15/04/2010
às 16:10TEXTO SOBRE O “BOOK” É DE MILLÔR FERNANDES
O texto do vídeo que publico abaixo sobre a revolução tecnológica produzida pelo “BOOK” é uma versão em espanhol de um texto de Millôr Fernandes. Segue, pois o original, de Millôr.
Um novo e revolucionário conceito de tecnologia de informação
Na deixa da virada do milênio, anuncia-se um revolucionário conceito de tecnologia de informação, chamado de Local de Informações Variadas, Reutilizáveis e Ordenadas - L.I.V.R.O.
L.I.V.R.O. representa um avanço fantástico na tecnologia. Não tem fios, circuitos elétricos, pilhas. Não necessita ser conectado a nada nem ligado. É tão fácil de usar que até uma criança pode operá-lo. Basta abri-lo!
Cada L.I.V.R.O. é formado por uma seqüência de páginas numeradas, feitas de papel reciclável e capazes de conter milhares de informações. As páginas são unidas por um sistema chamado lombada, que as mantêm automaticamente em sua seqüência correta.
Através do uso intensivo do recurso TPA - Tecnologia do Papel Opaco - permite-se que os fabricantes usem as duas faces da folha de papel. Isso possibilita duplicar a quantidade de dados inseridos e reduzir os seus custos pela metade!
Especialistas dividem-se quanto aos projetos de expansão da inserção de dados em cada unidade. É que, para se fazer L.I.V.R.O.s com mais informações, basta se usar mais páginas. Isso, porém, os torna mais grossos e mais difíceis de serem transportados, atraindo críticas dos adeptos da portabilidade do sistema.
Cada página do L.I.V.R.O. deve ser escaneada opticamente, e as informações transferidas diretamente para a CPU do usuário, em seu cérebro. Lembramos que quanto maior e mais complexa a informação a ser transmitida, maior deverá ser a capacidade de processamento do usuário.
Outra vantagem do sistema é que, quando em uso, um simples movimento de dedo permite o acesso instantâneo à próxima página. O L.I.V.R.O. pode ser rapidamente retomado a qualquer momento, bastando abri-lo. Ele nunca apresenta “ERRO GERAL DE PROTEÇÃO”, nem precisa ser reinicializado, embora se torne inutilizável caso caia no mar, por exemplo.
O comando “browse” permite fazer o acesso a qualquer página instantaneamente e avançar ou retroceder com muita facilidade. A maioria dos modelos à venda já vem com o equipamento “índice” instalado, o qual indica a localização exata de grupos de dados selecionados.
Um acessório opcional, o marca-páginas, permite que você faça um acesso ao L.I.V.R.O. exatamente no local em que o deixou na última utilização mesmo que ele esteja fechado. A compatibilidade dos marcadores de página é total, permitindo que funcionem em qualquer modelo ou marca de L.I.V.R.O. sem necessidade de configuração.
Além disso, qualquer L.I.V.R.O. suporta o uso simultâneo de vários marcadores de página, caso seu usuário deseje manter selecionados vários trechos ao mesmo tempo. A capacidade máxima para uso de marcadores coincide com o número de páginas.
Pode-se ainda personalizar o conteúdo do L.I.V.R.O. através de anotações em suas margens. Para isso, deve-se utilizar um periférico de Linguagem Apagável Portátil de Intercomunicação Simplificada - L.A.P.I.S. Portátil, durável e barato, o L.I.V.R.O. vem sendo apontado como o instrumento de entretenimento e cultura do futuro. Milhares de programadores desse sistema já disponibilizaram vários títulos e upgrades utilizando a plataforma L.I.V.R.O.
Tags: Millôr Fernandes


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84 Comentários
Jose
-19/12/2011 às 18:37
Trecho complementar:
“Pode-se ainda personalizar o conteúdo do L.I.V.R.O., através de
anotações em suas margens. Para isso, deve-se utilizar de um periférico
de Linguagem Apagável Portátil de Intercomunicação Simplificada -
L.A.P.I.S. Portátil, durável e barato, o L.I.V.R.O. vem sendo apontado
como o instrumento de entretenimento e cultura do futuro. Milhares de
programadores desse sistema já disponibilizaram vários títulos e
upgrades utilizando a plataforma L.I.V.R.O.”
Jose
-19/12/2011 às 18:37
Existe tb este trecho complementar:
“Pode-se ainda personalizar o conteúdo do L.I.V.R.O., através de
anotações em suas margens. Para isso, deve-se utilizar de um periférico
de Linguagem Apagável Portátil de Intercomunicação Simplificada -
L.A.P.I.S. Portátil, durável e barato, o L.I.V.R.O. vem sendo apontado
como o instrumento de entretenimento e cultura do futuro. Milhares de
programadores desse sistema já disponibilizaram vários títulos e
upgrades utilizando a plataforma L.I.V.R.O.”
Eduardo Luis
-06/10/2010 às 21:48
O Millôr é de esquerda por isso odeio ele
“Mais aterrorizador que a cegueira, é ser o único que consegue ver…” Saramago
tibartz
-31/08/2010 às 0:49
Olá, gostaria de deixar aqui armazenado o meu comentário sobre o L.I.V.R.O.
Comprei esses dias nas Casas Bahia um L.I.V.R.O., à primeira vista parecia muito bom, até me pareceu muito útil, mas à medida em que fui usando, ele foi me mudando; cada vez que o usava ele me deixava mais e mais viciado. Totalmente dependente, a cada uso ele me retirava uma parte de mim que eu considerava inseparável da minha personalidade, foi um sufoco. Chegou um certo momento em que ele já havia me retirado tanto, mas tanto, que a minha personalidade já não era mais a mesma, eu era outro “eu”, um “eu” menos eu, entendem? Até que um belo dia, após horas e horas de uso absoluto e dependência, ele terminou de retirar de mim o que eu mais temia: Ele retirou toda a minha ignorância.
lucabarbabianca.zip.net
-16/04/2010 às 20:37
Estarão todos delirando?
Há um poema lindo, lindíssimo, do Fernando Pessoa por seu heterônimo Alberto Caeiro em Ficções do Interlúdio (e, como temos todo o tempo do mundo, vou relembrá-lo):
“O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso, porque pertence
Caio Marcio
-16/04/2010 às 19:52
Tenho 44 anos e possuo até hoje meus L.I.V.R.O.S de Monteiro Lobato de exatos 35 anos atrás.Deletá-los de minha memória seria impossível.
Fantástico o texo de Millor Fernandes.
Douglas
-16/04/2010 às 18:34
Reinaldo, nao sei se este texto é do Millor.
Eu o vi - em ingles - impresso num marca pagina que uma livraria de Toronto, Canada dá de brinde aos clientes, ha alguns anos.
De qqer forma, é muito bom.
Anônimo
-16/04/2010 às 16:50
Ótimo artigo no Estadão de hoje sobre o modelo Dilma Rousseff de fazer as coisas. Autoria de um economista da Puc-Rio.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100416/not_imp539027,0.php
JaKo
-16/04/2010 às 16:05
Rei, claro que o Millôr é gênio. E isso enlouquece a já enlouquecida petralhada: o proto-comunismo brasileiro (não sei porquê, mas quase tudo que é brasileiro é “proto”) sempre fingiu ignorá-lo.
Fernando Gaucho
-16/04/2010 às 15:40
Caro Reinaldo
Poderia ter uma versão C.E.R.E.B.R.O., para os petralhas. Mas, será que eles sabem onde fica isto ?
Rodney
-16/04/2010 às 15:28
Millor é o UNICO filósofo brasileiro.
Milena
-16/04/2010 às 14:55
O comentário de José António (abril 16, 2010 às 9:16 am) foi fenomenal!!!
Milena
-16/04/2010 às 14:48
Tio Rei,
Faltou mencionar que esse texto do Millôr foi publicado na Veja (não lembro qual)…
anônimo
-16/04/2010 às 13:45
Esse Millôr só me dá alegria! Seu estilo de humor foi preservado na versão do texto para o espanhol e a mensagem certamente alcançou mais algumas tribos mundo afora.
Marcel
-16/04/2010 às 11:03
O título do ensaio do Isaac Asimov ao qual o Renato (comentário de 15/04/2010 - 05:23) se refere é: “O mais antigo e o mais avançado”, publicado em uma antologia em 1992 pela Nova Fronteira.
Guilherme Maximiano
-16/04/2010 às 10:55
Além disso, o armazenamento e transmissão de dados pela Internet requer uma quantidade grande de energia elétrica. Se bem que isso deve ser verdade para a produção de papel também… enfim, não acho que é uma conta fácil de fazer. Quem é mais verde: o leitor de um livro em papel ou o que lê no celular?
Guilherme Maximiano
-16/04/2010 às 10:50
Igor,
Os argumentos não são furados. São da mesma categoria dos que são utilizados pela Apple para vender o iPad. Portabilidade, simplicidade de uso, etc.
O livro, independente de conter ou não circuitos, é uma boa solução para armazenar informação. E obviamente não foi inventado por Gutemberg, que somente criou um método de reproduzir sinais gráficos em massa.
Eu não saberia afirmar, mas desconfio que os milhões de displays de LCD, baterias altamente poluentes, toneladas de plástico e silício que entram na fabricação de celulares não são tão verdes assim. Um livro é comprado uma vez e pode ser revendido e guardado por centenas de anos. Um celular dura um ou dois anos no máximo.
eumesmo
-16/04/2010 às 10:23
Ai que saudade me deu do ábaco que não precisava de pilha; da carroça com motor que só comia capim e bebia água; da réguinha de cálculo sem software. Até estou com culpinha de estar usando um computador para escrever isso. Que bom seria usar um tambor, sinais de fumaça, um mensageiro de libré… só pensar, nem enviar. Mas está feito! Que saudades da amarelinha riscada na rua…
José António
-16/04/2010 às 9:16
Ao Igor - 15 abr - 6:24 pm
Igor -
Sinto muito, mas você - infelizmente - parece ignorar a essencial diferença entre “informação” e “conhecimento”.
Vejamos um exemplo, erótico talvez, para você perceber certas sutilezas. Uma coisa é você ficar admirando as formas provocantes de uma jovem bonita; outra, muitíssimo diferente, é você dormir com ela, viver com ela em total intimidade. O celular, por mais elaborado que seja, será apenas como um possante binóculo que traz perto, bem perto de você, a figura da moça bonita. Entendeu?
Antonio Augusto Carvalho
-16/04/2010 às 8:21
Versão (para o filme Book) é uma palavra extremamente suave. É plágio! E descarado!
Viva o Millor!
Rinaldo Rodrigues
-16/04/2010 às 7:57
Realmente esse Millor é “o cara”. Impagável.
Leiam a Bíblia do caos.
Tem uma frase dele mais ou menos assim: Se toda afirmação é peremptória é falsa essa frase não faz nenhum sentido.
O “saite” dele é muito interessante e ele termina suas respostas com um sonoro abrassão.
cleide bragliollo
-16/04/2010 às 2:55
Millor é um gênio!!
E tem mais da minha admiração e respeito, depois que eu soube que ele, instado pelos colegas, se recusou a pleitear as vergonhosas “indenização” e “pensão” por perseguição durante a ditadura.
E ainda cunhou a frase: “eles não estavam defendendo um ideal, estavam fazendo um investimento no futuro”. Grande Millor!
Pior para ele.
Não pode participar do chazinho que, periodicamente, reúne as seguintes pessoas PARA RIREM DE NÓS, PALHAÇOS: Carlos Heitor Cony (R$20.000/mês), Ziraldo (R$4.000/mês) e agora até Norma Bengell que, alegando ter sido perseguida depois que correu nua na praia, no filme “Os Cafajestes”, também descolou uma indenização de R$.100.000,00.
Tulio
-16/04/2010 às 2:43
Millor é o Cara!
ethan edwards
-16/04/2010 às 2:13
O link para o artigo do Millor
http://veja.abril.com.br/061206/millor.html
José
-16/04/2010 às 0:02
Eu li esse artigo em Veja…é mesmo do Millor. Sempre me lembro do periférico lápis. O artigo é primoroso!!
O Jornalista Reinaldo Azevedo poderia verificar o n° da edição de Veja na qual o artigo foi publicado. Assim qualquer um pode verficar nos arquivos on-line de Veja a veracidade do fato.
Edna B.Q.Araujo
-15/04/2010 às 22:31
MARAVILHOSA NOITE, você nos proporciona!
Embora lendo todos seus textos através do computador, não há como comparar o delicioso sabor de folhear um livro! O que farei quando desligar a máquina! Porém como saber de todas as “falcatruas” diárias neste país desgovernado, se não pela sua coluna, e reanalisar a sua análise já tão elaborada, né? Irei agora mesmo transmitir o texto do Millôr para todos os meus contatos para que as professoras do meu círculo de amizade mostreM aos seus pupilos. mães para seus filhos .. . e por aí vai! É DEMAIS!!
josé roberto
-15/04/2010 às 22:16
O Grande GURU DO MEYER disse : ” SÓ SEI QUE NADA SEI ” . Poesia com auto-crítica. Há os que não sabem antropologia e os que ignoram trigonometria. Mas só de mim ninguem pode falar nada. Minha ignorancia, não é especializada. AUTO RETRATO ( O PIF-PAF CRUZEIRO/1953
ALBERTO
-15/04/2010 às 22:12
S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L.
O Millor nào foi o cara que perguntou se era ideologia ou pecúlio?
Antonio P. de Carvalho Filho
-15/04/2010 às 22:11
Caro Reinaldo,
O texto, sendo ou não do Millor, é fantástico.
Alias o Millor é um dos poucos que ainda consegue iluminar, com sua genialidade, esse grande apagão moral e intelectual em que vivemos.
É um gênio.
Um abraço.
BETHS
-15/04/2010 às 20:58
Já conhecia o texto do Millôr há bastante tempo, está salvo no meu pc e, sempre que possível, o apresento à gente jovem. É genial!!!
Rachel
-15/04/2010 às 20:57
Quando li o texto pela primeira vez na Veja fiquei encantada , Millôr é Millôr.
Por falar nisto , cadê ele?
Daniel Soares
-15/04/2010 às 19:35
Rei, o único livro que a petralhada conhece é o Livro Caixa!
LIMA
-15/04/2010 às 19:20
REINALDO
A TECNOLOGIA ESTA EM TODA PARTE MAS O - LIVRO - PARA MIM AINDA OCUPA O PRIMEIRO LUGAR. NÃO DÁ PARA SUBSTITUI-LO.
Rêre
-15/04/2010 às 18:57
ESPETACULAR
Sergio - SJC - SP
-15/04/2010 às 18:37
Caro Reinaldo, fantástico usar seu espaço p/ fazer apologia do LIVRO com sua mídia de papel.
O livro é realmente um produto maravilhoso e genial (perfeitamente valorizado no texto do Millôr), mas que a indústria de tecnologia tem seguidamente tentado substituí-lo por uma versão eletrônica.
A mais recente e forte tentativa esta sendo através do e-reader (Kindle da Amazon) e de similares como os tablets. Tais dispositivos podem armazenar milhares de livros em um pequeno dispositivo com tela do tipo LCD do tamanho de um livro tradicional de papel.
A idéia transforma toda a cadeia editorial tradicional. Não os subestimo pelo que já vi ocorrer c/ a indústria fotográfica e fonográfica.
Andréa
-15/04/2010 às 18:35
Olá Reinaldo, não sei se é do Millor ou nao como estão dizendo nos comentário, mas foi genial, assisti o vídeo ebook e achei muito inteligente, desculpe Igor, mas a intenção do vídeo e do texto com certeza é para mostrar que os livros daqui a pouco serão extintos, eu achei fantástico. Muito inteligente mesmo, minha filha mesmo detesta livros digitais, prefere livros mesmo…
Curumim
-15/04/2010 às 18:33
Impagável, também, é o vídeo postado pelo
Raphael disse: 5:18 pm.
PauloFRC
-15/04/2010 às 18:30
Genial Millor. Seja como fôr, é o futuro mesmo. A tecnologia digital está tão emperequetada que o prazer de ler uma unidade L.I.V.R.O supera em muito os HD’s com terabytes de bitmaps e fontes vetoriais.
Do jeito que a coisa anda atualmente, deveriamos começar já a campanha:
L.I.V.R.O…. Voce ainda vai ler um.
Igor
-15/04/2010 às 18:24
Esse texto é cheio de argumentos furados só pra encher espaço. Por que um dispositivo não ter circuitos seria um avanço?
Ora, num celular de hoje deve caber uma biblioteca inteira, sem gastar uma única folha, solucionando o problema da reciclagem.
Desculpe-me por dizer o óbvio, mas livros, como meio, já estão muito próximos de serem abandonados.
IVANOR
-15/04/2010 às 18:21
Oi Raphael das 5.18 pm. Brilhante a indicação do video. Isso dá uma idéia de como o pobre do Gilberto Carvalho sofreu para ensinar o LULLA Ansgar da Silva a tomar conhecimento de como funciona um L.I.V.R.O. Esteira foi bem mais fácil.
Teo
-15/04/2010 às 18:09
Caro Reinaldo,
Genial!!
Fausto Fontes
-15/04/2010 às 18:01
Millôr poderia aparecer por aqui para esclarecer isso… afinal, de quem é o texto?
ivanor
-15/04/2010 às 17:58
MAIS ALGUMAS VANTAGENS; PARA AS FILAS, “PARECEREM” QUE ANDAM MAIS RÁPIDAS, UTILIZE-OS NO SUS, BANCOS, PRONTO SOCORROS DE HOSPITAIS, INSS. ENQUANTO ESPERA AJUDA DO GOVERNO FEDERAL, NAS TRAGÉDIAS, QUE O PAIS ESTÁ VIVENCIANDO, DE NORTE A SUL. AH!, IA ESQUECENDO, ENQUANTO AGUARDA A HORA PRA FAZER ESTEIRA. BOA LEITURA.
Luiz Braulio De Vilhena
-15/04/2010 às 17:54
Pois é!
Genial.
Mas, os petralhas & cia. não sabem como bem utilizar essa ferramenta…
Sempre acabam por queima-la…
… E orientar seus estudantes, os cumpanheiros, a utilizarem-se da Apostilas… ou Cadernetas…
…Feitas nas graficas dos cumpanheiros, redigidas por eruditos do partidão, levando um tostão ‘por fora’…
Quem sabe, tomando um chopp na cantina da facul…
Marcos F
-15/04/2010 às 17:51
É do Millor?
Que orgulho de ser brasileiro!
bereta
-15/04/2010 às 17:45
Endereçamento de carta -
Millor - Méier
Acreditem, a carta foi entregue ao destinatário.
CerradoemChamas
-15/04/2010 às 17:35
Legal!
O Millôr, como é usual, brilhou e surpreendeu! Parabéns.
Serginho
-15/04/2010 às 17:31
Reinaldo, eu acredito que essa informação está errada. O texto do Millôr na revista Veja data de 6 de dezembro de 2006 (http://veja.abril.com.br/061206/millor.html). Entretanto existe uma versão deste texto em inglês que é muito mais antiga com datação de 1997/1998 (http://its.dal.ca/publications/technologicalbreakthrough.html; http://www.learning-org.com/98.03/0010.html; http://www.learning-org.com/98.03/0010.html) em que o autor original não é identificado ou é desconhecido. Eu acredito que o que o Millôr fez foi traduzir para o português (de maneira brilhante) e publicar na revista. Como o autor original é desconhecido, então não existem problemas de plágio ou direitos autorais.
A
-15/04/2010 às 17:27
Não sei se o texto é original do Millôr ou não. Isso não faz a menor diferença. Goste-se dele ou não, é um gênio. E até onde sei não se vendeu nem se corrompeu. Não recebe nenhuma “bolsa” nem recebeu qualquer “indenização”, como alguns maluquinhos da vida. Sem contar que o homem é fera. Escreve bem, pensa, sabe o que diz, é um grande tradutor e tem humor finíssimo.
romulo
-15/04/2010 às 17:25
Reinaldo,
Millor tem uma frase antológica:
” DEMOCRACIA é eu mandar em você, DITADURA é você mandar em mim “.
Abs
Romulo.
Ismail B. Teixeira
-15/04/2010 às 17:24
Caro Reinaldo:
É isto!
Mérito a quem o mérito cabe. Genial!
E o plágio, como fica? Cabe processo por violação de direitos autorais? Bem, seja como for, isto, agora, já é de competência do autor e/ou da Revista.
Parabéns, Reinaldo.
Renato
-15/04/2010 às 17:23
Na verdade a ideia de ver o livro com uma peça de alta tecnologia é de Isaac Asimov.
André
-15/04/2010 às 17:22
Reinaldo, quero comentar outro assunto.
Acabo de ver no jornalismo online, inclusive aqui na própria Veja, a chamada “Serra compara Dilma a Pitta”. Se não ler a íntegra, leva o leitor à desinformação. Serra não comparou as 2 pessoas (se é que podem ser assim denominadas), comparou as circunstâncias - um desconhecido sendo recompensado pelos louvores do seu antecessor e padrinho, que no caso do Pitta sabemos o resultado e no caso de Dilma, imaginamos. De qualquer modo, Serra não agrediu Dilma, o que faria se a comparasse a pessoa do Pitta, mas a chamada confunde, sim.
Raphael
-15/04/2010 às 17:18
Tio Rei,
resolvi apresentar o L.I.V.R.O. para um colega petralha.
Você não pode acreditar a dificuldade que foi!!!
Ainda bem que filmei.
Veja em
http://www.youtube.com/watch?v=XEc3SqPfSLE
André
-15/04/2010 às 17:14
O Millor escreve todas as 5as. no UOL, na guia “Humor”
Marilena
-15/04/2010 às 17:10
Paulo Coelho e Sarney seriam vírus para os nossos CPU”s cerebrais?
IPS
-15/04/2010 às 17:10
Ave Millor.
Somente agora lembrei e liguei o nome à pessoa. Tinha lido o texto L.I.V.R.O. do Millor, e não é de muito tempo não, na Veja.
Gênio.
Serginho
-15/04/2010 às 17:00
Reinaldo, tem certeza que esse texto é do Millor? Eu encontrei vários sites em inglês do texto B.O.O.K. (The BIO-Optic Organized Knowledge Device (BOOK) com a versão em inglês. Como esse aqui que diz que o autor original é desconhecido: http://www.msstate.edu/dept/english/undergrad/BOOK.html
Também não encontrei nenhuma fonte confiável na internet que aponta referências sólidas deste texto sendo do Millôr. Onde posso encontrá-lo?
Marcelo
-15/04/2010 às 16:58
O Millôr é GÊNIO, e um dos poucos dignos da expressão aqui no Brasil. Como bem dito pelo Paulo Francis ou alguém assemelhado: se o Millôr tivesse nascido em país anglófono já teria um nobel na estante já muito tempo…
Anônimo
-15/04/2010 às 16:57
A verdade e o senso de humor
Pois é, Reinaldo, a verdade e o senso de humor não são incompatíveis. Millor nos lembra, de modo muito bem humorado, a milenar importância dos livros, esses silenciosos, discretos construtores da civilização. Sugiro a você a leitura de um artigo publicado na revista Seleções em dezembro de 1982, da autoria de Daniel Boorstin, intitulado O HOMEM “ATUALIZADO” NÃO SABE DE NADA. Nesse texto, o autor não repudia a informação.Ela será sempre útil, por exemplo, como nossa defesa contra os que sonham ser ditadores. Entretanto, a sabedoria dos livros é permanente.
Capitão
-15/04/2010 às 16:56
F A N T Á S T I C O!
Reinaldo, uma dúvida, será que os professores ligados à atual direção da Apeoesp da Tia bebel já conhecem essa novidade tecnológica?
Pelo modo como tratam tais objetos, a ferro e fogo, penso que não leram o manual de uso.
Talvez não saibam ler não é?
José Rodrigo
-15/04/2010 às 16:51
E os caras nem pra colocar o Millôr nos créditos. Merecem um belo dum processo pra aprenderem a serem mais originais e não roubar idéia dos outros(parecem até comunistas que roubam tudo que já tá pronto do capitalismo).
Nice
-15/04/2010 às 16:51
IMPECÁVEL ! Considero o LIVRO um dos grandes prazeres da vida!
Entrar na livraria, encontrar o livro desejado, chegar em casa e ansiosamente abrir suas páginas, sentir o cheiro do papel impresso,ler as orelhas, às vezes, dedicatórias e enfim iniciar a leitura….. AHHHHHH é um ritual inigualável!!!!!
E Millôr é ótimo !! Muita saudade dele na VEJA.
Abraço Rei
Se-Gyn
-15/04/2010 às 16:48
Isaac Asimov também escreveu algo parecido. Ou estou enganado?
ricardo
-15/04/2010 às 16:47
de quem mais poderia ser?
do Emir Sader certamente não!
JORGE COSTA
-15/04/2010 às 16:47
A história me foi contada pelo escritor João Antônio(Malagueta,Perus e Bacanaço).O Pasquim fez muito dinheiro.Beberam,fumaram,cheiraram e treparam tudo.Quando faliu entregaram o comando nas maãos de Millõr,o único da turma com a cabeça no lugar.Millôr fez o óbvio.Cortou mordomias,custos,passou a exigir entrega do material dentro do prazo,etc.Caiu em desgraça.Cunhou então uma de suas célebres frases:”A moralização torna as pessoas indesejáveis”.
Paulo Cruz
-15/04/2010 às 16:45
favor repassar para os incendiários da senhorita de pernas peludas
Lupini
-15/04/2010 às 16:44
Reinaldão,
e nenhuma menção ao autor no (bom) filmezinho do youtube.
Pô, nem no humor os caras conseguem inovar?
JCB/RJ
-15/04/2010 às 16:39
Também foi o Millôr quem disse: L.I.V.R.O. não enguiça….
Vladimir
-15/04/2010 às 16:38
Reinaldo,
Off-topic:
Já viu as declarações do Samuel Guimarães hoje? Eu já sabia que a política externa está apoiada no tripé ignorância, arrogância e ressentimento, mas mesmo isso fiquei espantado com o “naipe” das declarações.
Lá pelas tantas, o esquerdofrênico afirmou que em relação ao Irã “o Brasil não está isolado. Quem está isolado são os outros.” Como é que o jornalista que escuta isso não cai rolando no chão de rir?!? Parece a piada do português que tinha um filho soldado que era o único a marchar no passo certo…
Edmundo Bezerra
-15/04/2010 às 16:37
O Millôr (assim, com acento circunflexo mesmo), é motido de orgulho para todos nós, seus conterrâneos e compatriotas. Ao contrário de certos irmãos e “colegas” do jornalismo.
Camada von Ozonio
-15/04/2010 às 16:30
Onde anda a onda Milton Fernandes?
FernandoRT
-15/04/2010 às 16:29
O unico problema é que para o L.I.V.R.O existir é necessário um investimento considerável por parte do autor. Ou seja, nem todos podem usufruir da oportunidade de publicar suas idéias. Já nos sistemas digitais (internet) a coisa é bem mais fácil.
Ana Mônica Jaremenko
-15/04/2010 às 16:26
Rei,
Valeu pelo reconhecimento.
PERCIO
-15/04/2010 às 16:24
Com mais admiração ainda pelo trabalho desse enorme humorista e escritor. O único, dos que pegaram fama, que abdicou do “direito” à bolsa ditadura, abrindo mão de uma graninha que seus colegas Jaguar e Ziraldo (ECA…) não recusaram, apesar de todos, sem exceção, terem ganhado muita grana pelo simples fato de terem sido perseguidos pelo regime militar. Parabéns pela esperada criatividade, Millor!
leo
-15/04/2010 às 16:22
Tuitado pela Dilma assim que soube desse novo lançamento, o L.I.V.R.O.
“num intendu diretcho ni o uindous i o gates já iventou coiza nova?”
Gaucho
-15/04/2010 às 16:20
Falando em Millôr Fernandes , onde anda esse grande jornalista, complexo e engraçado, ele se aposentou? pois faz um tempão que nao o vejo na revista veja. Alguem pode me dizer?
Zeca
-15/04/2010 às 16:20
E náo é que já tinha gente reclamando (nos comentários) a autoria do Millor?
Muito bom mesmo!
O Millor é o… Millor, né???
rsrsrsrsrs
Carlos Bonfim
-15/04/2010 às 16:20
Saudades do Millor na Veja.
Ronaldo
-15/04/2010 às 16:19
O Milton é genial!
willsenior
-15/04/2010 às 16:16
REI, o MILLOR tem a medida exata , esse nao perde o BOROGODO ABRASSAO
Walter @W_E_M
-15/04/2010 às 16:16
No mínimo, entre risos, é para parar e pensar.
Stefano
-15/04/2010 às 16:14
Muito bom.
O Millor é fera.