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Reinaldo Azevedo

Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

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Reinaldo Azevedo, jornalista, escreve este blog desde 2006. É autor dos livros “Contra o Consenso” (Barracuda), “O País dos Petralhas I e II”, “Máximas de Um País Mínimo — os três pela Editora Record — e “Objeções de um Rottweiler Amoroso” (Três Estrelas).

Uganda é bem-sucedida no combate à Aids pregando abstinência e fidelidade

Por: Reinaldo Azevedo

Por Fábio Zanini, na Folha:
A missa na minúscula igreja com telhado de zinco e meia dúzia de bancos de madeira numa rua de terra em Campala está começando, e Louis Kermu, 27, sobe ao púlpito improvisado para dar seu testemunho. “Agradeço a Deus por me ajudar a continuar sexualmente puro. Não é fácil. Onde eu moro, as pessoas da minha idade ouvem músicas com referências sexuais que me tentam. Mas eu sigo acreditando.” Seguem-se aplausos.
Todos os dias em Uganda, discursos como esse fazem apologia da abstinência sexual, uma estratégia abraçada pelo governo com ajuda das igrejas e financiamento do governo norte-americano e elevada a carro-chefe da política anti-Aids.
Nos últimos 20 anos, o país de 30 milhões de habitantes no centro da África conseguiu diminuir significativamente a incidência da doença, de uma maneira que passa longe da abordagem tradicional.
As estatísticas oficiais falam em uma redução de 30% da população contaminada no final dos anos 80 para pouco mais de 7% atualmente. O percentual ainda é alto para padrões internacionais, e chegou a apresentar uma leve alta nos últimos anos, mas é um caso raro no continente mais afetado pela doença no mundo.
Países como África do Sul, Suazilândia, Botsuana, Zâmbia e Zimbábue, entre outros, há anos tentam em vão reduzir índices de contaminação que chegam a quase 40%.
A abordagem ugandense é polêmica e assumidamente moralista. Em vez de massificar o uso de camisinhas, método adotado por vários países e o preferido das organizações internacionais, investe-se na mudança de comportamento.
A estratégia surgiu nos anos 80 em círculos cristãos norte-americanos, mas foi em Uganda que ela adquiriu proporções de política de Estado.
Desde 1986, o governo adota a política batizada de ABC: A de abstinência, dirigida aos jovens solteiros; B de “be faithful” (seja fiel), para os casados; C de “condom”, camisinha, para quem não seguir as anteriores.
ONG reclama
A política anti-Aids do governo de Uganda atenta contra os direitos humanos e pode colocar vidas em risco. Este é o veredicto de um relatório de 2005 da Human Rights Watch (HRW), respeitada ONG baseada nos EUA. “Amplamente considerada líder na prevenção da Aids, Uganda está redirecionando sua estratégia de métodos cientificamente comprovados para programas de caráter ideológico”, disse a ONG.
(…)
A HRW aponta uma brecha no programa de abstinência que algumas ONGs locais também percebem: geralmente, quem segue a orientação são as mulheres. “Garotas de menos de 18 anos em sua maioria se casam com homens que há anos são ativos sexualmente e não usam camisinha.”
(…)
Francis Nahamya, presidente de outra ONG ugandense, o Centro de Informações da Aids, aprova a mensagem propagada pelo governo. “O que nós dizemos aos jovens é: você ainda é novo, você pode esperar.” Sua ONG destina-se a oferecer informação e aconselhamento, com oito escritórios no país e 170 funcionários. Um dos doadores é o governo dos EUA.
O preservativo é, segundo Nahamya, defendido como uma válvula de escape. “Camisinha é uma opção para os que não podem se abster ou serem fiéis. Nesse caso, pelo menos use a camisinha”, afirma.
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Comentários

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23 comentários
  1. José Rosa Pereira

    Eu concordo com o método usado pela Uganda.
    Faço algumas perguntas aos que não concordam:
    1ª Por que o método é invaso de ninguém é obrigado?
    2ª Se o método é menos eficaz, por que há diminuição considerável no índice de infectados pelo vírus?
    3ª Se o método tradicional(incentivar o uso de camisinha) é eficaz, por que os países que usam este método não há uma diminuição no índice de infectados pelo vírus?

  2. rafael

    ola, acho que a gente tem que ler a Bíblia , cartas de São Paulo se não me engano , ele diz que recomenda-se a castidade ou não fazer sexo, mas quem não pode se conter , que se case

  3. Daniel

    Eu apoio amplamente a iniciativa do governo Ugandense, e o feminismo que se …
    As mulheres transam menos, se abstém mais do que os homens, os feministas acham que elas estão sendo reprimidas pela politica anti-AIDS. Agora eu te pergunto: quem está morrendo mais com o vírus, homens ou mulheres?

  4. V. C.

    Aí sim, hein! Eu já sabia disso. Já tinha ouvido comentarista político falando disso. Bem, o problema, não na política, mas na repercussão, é ver organização nacional de cunho internacionalista tentando falar de caráter ideológico dessa política ugandense, como se quem fosse contra ela também não estivesse ou pudesse usar sua crítica para ou com base em ideologia… É impossível tirar a ideologia de algo sem que, em seguida, se substitua esta por outra. Abstinência ideológica non ecziste; sua inexistência acarretaria a inexistência da espécie humana, grupos organizados, etc. E quanto a outras informações, bem, mesmo que um país faça coisas erradas, e precise dialogar com entidades internacionais, ele tem soberania nacional e se cria como quiser, evoluindo (ou não) aos poucos. Chateia-me em parte essa mania de coletivismo (das esquerdas e afins) e de tentar invertir nas políticas alheias com opiniões particulares, mesmo que intervenção não seja terminantemente proibido, já que intervir tem um lado necessário e bom, em alguns casos.

    Parabéns à Uganda.

  5. Canalhas ONGS

    A Africa é o continente dos desastres! A Tuberculose é outra doenca que está devastando a Africa!

    A Tuberculose e Hepatite C e outras doencas sao transmitidas pela boca!
    A Tuberculose atual é muito perigosa pois seus bacilos tem resistência a antibióticos. Basta estar 1 metro da pessoa contaminada para pegar esta doenca. Aliás no mundo todo a tuberculose está devastando. Já é a causa principal de mortes na Rússia.

    Que preservativo que nada . Nem preservativo resistente, nem furado!!!!
    Está brincando quando uma pessoas está doente é melhor tem muitos metros de distância.

    Quem entra na “roleta russa” da sexualidade atual é um burro que precisa pastar!

    Só um debil mental totalmente retardado vai ficar fazendo sexo por aí hoje em dia!

    Portanto na Africa, onde as mulheres sao constantemente estrupadas por causa das guerras e conflitos e obrigadas a casar pela família e viver em Harens ou se prostituir por causa da extrema pobreza, a conquista de Uganda é uma grande vitória!

    Espero que as ONGS e Companhias farmaceuticas que promovem “estes produtos” enfiem e coloquem seus lucros sujos “naquele lugar”.

  6. Ricardo Siqueira

    Uganda é bem-sucedida no combate à Hematomas se trancando em um quarto cheio de almofadas.

  7. […] sucesso em suas campanhas contra a AIDS pregando a fidelidade e a abstinência, como se pode ler neste artigo e também […]

  8. Morena Flor

    Andei pesquisando pela internet, e o programa de uganda NÃO exclui o uso de camisinha, apesar de pregar a “castidade” p/ os jovens solteiros, conforme diz um trecho de uma reportagem da Folha de São paulo sobre o assunto:

    “A estratégia surgiu nos anos 80 em círculos cristãos norte-americanos, mas foi em Uganda que ela adquiriu proporções de política de Estado.
    Desde 1986, o governo adota a política batizada de ABC: A de abstinência, dirigida aos jovens solteiros; B de “be faithful” (seja fiel), para os casados; C de “condom”, camisinha, para quem não seguir as anteriores.”

    Fonte: http://www.agenciaaids.com.br/noticias-resultado.asp?Codigo=10112

  9. bebeto_maya

    “Amplamente considerada líder na prevenção da Aids, Uganda está redirecionando sua estratégia de métodos cientificamente comprovados para programas de caráter ideológico”,

    Cientificamente comprovados?? Então porque a Africa do Sul tem 40% da população contaminada??? Se é moral a campanha de Uganda, e ela não exclui o uso da camisinha, e por ser moral não signfica que não vai de encontro a ciência, visto que esses FDP sucubus das ONGs deturpam o conceito de Ciência o tempo inteiro, o que tem demais?

  10. Anônimo

    Ah, me esqueci de dizer. Olhe como são fdp esses ongueiros. Então, dizem que os métodos defendidos por eles são científicos, tem eficácia comprovada, etc e tal.

    Aí, vem um outro método, com custo baixíssimo, respeitando totalmente as escolhas de cada indvíduo (oferece inclusive a camisinha para os mais fraquinhos à carne) se mostra imensamente mais eficaz no combate à Aids, e os fdp dizem, não, este método é ruim, o outro que salva menos vidas é melhor. Ah, meu saco! Vão pra PQP!

    Léo

  11. Anônimo

    Depois de uns… vinte anos dessa política estar sendo aplicada com sucesso em Uganda a imprensa brasileira finalmente descobriu. Rá, rá, rá. E aí, Rei, você ainda diz que a imprensa brasileira está entre as melhores do mundo(???) Só se for no quesito de surrupiar as informações do público. Aí ela é realmente imbatível. O Foro de São Paulo que o diga. Levou muito tempo para ser timidamente abordada na mídia impressa. Na televisiva, nem pensar!

    E olhe que eu lhe chamei a atenção desse caso de Uganda há algum tempo…

    Léo

  12. Anônimo

    A Abstinencia vai de encontro a natureza humana. Isso é loucura. Que tal fazerem sexo responsável sem trair o parceiro ou a parceira?

  13. Anônimo

    Eu só vou vendo!

    Não acredito nessa tal de abstinência de Uganda. Sexo é a única coisa que as leis, as religiões, as regras da sociedade não conseguem controlar.

    Por isso a raça humana ainda não se extinguiu. É uma força sobre-humana que dita as regras.

    E, para complicar ainda mais, a fome conspira contra a castidade. Quando o macho vive em constante estado famélico, igualmente permanece em constante estado de excitação. Eu já expliquei a razão. Tem a ver com a sobrevivência da espécie.

    Como na grande maioria das situações a mulher se recusa a corresponder aos seus apelos sexuais, o mesmo procura fora de casa uma compensação.

    Nessas condições, românticos e pudicos conselhos não fazem o menor sentido.

  14. Anônimo

    Prezado Reinaldo

    O Olavo de Carvalho já tinha escrito um interessante artigo no Diário do Comércio em outubro de 2005 sobre este mesmo caso.
    Segue abaixo.
    Um abraço
    Roberto Leandro

    Aids, Brasil e Uganda

    Olavo de Carvalho
    Diário do Comércio, 17 de outubro de 2005

    O Brasil, como a propaganda governamental não cessa de alardear, conseguiu reduzir pela metade o número de mortes de aidéticos no país. Esse resultado foi obtido por meio da doação maciça de remédios pirateados, que custam aos cofres públicos 300 milhões de dólares por ano. O número de aidéticos em tratamento e portanto a verba para sustentar o programa tendem a aumentar indefinidamente, porque, como qualquer pessoa com QI superior a 12 poderia prever, a distribuição sem fim de camisinhas estatais e a glamurização da homossexidade por meio de anúncios tocantes não reduziram em nada o número de infectados. O Brasil tinha 60 por cento dos casos de Aids da América Latina, e continua tendo. Para completar, o modelo brasileiro não pode ser exportado, porque seu custo ultrapassa tudo o que as nações da África, as mais vitimadas pela doença, jamais ousariam sonhar.
    Por ironia, uma dessas nações, a pobrezinha Uganda, conseguiu, com despesa incomparavelmente menor, reduzir a quota de infectados de dezoito para cinco por cento da população. Uma vitória espetacular. Nenhum outro país do mundo alcançou resultados tão efetivos.
    Dito isso, dou agora um teste para o leitor avaliar se sabe em que mundo está vivendo: dos dois programas de combate à Aids, qual é aplaudido pela ONU e pela mídia internacional como um sucesso e um modelo digno de ser copiado? Respondeu “o ugandense”? Errou. É o brasileiro. O ugandense, ao contrário, é condenado como um perigo para a população e uma ofensa intolerável aos direitos humanos. O enviado especial da ONU para assuntos de AIDS no continente africano, Stephen Lewis, tem dado entrevistas para denunciar o abuso, e a ONG Human Rights Watch acaba de publicar um relatório de 81 páginas contra o maldoso presidente de Uganda, Yoweri Museveni, responsável pela coisa toda.
    Mas, afinal, qual a diferença entre o modo brasileiro e o ugandense de combater a Aids? Uganda não distribui remédios? Distribui. Não recomenda o uso de camisinhas? Recomenda. Não as distribui à população? Distribui. A diferença é que acrescenta a esses fatores uma campanha pela abstinência sexual antes do casamento e pela fidelidade conjugal depois. Tal é o motivo da sua eficácia, mas também o da profunda indignação da ONU. Essa nobre instituição (que recentemente tirou os EUA e colocou o Sudão na sua Comissão de Direitos Humanos depois de comprovado que a ditadura sudanesa só matou quatrocentos mil dissidentes e não dois milhões como diziam as más línguas) ficou ainda mais chocada porque, embora o governo de Uganda distribua mais camisinhas à sua população do que qualquer outro governo africano, o presidente Museveni e sua esposa Janet chegaram a sugerir repetidamente – em público!, vejam vocês, em público! – que esses artefatos só deveriam ser usados como segunda opção, se falhasse a abstinência dos solteiros e a fidelidade dos casados. Segundo o sr. Lewis, essa insinuação maligna, além de disseminar um preconceito fascista contra o adultério e o sexo pré-conjugal, ainda arrisca desestimular o uso das camisinhas, disseminando a prática do sexo inseguro e matando virtualmente de Aids milhões de ugandenses. Um verdadeiro genocídio. Se o leitor tem alguma dificuldade de entender o raciocínio do digno porta-voz da ONU, pode recorrer à técnica da análise lógica das conclusões para desenterrar a premissa implícita que o fundamenta. Essa premissa é, com toda a evidência, a de que os ugandenses, uma vez persuadidos a tentar a abstinência antes da camisinha, podem eventualmente sentir-se incentivados a continuar prescindindo da camisinha quando desistirem da abstinência. A verdadeira preocupação do sr. Le

  15. Gabriel

    Falou em ONG, falou bobagem, praga maior que ONGs só o PT e o MST.

    Uganda, agindo corretamente com esta agindo, esta ferindo interesses de grupos que querem desestabilizar nossos valores para se imporem! (marxismo, socialismo, PT, PSDB).

  16. Daladier Lima

    As estatísticas indicam que funciona, então o que fazer? Se a iniciativa é moral, alguns a consideram assim porque nunca viram uma pessoa morrer de AIDS. Seria bom passar pelo teste.

  17. Anônimo

    “A política anti-Aids do governo de Uganda atenta contra os direitos humanos e pode colocar vidas em risco. Este é o veredicto de um relatório de 2005 da Human Rights Watch (HRW), respeitada ONG baseada nos EUA.”

    A HRW atenta contra os direitos humanos e pode colocar vidas em risco, além de destruir os cérebros. Aliás, não só ela, mas a maioria das ONGs.

  18. Anônimo

    Chega nadando o náufrago na praia, ensopado e ranzinza se dirige ao perplexo pescador:

    Si hay Iglesia Católica, soy contra…

    Às vezes como católico fico pensando no infortúnio dos embriões, dos jovens vítimas do narcotráfico, dos enamorados condicionados ao sexo irresponsável. Pois as ações que poderiam favorecer-lhes uma vida melhor compõem (infelizmente?) a escala de valores da milenar tradição católica e por isso, ou mesmo só por isso, são descartadas como nocivas ao avanço da civilização ocidental. Ocidente, que por sinal, foi plasmado por três grandes culturas: a filosófica grega, a romana pragmática e a judaico-cristã humanista.

  19. Anônimo

    Prezados amigos,

    A Igreja católica não tem como missão pregar meios contraceptivos. Ela prega a harmonia da criatura com seu Criador através da criação.

    Impedir que os órgão reprodutivos humanos funcionem corretamente é um modo da criatura se revoltar e dizer ao Criador que sua obra não está adequada aos seus interesses circunstanciais.

    Deus, aprendemos, está além das circunstâncias implantadas por nossos desatinos. Ele nos oferece sempre um caminho melhor.

    Uma coisa é tomar um remédio para fazer um órgão readquirir suas funções, outra é introduzir nele químicas que impeçam seu natural funcionamento

    A Igreja pretende indicar os comportamentos humanos que pertinentes à aceitação da natureza como desejada por seu Autor.

    Portanto, a pedido, também, da Santa Sé, a pesquisa científica já concluiu soluções contraceptivas que não prejudicam a natureza humana. E a solução mais moderna e com eficiência superior à pilula de acordo com a OMS (eu e minha esposa usamos há 23 anos e tenho os três filhos que pretendíamos) é o Método Billings.

    Fico espantando em descobrir que as pessoas acham que o método natural ainda em vigor é aquele de 50 anos atrás, a tal tabelinha. Ou seja, o azar daqueles que poderiam se beneficiar do Método Billings é que ele é aceito pela Igreja Católica.

  20. Anônimo

    O policamente correto é promíscuo e usa camisinha.

  21. Anônimo

    Chega nadando o náufrago na praia, ensopado e ranzinza se dirige ao perplexo pescador:

    Si hay Iglesia Católica, soy contra…

    Como católico fico pensando no infortúnio dos embriões, dos jovens vítimas do narcotráfico, dos enamorados condicionados ao sexo irresponsável. Pois as ações que poderiam favorecer-lhes uma vida melhor compõem (infelizmente?) a escala de valores da milenar tradição católica e por isso, ou mesmo só por isso, são descartadas como nocivas ao avanço da civilização ocidental. Ocidente, que por sinal, foi plasmado por três grandes culturas: a filosófica grega, a romana pragmática e a judaico-cristã humanista.

  22. Anônimo

    O problema nao ‘e so a aids e sim as dst de forma geral,pois ate a sifilis,clamidia e gonorreia sao um transtorno em qualidade de vida e saude publica,sou a favor tambem de livre acesso a informacao(de como evitar filhos alem da tabelinha defendida pela igreja e como nao se contaminar com dst) e acesso a contraceptivos(pilulas,camisinha,etc)
    ,alias um direito de qualquer pessoa em idade de reproducao,um direito e dever do estado em prover este direito!

  23. elke

    As organizações de defesa dos direitos humanos mais causam sofrimento ao cidadão de bem do que ajudam.