando teorias por vezes contraditórias mas, em todo o caso, ineficazes. Eu critico com agudeza e determinação as teorias pedagógicas empregadas na educação brasileira e que já foram descartadas em inúmeros países. Além disso, sobre a pouca ou nenhuma cientificidade na escolha dos métodos de alfabetização, atacando o viés ideológico que paira sobre esse nível de ensino e a abundância de achismo.

  4. Zeu

    -

    16/06/2009 às 16:16

    Quando trago à discussão a questão do ensino em casa pelos pais, quero dizer que é uma forma de desafogar as escolas, até mesmo porque existem no Brasil muitas famílias que gostariam de ter os seus filhos estudando em casa, além de que, daria às criança e as famílias a possibilidade de avaliar qual a melhor forma de ensino, se no lar ou no ambiente escolar tradicional. Alguns irão questionar a questão da sociabilidade já que a criança estará longe do convívio com outros alunos. Nesse aspecto, o que tenho a dizer é que a sociabilização não só se dá no ambiente encolar, mas também na igreja, em família, na internet, nos clubes etc.

  5. Zeu

    -

    16/06/2009 às 16:03

    Creio que é o momento de discutirmos a possibilidade de ensino em casa, onde os pais passam a ensinar os seus próprios filho, com uma avaliação periódica do Estado.

  6. rocket

    -

    15/06/2009 às 14:24

    Muito mais do que os políticos que elegemos, é a qualidade do ensino que reflete a sociedade na qual vivemos. E, neste aspecto, estamos regredindo para a idade da pedra! Creio que faço parte da ultima geração feliz, que teve uma infância saudável em todos os aspectos, ensino de boa qualidade e uma família estruturada sobre princípios éticos e morais, apesar de crescer nos chamados Anos de Chumbo. Eu me arrependo hoje, com a experiência que tenho, de não ter aproveitado ainda mais as oportunidades que me foram apresentadas nas diversas escolas que frequentei. A ansiedade da juventude fizeram com que eu queimasse algumas etapas e tornasse tudo mais difícil. Na próxima vez, eu farei certo.

  7. caipira

    -

    14/06/2009 às 22:51

    É Cris eu também tenho a mesma opinião
    levei muito tapa e puchão de orelha o que
    era normal só que hoje tem o como é que
    é usderetozumanu né.

  8. Cris

    -

    14/06/2009 às 1:03

    É porque vocês não viram os PAIS de hoje! Não educam NADA, não repreendem, não botam limite algum porque…Ah, porque estão cansados! Porque vão sair prá dançar. Porque a pobre criança não vê papai e mamãe a semana toda e no final de semana tem que ser tudo lindo! Porque os pais não passam de adolescentes.
    Me chamem de velhota, podem chamar. Mas o que mais se vê é pai que não topa fazer UM sacrifício. Checar lição, botar de castigo (e ouvir uns berros e choros), insintir no “bom dia, té logo, obrigado, dá licença, por favor”, deixar de sair porque criança dorme cedo (dormIA!) e por aí afora. Os bebês de hoje vão dar coisa beeem pior!

  9. Ademar

    -

    13/06/2009 às 23:46

    Bom, é claro que todo o quadro deprimente da educação brasileira não vem de hoje, mas só pra piorar um pouquinho a s coisas temos um presidente que se orgulha da própria ignorância e ainda aparece todo sorridente na televisão falando de “educafão”. Não dá pra acreditar, né? mas, na verdade, a escola sofre o efeito colateral da degenaração familiar. Se a coisa não está bem dentro de casa, não é na escola que vai melhorar. O jovem estudante de hoje não respeita pai e mãe, é mais propenso a a andar com más companhias e consumir drogas e às vezes convive com ou é bandido. Como esperar que ele seja diferente na escola?

  10. Sandra

    -

    13/06/2009 às 22:52

    Bem… Ficou claro que a democracia escolar falhou.

  11. Mariana

    -

    13/06/2009 às 21:59

    mas as obras que não são obradas e nem cobradas do PAC continuam, né?…Agora até as cifras do gasto relativos ao programa já aumentaram.

  12. gaucho do alegrete

    -

    13/06/2009 às 21:32

    São os pais fazendo “fio” e o Estado que os eduque. Falta respeito em sala de aula. Chama essa indiada sem educação no chinelo. Essa onda ganhou pé com a metodologia PT. O aluno não sabe limpar a b…., escrever o nome, mas é induzido, influenciado, treinado a questionar. Sim, com esses malditos PT, tudo deve ser questionado. O primeiro passo p/ o país mudar o rumo é desfiliar os professores do PT. O resto vem a reboque. Essa ideologia que indica somente leitura socialista e Paulo Coelho, merece corte marcial. Tenho dito.

  13. L.L.

    -

    13/06/2009 às 21:24

    Este Justforfun das 11:24 se acha muito esperto, mas demonstra sua ignorância e preconceito anti-cristão logo de cara, citando versículos da Bíblia fora de seu contexto histórico. Penso que seja você um petralha metido a exegeta bíblico. Vá pastar em outro lugar rapaz.
    Aqueles versículos se referem à aplicação da pena relativamente à rebelião religiosa, no caso em que alguém incitasse os israelitas à adoração de deuses cananeus que na verdade eram demônios. Esses cultos cananeus envolviam sacrifícios de crianças e todo tipo de imoralidade sexual. Na verdade, era uma variante da lei de Talião, aplicada pelos sumérios e outros povos da Mesopotâmia.

  14. J.A.

    -

    13/06/2009 às 16:52

    Esse grave problema das escolas é apenas um dos efeitos

    Reinaldo -

    Há cerca de quarenta anos foi publicado pela editora AGIR um ensaio histórico que - sem nenhum exagero - é um dos livros mais importantes já escritos em nosso país. São dois volumes nos quais o autor faz uma lúcida análise da história da civilização ocidental moderna. A C.O.M sofre hoje as conseqüências do abandono de suas raízes culturais, em especial de suas raízes cristãs, num longo processo de decadência que começou no final do século XV.
    Sugiro que você leia esse livro. Seu título: DOIS AMORES, DUAS CIDADES, seu autor : GUSTAVO CORÇÃO.

    Um abraço -

    J.A.

  15. ricardo

    -

    13/06/2009 às 16:37

    uma salva de palmas para os pedagogos modernos…foram as teorias frouxas dessa gente que deram origem a essa geração de ignorantes juvenis e, em alguns casos, bandidos mesmo…

  16. Paula

    -

    13/06/2009 às 15:06

    Há quanto tempo “repensamos nossa prática” e tentamos construir uma escola mais democrática? Há quanto tempo educadores insistem nisso? Há quanto tempo temos cursos de “atualização” que mostram o conflito em sala partindo sempre de um professor autoritário, que não liga para a realidade-do-aluno, intransigente, etc? Enquanto os formadores de professores continuarem agindo como se estivéssemos na década de 50, ficaremos somente no discurso politicamente correto, mas sem nenhuma solução.

  17. Homero

    -

    13/06/2009 às 14:57

    Tio Rei muito importante lembrar que nas escolas particulares os alunos são vistos pela direção como clientes, e não alunos. Sendo assim inclusive os pais destes agem contra os professores.
    Frases clássicas de pais de alunos:
    “Eu pago o seu salário, por que reprovou meu filho?”
    Ou a variante: “Pago o seu salário, não admito que chame atenção do meu filho(a)!”
    Ou: “Sou cliente, portanto tenho o direito de reclamar e exigir a troca do professor!”
    Ou: “Não tenho culpa se o senhor(a) é um fracassado(a) profissional e virou professor.”
    E por ai vai, só que ao ser ao cliente e aluno, e ter direitos, é bom lembrar dos deveres e obrigações também.
    ALUNO NÃO É CLIENTE COISA NENHUMA E PONTO FINAL.

  18. Siará Grande

    -

    13/06/2009 às 14:45

    Sabe por que é difícil motivar alunos para estudar? Tem vários motivos, mas vou citar um. Veja a lista de quem está se dando bem neste país: Renan, Sarney, Jucá, Barbalho, Collor, Agaciel… O Ministro José Dirceu, pelo que sei, não cursou MBA em nenhuma universidade de renome, mas é o mais bem pago consultor de empresas deste país. E o Presidente Lula que vive se vangloriando de nunca ter estudado. Os jovens podem até não entender o porque, mas sabem muito bem que o o estudo é desnecessário para ter sucesso neste país.

  19. Anônimo

    -

    13/06/2009 às 14:27

    Cont.
    Escola é parquinho,tudo tem de ser ‘lúdico’.E a escola crechão,sim.Mais importante é um lugar pra fulano ficar fora das ruas porque os pais trabalham.Aqui em SC a safadeza corre solta.Em Joinville diretores se reuniram pra pegar os ‘repasses’ que devem obrigar os profs a seguir e pronto:não reprova mais até a terceira série,não alfabetiza e a média pra aprovar de quinta série em diante é TRÊS.Negam,claro…
    Duro é ver tantos profs apoiando tais safadezas.São os neoprofs,forjados na escola nova repaginada com toques socialistas,os merdas diplomados,produtos da mesma escola que tiveram,frouxa e inútil.Faz sentido que copiem o que eram!Ahh,uma Frederic Douglas pra dar exemplo aqui…

  20. Charles

    -

    13/06/2009 às 14:10

    Não adianta dar sermão. O que todos precisam é de bons exemplos.
    Com o que vemos e ouvimos sobre comportamento do nosso ilustre mandatário e principais acessores, como podemos esperar bom comportamento e seriedade dos nossos estudantes?
    No país onde a popularidade do presidente beira os inacreditáveis 80%, e que a despeito das intermináveis falcatruas perpetradas pela sua “companheirada”, não se cansa de dizer que não sabia de nada ou que no Brasil é assim mesmo, todo mundo faz assim.
    O que podemos esperar se nossos mandatários não tem ética, moral e caráter.
    Em outro comentário alguém disse que os problemas na educação são um reflexo da sociedade, sim, é verdade.

  21. Anônimo

    -

    13/06/2009 às 14:09

    Desisti de argumentar sobre o assunto.
    Diretores/as só sabem é mandar e querem levar fama de bons em cima de quem carrega o piano que é quem está na sala de aula todos os dias e não só pra dar recados e vender rifas.Quem sabe faz ao vivo e não corre da raia pra ser vice ou diretor/a.Se pulou fora é porque nada tem a oferecer.
    Fácil ver que em escolas militares não há lamúrias,há resultados.
    Mas até lá os ECAs da vida já estão dando as ordens,no lugar dos oficiais.Tem aluno de Escolas de Aprendizes Marinheiros que manda mamãe pedir ajuda aos Conselhos Tutelares;via Juizado da Infância e Malascências mandam intimar comandantes e os obrigam a aliviar pro “dimenor”.

    cont…

  22. Alfeo

    -

    13/06/2009 às 13:42

    Em suma, como diminuir o problema se o centro formador da “elite” educacional está podre com essas idéias? A questão vai muito além da escola e da responsabilidade do professor que está no front. Deve-se pensar também nos PHDeuses que estão confortáveis em seus gabinetes formulando teorias as mais inúteis e lecionando o lixo pedagógico atual.

    Texto do MSM que pode ser clarificador sobre a questão: http://www.midiasemmascara.org/index.php?option=com_content&view=article&id=7508:pedagogia-do-opressor&catid=3:educacao&Itemid=13

  23. Alfeo

    -

    13/06/2009 às 13:36

    Alguns direcionamentos para o problema:

    . Cursos de licenciatura em que a prática pedagógica é mínima
    . Paulo Freire e todos os seus livros tomados com máxima referência da educação nos últimos anos.
    . Negação de Platão, Agostinho e Tomás de Aquino, nas suas idéias sobre o ensino
    .
    Formação dos ” cidadãos críticos”[ isso quando os professores de pedagogia não dizem CidadÕES], que apenas significa, alunos formados para protestos e criticar tudo sem ao menos estudar o tema

    . Negação da autoridade do professor em sala de aula substituindo essa formulação pela valorização dos conhecimentos do ”educando” Obs; a palavra aluno é banida dos cursos de licenciatura.

  24. jorge a calil

    -

    13/06/2009 às 13:32

    Há 2000 anos sempre tivemoso mesmo metodo pedagogico, quem manda é o professor e quemdeveser mandado é o aluno, agoracom tantos conceitos novos de pedagogia, o ensino só tem caido não seria bom, revermos os conceitos novos?

  25. Alfeo

    -

    13/06/2009 às 13:07

    Importante não esquecer que muitas escolas não adotam punições contra os alunos, afinal é pecado apontar os erros dos ”educandos”

  26. Alfeo

    -

    13/06/2009 às 12:56

    Questão da indisciplina que as próprias escolas colaboram com a terrível ”direção pedagógica” que coloca o aluno como vítima do processo educacional. O professor nessa história é apenas um opressor ou no máximo orientador -Paulo Freire puro e aplicado neste caso- nunca é visto como um ser que deve transmitir o conhecimento[educação bancária by Freire].
    ah, peguem o maldito livro ”Pegagogia da Autonomia” e observem o que Freire fala sobre a valorização dos ‘conhecimentos do aluno” ou melhor, ”educando”.

  27. Justforfun

    -

    13/06/2009 às 11:24

    Valores cristão como…
    Deuteronômio, 13
    - Se se levantar no meio de ti um profeta ou um visionário, anunciando-te um sinal ou prodígio, e suceder o sinal ou o prodígio que anunciou e te disser: vamos, sigamos outros deuses que te são desconhecidos e prestemos-lhes culto, tu não ouvirás as palavras desse profeta ou desse visionário; porque o Senhor, vosso Deus, vos põe à prova para ver se o amais de todo o vosso coração e de toda a vossa alma.
    - Aquele profeta, aquele visionário, porém, SERÁ MORTO, por ter pregado a revolta contra o Senhor, vosso Deus, que vos tirou do Egito e vos libertou da casa da servidão, e por ter procurado desviar-vos do caminho que o Senhor, vosso Deus, vos traç

  28. Leonel Gomes

    -

    13/06/2009 às 10:35

    Quem realmente conhece realidade do esino público é o profesor em efetivo exercício docente. Tem muitos chamados especialistas, pedagogos, psico-pedagogos, políticos, jornalistas e principalmente sindicalistas pelegos que ha muito não entram numa escola dizendo e escrevendo bobagens e achismos em toda a mídia. Dificilmente se ouve e se emite a opinião de um professor que está no batente. O tal E.C.A. - Estatuto da Criança e do Adolescente que prefiro chamar de Estatuto do Capeta Atrevido é um dos impecilhos para a melhoria do ambiente escolar. Digo isso com a experiência de 32 anos de efetivo exercício do magistério público e privado.

  29. carlos amendola

    -

    13/06/2009 às 9:09

    A escola é o reflexo da nossa sociedade.

  30. karla costa

    -

    13/06/2009 às 8:56

    Professores que querem o retorno da repetência por medo de perder o “poder”. Estudar por medo da bomba, por imposição não cola mais. Esta escola está falida. Repensar nossa prática, rediscutir nossos métodos, dar voz aos nossos alunos dá trabalho e percebo que são raros, pelo menos na minha escola, os colegas que estão dispostos a isso. E aí fica fácil dar espaço às lamúrias e jogar a culpa nos baixos salários. Alguns não merecem nem metade do que ganham. Sou a favor de uma limpeza geral. Demolir esse “barranco” que serve de encosto para tantos profissionais que se acomodaram na escola, dando qualquer coisinha porque não há cobrança. Para mim este é o principal nó da educação. Um abraço.

  31. Karla Costa

    -

    13/06/2009 às 8:40

    Por indicação de meu irmão tenho acompanhado com frequência seus comentários , o que tem me tirado muitas vendas dos olhos e me feito enxergar e analisar fatos que me pareciam “normais”.
    Sobre o assunto escola, gostaria de deixar minha opinião, pois sou professora e estou há 3 meses na vice-direção de uma escola pública da região metropolitana de BH. Posso dizer que enfrentaria meus 1000 alunos, mas não dou conta da sala de professores. Lamúrias, preguiça, formação precária, falta de compromisso e de comprometimento, um caos. Professores enraizados em pedagogias dinossauricas, ultrapassadas e pouco dispostos ao diálogo e à mudança.

  32. Carlitos

    -

    13/06/2009 às 8:00

    Prezado Reinaldo, a falta de recursos materiais básicos não inviabiliza o ensino. Escolas da região amazônica, em todos os países por onde ela se estende, não contam com eletricidade, computador, ar condicionado, etc, e funcionam a contento. O problema principal encontra-se no “Manual do pequeno Anarquista” mais conhecido como ECA ( supra-sumo da ideologia Gramcista). Como fazer uma revolução sem solapar as instituições mais caras, como respeito, obediência às leis? Não sou adepto da palmatória, mas umas chibatadas na bunda em praça pública seria medida profilatica, em alguns casos.

    Carpe Diem!

  33. JUJU DE MONTES CLAROS

    -

    13/06/2009 às 7:53

    DEVERIA HAVER ESCOLA PARA PAIS!…

  34. esquilo

    -

    13/06/2009 às 7:00

    Rei, minha opiniao é : O problema é também de educacao familiar. Quandos os valores nao sao incutidos nos jovens em casa, eles levam pra escola o que nao presta.
    Está na hora da familia assumir seu papel na educacao, dando valores cristao, de respeito aos outros,pais,mais velhos etc..


 

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